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Pelo terceiro ano consecutivo, o preço médio do pacote básico de TV paga no Brasil está abaixo da média mundial, segundo estudo realizado anualmente pela Fipe comparando o valor da mensalidade do pacote básico em 49 países, responsáveis por mais de 75% do PIB mundial.
O país está na 30ª colocação no ranking decrescente dos 49 mercados, com uma mensalidade média de US$ 22,34, enquanto o valor médio global é de US$ 26,88. Em 2013, o Brasil ficou na 27ª colocação, com uma mensalidade de US$ 23,25.
O instituto utiliza o Índice Big Mac (BMI), publicado pela revista The Economist, que avalia o poder de compra de diversas moedas de acordo com o custo do mesmo lanche em cada país.


Segundo a Fipe, as flutuações observadas de um ano para outro podem ser explicadas por uma série de fatores, como: mudanças no preço dos pacotes expressos nas moedas locais dos países; alteração no poder de compra da moeda local, capturado pelo Índice Big Mac (BMI); modificação nas características dos pacotes, com a exclusão ou o acréscimo de canais e desvalorização do Real entre 2012 e 2013.
“O preço da televisão por assinatura no Brasil está alinhado à realidade internacional, mesmo sendo este um setor não sujeito à regulação tarifária”, avalia Oscar Simões, presidente da Associação Brasileira de TV por Assinatura (ABTA).
A receita bruta das operadoras de TV por assinatura, incluindo mensalidade, banda larga e publicidade, chegou a R$ 7,5 bilhões no primeiro trimestre do ano, um aumento de 15,4% ante o mesmo período do ano passado.
Em 2014, o setor deve registrar crescimento na casa de dois dígitos, pelo oitavo ano consecutivo. Mas abaixo da média histórica. Entre 2006 e 2013, o número de assinantes avançou em média 17% ao ano. Entre maio de 2013 e maio de 2014, a expansão da base de clientes da TV paga foi de 10,8%. Para 2014, o índice previsto é de 10%, superando a casa dos 20 milhões de assinantes. O país fechou o mês de maio com 18,8 milhões de assinantes de canais de televisão paga.
Atualmente, 62% recebem os serviços por satélite (DTH) e 38% via cabo. Já o faturamento do setor, incluindo mensalidades pelos pacotes de TV, banda larga, telefonia, publicidade e outros serviços, aumentou 15,4% no 1° trimestre de 2014, em relação ao mesmo período do ano passado. Em 2013, a receita total deste mercado foi de R$ 27,9 bilhões. Na última década, desde 2003, a evolução anual do faturamento foi de 22,8%.
Banda larga
O número de assinantes de serviços de internet banda larga via cabo subiu 12,7% no primeiro trimestre de 2014, em comparação com igual período do ano anterior. Em março, este serviço contava com 6,9 milhões de clientes, um volume 17 vezes maior que em 2004, quando havia apenas 400 mil pontos com acesso rápido. A penetração de TV por assinatura também crescendo em todos os segmentos. Entre 2011 e 2013, evoluiu de 78% para 87% na classe A, de 51% para 65% na classe B e de 24% para 34% na classe C.

Via: IDGNOW!
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Chromecast leva para a tela da TV o conteúdo de aplicativos e de PCs.

O Chromecast, aparelho do Google para levar aplicativos e a tela de celulares e do PCs para a TV, completou um ano nesta quinta-feira (24). Nesse período, segundo a companhia de internet, o aparelho realizou em todo mundo mais de 400 milhões de transmissões.


Do tamanho de um pen drive, o aparelho é conectado aos televisores na entrada HDMI. A partir daí, os aplicativos que possuem suporte ao dispositivo podem ter seu conteúdo exibidos na tela da TV. No Brasil, alguns dos que funcionam são Netflix, YouTube, Rdio, Crackle e Vevo.


Além de smartphones e tablets, as telas computadores também podem ser exibidas na TV. Para isso, é preciso instalar uma extensão no navegador Chrome.



O aparelho foi lançado no Brasil no começo de junho, por R$ 200 ─nos Estados Unidos, custa R$ 80. Um ano após ser lançado, o Chromecast está presente em 20 países.


De lá para cá, o Google lançou uma atualização que passou a permitir que a tela de aparelhos Android, e não apenas um aplicativo específico, fosse exibida em televisores. Além disso, ganharam suporte ao Chromecast aplicativos polêmicos, como o Popcorn Time, um tocador de filmes e séries, cujos arquivos estão hospedados em sites da internet.
 


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Sinal digital pode sofrer interferências de acordo com localização da TV (Foto: Reprodução/Leonardo Rodrigues) 
Sinal digital pode sofrer interferências de acordo com localização da TV (Foto: Reprodução/Leonardo Rodrigues)
 
Antes de comprar qualquer produto relacionado ao conteúdo do sinal digital, seja uma TV ou equipamentos para recepção, é importante que o consumidor confira se a embalagem do produto contém o selo DTV (mesmo da imagem da matéria).

Este selo garante que o produto está de acordo com as normas estabelecidas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Assim, a recepção do sinal deve manter o desempenho esperado após a instalação. Dentre os fabricantes que utilizam o selo, pode-se citar: Antenas Castelo, AOC, Century, Elsys, H-Buster, LG, Panasonic, Philips, Samsung, Semp Toshiba, Sony, Tec Toy, Tele System e Visiontec - de acordo com o site oficial da TV Digital. Além do selo, é importante também se existe algum ponto de interferência ao redor de sua casa que atrapalhe a passagem de sinal, algo como um prédio ou morro. Dessa forma, talvez seja necessário instalar uma antena externa em sua residência para melhorar nível de recepção do sinal digital.

Antena externa 

Dependendo da cidade onde você mora, distância da torre de transmissão, características locais e redondezas, uma antena externa pode ser necessária para melhorar o sinal recebido pela TV.

É importante estudar as características da região, saber a direção das torres de transmissão e localizar possíveis pontos de bloqueio do sinal para escolher uma antena adequada. Em geral, uma antena UHF com pelo menos 10 elementos e banda plena deve resultar em uma boa recepção do sinal digital. Além disso, é importante instalar a antena em um ponto alto no telhado da residência (ou topo de um prédio), apontando-a na direção das torres de transmissão.

Cabos 

Entre a antena externa e o aparelho de TV deve ser utilizado um cabo de boa qualidade. Técnicos, normalmente, optam por cabos coaxiais para UHF com pelo menos 70% de malha. Um cabo coaxial é formado por um fio central envolvido por um material isolante e uma malha trançada, que serve para bloquear interferências externas.

Os modelos de cabos coaxiais mais utilizados em instalações são o RGC-59 e o RG-6. Estes modelos são encontrados em lojas especializadas e, em geral, garantem boa qualidade para recepção do sinal digital.

Ao visitar uma loja especializada em antenas, não esqueça de adquirir todo o material necessário para a sua instalação, como mastros, estais, suporte e fixadores para telhado. Caso tenha dúvidas, recomenda-se ainda procurar um antenista para analisar os requisitos de sua instalação.

Via: tt
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Análise: TV LG 84LM9600, 84 polegadas e resolução 4K 
(Fonte da imagem: Divulgação/LG) 

No final do ano passado, o Tecmundo acompanhou o evento de lançamento da TV 84LM9600, da LG. Na ocasião, a atriz Maria Fernanda Cândido chegou a comentar alguns impactos que resoluções mais altas trazem à profissão, já que detalhes que antes eram ocultos agora passam a ser exibidos para o telespectador.


E detalhes são o que chamam a atenção nesse televisor, que conta não apenas com uma tela de 84 polegadas e resolução Ultra HD (4K), mas também com módulo WiFi embutido e até mesmo a possibilidade de ser controlada por meio de um aplicativo para iOS e Android.


Desta vez, o Tecmundo esteve presente na sede da LG, em São Paulo, e pôde analisar o produto de perto, realizando testes e levantando os prós e contras, como costumamos fazer em nossas análises. Portanto, vamos aos aspectos positivos dessa gigante da LG.

Especificações Técnicas

Análise: TV LG 84LM9600, 84 polegadas e resolução 4K 
(Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)

Aprovado


Tela gigante com resolução 4K


Existem recursos tecnológicos que você não sabe que precisa até experimentá-lo pela primeira vez. Foi assim com muita gente quando os smartphones ou as redes sociais começaram a aparecer. E é muito provável que será assim com os fanáticos por cinema e máxima qualidade de imagem.


Nessa incrível tela de 84 polegadas, o nível de detalhes e a resolução da imagem são tão altos que acabam criando um pouco da sensação de profundidade dos efeitos 3D, aumentando o nível de imersão do telespectador. Os pixels são tão pequenos que mesmo com o rosto colado na tela fica difícil enxergá-los.
Análise: TV LG 84LM9600, 84 polegadas e resolução 4K 
(Fonte da imagem: Divulgação/LG)

Para ter uma ideia de como é a imagem de uma tela dessas, saiba que essa TV de 84 polegadas equivale a quatro TVs de 42 polegadas e Full HD juntas. Com isso, a resolução nativa da LG 84LM9600 passa a ser de 3840x2160 pixels.

IPS e qualidade de imagem


Como em diversos outros produtos da linha de televisores e monitores da LG, a 84LM9600 também conta com os recursos da tecnologia IPS, que garante cores mais reais e maior ângulo de visão, podendo chegar a 178⁰.


As cores, por sinal, chamam a atenção de qualquer um, já que saltam aos olhos, principalmente em vídeos 4K. Essa característica, aliada a uma taxa de contraste bastante sólida, produz uma imagem tão boa que só pode constar na seção de aprovados desta análise.



 
Como se não bastasse, o televisor faz uso da tecnologia LED Plus, que permite diminuir a luminosidade de pixels individuais, tornando assim algumas porções da tela mais escuras com o propósito de evitar o vazamento de luz e manter os níveis de preto equilibrados.

Upscale competente


Não entraremos agora na discussão sobre a ausência de conteúdo 4K para o Brasil e até mesmo para o mundo. Mas já adiantamos que, por ser uma tecnologia muito nova, é provável que o dono de uma TV LG 84LM9600 acabe assistindo a mais conteúdo em Full HD do que na resolução máxima permitida pelo aparelho.


E, para isso, é necessário que a TV possa exibir esse tipo de imagem na tela Ultra HD. Felizmente, o upscale promovido pela LG 84LM9600 é bastante competente quando parte de uma fonte em Full HD. A imagem mantém a vivacidade das cores e nitidez de detalhes, mesmo estando interpolada.


Em breve, um reprodutor de Blu-ray com recursos 4K será lançado pela LG no Brasil e, de acordo com a assessoria, esse aparelho fornecerá um upscale ainda mais eficiente. Vale a pena esperar!

Sistema de som robusto


Com um monstro desses na sala, é de se esperar que a TV apresente, além de uma ótima imagem, um sistema de som robusto e capaz de aprimorar ainda mais a experiência de imersão do conteúdo exibido. Felizmente, a LG 84LM9600 também preenche essa necessidade.

Análise: TV LG 84LM9600, 84 polegadas e resolução 4K 
Um dos alto-falantes presentes na traseira da 84LM9600 (Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)

Para isso, essa TV Ultra HD conta não apenas com dois alto-falantes, mas também com um subwoofer integrado que, juntos, chegam a 50 W de potência. O teste de som não decepcionou: mesmo em volumes muito altos, nenhuma distorção foi apresentada.

Mais fina do que muita TV menor


Outro ponto que chama a atenção na LG 84LM9600 é a espessura do aparelho. Apesar das 84 polegadas, esse aparelho tem a espessura de apenas 3,9 centímetros, medida que muitos televisores menores não são capazes de oferecer.
Análise: TV LG 84LM9600, 84 polegadas e resolução 4K 
(Fonte da imagem: Divulgação/LG)

Com a base, a largura necessária para a instalação do aparelho aumenta para cerca de 40 centímetros, o que também é pouco se levarmos em conta o tamanho da 84LM9600.

3D com ajuste de profundidade e Dual Play


Outra vantagem da LG 84LM9600 é o fato de que ela não apenas tem suporte para conteúdo 3D como também permite ajustar o nível de profundidade da imagem de acordo com as preferências do telespectador. Além disso, o televisor é capaz de converter a programação normal da TV, em 2D, para 3D. O resultado, obviamente, não é comprável ao de um conteúdo já filmado em 3D, mas ainda assim pode alegrar os olhos de muita gente.
Análise: TV LG 84LM9600, 84 polegadas e resolução 4K 
(Fonte da imagem: Divulgação/LG)

Já os gamers poderão desfrutar do recurso de Dual Play, que permite disputar jogos em dois, sem a necessidade de dividir a tela ao meio. Junto com o produto, estão inclusos quatro pares de óculos 3D e dois para o recurso de Dual Play.

Integração com app para celular


Outra característica marcante dessa TV de 84 polegadas é o fato de ela poder ser controlada por meio de um aplicativo disponibilizado pela LG para smartphones com Android ou iOS. A partir do app é possível trocar de canal, controlar o ponteiro para acessar funções de Smart TV e até mesmo receber o conteúdo exibido pela TV na tela do celular. Para que tudo isso funcione, tanto TV quanto celular devem estar na mesma rede WiFi.

Análise: TV LG 84LM9600, 84 polegadas e resolução 4K 
Aplicativo para iOS e Android permite controlar a TV (Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)

Suporte personalizado e webcam


Esse é um produto premium da LG e, portanto, exige um atendimento à altura. Sendo assim, quem comprar a LG 84LM9600 contará com o apoio de um técnico dedicado exclusivamente para a instalação do produto na casa do consumidor. Por ser muito pesada (95 quilos, com a base), a empresa não recomenda que esse produto seja instalado na parede. Mesmo assim, o técnico pode ajudar o cliente a avaliar se a estrutura do cômodo onde a TV será instalada comporta tanto peso.


Outra vantagem para quem comprar a 84LM9600 é o fato de que uma câmera compatível com a TV será entregue para todo comprador do aparelho, o que facilita a realização de videochamadas no Skype.

Reprovado


Pendrive ou HD não resolvem


A resolução 4K é incrível. Porém, há um problema que afeta não apenas os consumidores e telespectadores brasileiros, mas do mundo todo: ela ainda não foi adotada para valer pela indústria da televisão e do entretenimento. Sendo assim, é importante frisar que quem comprar uma televisão dessas está pensando no futuro.


Também não é possível baixar conteúdo 4K e reproduzir na TV, por meio de um pendrive, já que esse é um processo que exige recursos demais da máquina e, por isso, só é possível com computadores preparados especialmente para essa função.

Análise: TV LG 84LM9600, 84 polegadas e resolução 4K 
Conectores presentes na parte de trás da TV de 84 ponlegadas da LG (Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)

Em contrapartida, vale a pena ressaltar que a Rede Globo já tem feito testes com gravações 4K e que a Copa do Mundo da FIFA de 2014 também deve ser gravada com essa tecnologia, mas não transmitida.

Preço ainda é alto


A LG 84LM9600 é um produto premium, voltado para um público muito específico e exigente. Porém, o preço sugerido de R$ 45 mil é bastante desanimador, por mais que outras fabricantes de produtos semelhantes também pratiquem a mesma faixa de valores. Em suma, esse não é um ponto negativo desse modelo de TV em específico, mas de uma tecnologia que está chegando agora aos mercados brasileiro e mundial.

Vale a pena?


A televisão de 84 polegadas da LG, 84LM9600, é um produto surpreendente. A qualidade da imagem, assim como o tamanho da tela, promove uma experiência bastante imersiva para o telespectador, que pode observar mais detalhes e até mesmo a sensação de profundidade em conteúdos que não foram projetados como 3D.


O nível de detalhes acerca do produto é grande e satisfatório, contando como pontos positivos. Entre eles estão, por exemplo, o controle remoto que funciona de maneira semelhante à de um Wiimote e o aplicativo para Android e iOS que permite controlar a televisão por meio do smartphone.


Outro ponto que merece destaque é o serviço personalizado de instalação do produto na casa do cliente, demonstrando que a empresa tem a consciência de que a LG 84LM9600 é um produto premium e feito para um público bastante exigente.

Análise: TV LG 84LM9600, 84 polegadas e resolução 4K 
Que tal jogar Plants vs. Zombie na televisão? (Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)

Porém, existem dois fatores que podem pesar na hora de decidir pela compra. O primeiro é a escassa produção de conteúdo 4K disponível atualmente — cenário que, apesar de ter indícios de mudança, não deve se alterar rapidamente.

Outro ponto é o preço do produto. Apesar de R$ 45 mil estar dentro da faixa de valores praticada pelos fabricantes desse tipo de TV, o preço continua sendo muito alto, restringindo bastante o público que pode comprá-lo. Como aconteceu com outras tecnologias, esse produto deve ficar mais barato com o passar do tempo. Há notícias de modelos 4K sendo lançados por menos de US$ 1,5 mil.

Em contrapartida, o que faz valer a pena a compra da TV é a tela gigante com ótima qualidade de imagem, mesmo que seja para assistir a conteúdo Full HD, já que o upscale da imagem é bastante competente.


Via: Tecmundo
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Já faz algum tempo que as fabricantes vêm sonhando em lançar televisores e dispositivos com suporte para a tecnologia 4K. A novidade que foi destaque ano passado em muitas notícias no Tecmundo ganhou grande notoriedade na CES 2013.

Agora, esses televisores finalmente chegam para o consumidor. Contudo, os preços salgados dos produtos deixam toda a ideia um tanto utópica. De qualquer forma, os aparelhos já existem e provaram que a tecnologia realmente saiu do papel.

O grande problema é que existem diversos empecilhos que podem dificultar a popularização da “Ultra” qualidade de imagem. Hoje, vamos mostrar os tantos quesitos que precisarão de adaptações para que a tecnologia 4K chegue a ser um sucesso.

Falta conteúdo para transmitir

A tecnologia 4K já chegou, mas agora que as pessoas estão comprando suas TVs surge uma dúvida: ao que vou assistir na TV? Pois é, essa é uma questão ainda sem resposta. A quantidade de conteúdo com tamanha resolução é quase zero. Fora alguns vídeos demonstrativos e conteúdos do computador, não há filmes e shows televisivos com essa qualidade.


E não estamos falando da questão de uma opção (ou da falta de capacidade tecnológica) das operadoras de TV a cabo. O problema é mais embaixo. Basicamente, não existem filmes produzidos com tamanha resolução. Os atuais shows televisivos (e até os longas-metragens) são gravados com resolução inferior a 4K, ou seja, não há o que transmitir.

As emissoras até poderiam transmitir vídeos com a nova tecnologia, mas os vídeos exibidos seriam apenas conversões de Full HD para 4K. Resultado? A qualidade seria uma tremenda porcaria, uma vez que os pixels seriam esticados e isso não iria garantir filmes mais nítidos.

Não existem discos prontos para os filmes

Deixando esse pequeno detalhe da inexistência de conteúdos, devemos pensar em uma mídia capaz de armazenar os vídeos em 4K. Atualmente, os BDs comportam — tranquilamente — vídeos comprimidos em Full HD em um espaço de aproximadamente 50 GB.

Esses discos de camada dupla têm quase todo o espaço ocupado com um filme de apenas três horas que conta com duas ou três faixas de áudio. Vale notar que tais longas nem trazem conteúdo adicional, visto que a maioria dos vídeos extras é inserida em um disco separado.

Estamos preparados para a resolução 4K? 
(Fonte da imagem: Divulgação/Blu-ray Disc)

Sem precisar falar em bitrate ou fazer cálculos, podemos ter a certeza de que a atual tecnologia do Blu-ray não serve para filmes em 4K. A Sony cogita que 100 GB é suficiente, mas talvez não seja tão simples reduzir o tamanho e manter a qualidade. Agora, vamos pensar um pouco além e investigar quanto espaço seria necessário para guardar um longa com tamanha qualidade.

Hora da matemática

Para efeitos de cálculo, vamos usar a resolução 4K UHD (3840x2160 pixels) de televisão — existem outros padrões para cinema. Em nosso exemplo, vamos utilizar um filme de 24 fps descomprimido (com a máxima qualidade).

Primeiramente, usando a matemática básica, obtemos o número total de pixels de cada frame. Basta multiplicar 3.840 por 2.160 para saber que cada quadro do filme exibe 8.294.400 de pixels. Agora, multiplicamos este valor em pixels pela profundidade de cor (são 48 bits por canal, o que totaliza 144 bits). Resumindo: o resultado dessa conta é 149 MB por frame.

Estamos preparados para a resolução 4K?
(Fonte da imagem: Tecmundo/Baixaki)

Para facilitar um pouco, vamos usar a calculadora do Video bitrate calculator. Considerando os 24 frames que estabelecemos previamente, obtemos o bitrate do vídeo, que é de 14,33 Gbps, ou seja, cada segundo de vídeo ocupa 1,79 GB. Agora, é fácil saber que 1 minuto resulta em 107,5 GB e que 1 hora necessita de 6,45 TB de espaço em disco.

Com tais números podemos concluir que um filme de 2 horas ocuparia facilmente 13 TB. Isso quer dizer que seriam necessários 260 discos em Blu-ray para guardar um único filme em 4K. Claro, os filmes geralmente são comprimidos, mas, mesmo usando uma técnica avançada, um filme requisitaria uma mídia com alguns terabytes.

Streaming 4K? Muito difícil...

Poderíamos pensar na questão do streaming. O envio de dados via web não tem restrições de tamanho máximo, o que até poderia garantir que alguns serviços trabalhassem com essa tecnologia. Ainda que não seja uma possibilidade totalmente descartada, poucas empresas dariam um passo tão largo, visto que as atuais conexões não suportam grandes transmissões.


Estamos preparados para a resolução 4K?  
(Fonte da imagem: Reprodução/Netflix)

É importante notar que a transmissão de tamanhas quantidades não apenas seria problemática para o consumidor, mas também para os servidores do serviço em questão. É inviável trabalhar com taxas de uploads tão absurdas e atender a uma grande quantidade de clientes. O Netflix até cogita implementar o 4K em um ou dois anos, mas não dá detalhes sobre a qualidade dos vídeos.

Os computadores também não estão prontos

Bom, se você acha que o sonho está longe, saiba que ele está muito além do que você imagina. Tirando as possibilidades de transmissão de canais em 4K, vídeos via streaming e o lançamento de Blu-rays com tamanha capacidade, nos resta apenas confiar na reprodução de conteúdo através de um computador.

Aqui, existe outra série de problemas que inviabiliza a adoção da tecnologia. Primeiro, é preciso considerar que para baixar um filme tão grande (supondo que um vídeo ocupasse apenas 2 ou 3 TB), o usuário deveria ter um disco gigantesco. Na prática, uma pessoa com dois HDs de 3 TB poderia armazenar apenas dois filmes. Até aqui, não seria impossível.
Estamos preparados para a resolução 4K? 
(Fonte da imagem: Divulgação/EVGA)

Acontece que há alguns quesitos prévios para que o consumidor possa executar vídeos em 4K. O primeiro deles é a presença de uma placa de vídeo capaz de processar tamanha quantidade de dados. Bom, nem todo mundo possui um computador com placa gráfica dedicada, algo que já dificulta a popularização da tecnologia.

Consideremos hipoteticamente que todos possuem placas robustas. Agora, vamos parar em outro problema: a tecnologia de transmissão. O padrão HDMI (presente em muitas TVs e monitores) já possui suporte para a tecnologia 4K, mas não possui banda para trabalhar com mais de 30 frames por segundo.

Para filmes, o HDMI até pode dar conta do recado, mas a tecnologia não seria suficiente para jogos e outras atividades com maior quantidade de frames. O DisplayPort, por outro lado, já vem melhor preparado para a novidade, porém ainda não está presente em uma grande gama de produtos.

Se você acha que os problemas acabaram aqui, devemos notar que eles estão apenas começando. Por ora, os sistemas ainda não estão bem adaptados à nova tecnologia. Conforme notícia recente do The Verge, o OS X, por exemplo, apenas realiza um upscaling (aumento de escala de pixels) do conteúdo do sistema para a resolução 4K.
Estamos preparados para a resolução 4K? 
(Fonte da imagem: Divulgação/ASUS)

Sobre essa técnica de esticar os pixels, devemos salientar que ela não melhora a qualidade em absolutamente nada. Basicamente, um mesmo pixel, que antes ocupava um determinado espaço, vai ocupar uma área quatro vezes maior. Na prática, isso quer dizer que o pixel cresceu em tamanho físico e que ele será muito mais aparente.

Bom, mesmo conseguindo configurar a placa para reproduzir tantos pixels, essa mudança na configuração de vídeo pode gerar lentidão no sistema e na resposta de alguns aplicativos. Tudo isso quer dizer que tanto sistema quanto software e hardware precisam ser adaptados e devidamente preparados para o novo padrão de qualidade.

Os únicos conteúdos que realmente podem oferecer melhoria significativa nos computadores são os jogos. Apesar disso, devemos ressaltar que somente placas de vídeo monstras (como a GTX Titan e a Radeon HD 7990) podem trabalhar com tamanha resolução sem sofrer com problemas de desempenho.

A piada é muito melhor no futuro

Pois bem, se você acha que a resolução 4K é extremamente absurda e desnecessária para uso em sua sala de filmes, saiba que a indústria do entretenimento está preparando algo ainda melhor. Em breve, vamos ter conteúdos com qualidade 8K. Com o dobro de pixels na largura e o dobro de pixels na altura, essa nova tecnologia resultará em números inimagináveis.

Estamos preparados para a resolução 4K? 
 (Fonte da imagem: Reprodução/SkySkan)

Se já não temos tecnologia suficiente para o padrão 4K, talvez nem seja preciso fazer cálculos para mostrar o quão inviável é apostar em conteúdos de definição tão elevada. Não temos como saber de que forma as fabricantes e produtoras de conteúdo pretendem contornar esses empecilhos, mas alguma solução vai aparecer muito em breve.


Via: Tecmundo
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A TV 4K mais cara que você já viu. (Fonte da imagem: Reprodução/The Verge)

Se você se assustou com os preços das TVs gigantes da Samsung e LG apresentadas na CES deste ano, fique sabendo que aquelas são brincadeira de criança comparadas com o supermonitor da Westinghouse. O modelo QX110 da fabricante tem 110’’, resolução Ultra HD (4K) e custa simplesmente US$ 300 mil ou mais de R$ 600 mil.

Fora isso, quem quiser ter esse “pequeno item de luxo” na sala de estar terá ainda que encomendar o produto diretamente com a fabricante. Ou seja, nada de espiar o produto em lojas. Contudo, apesar do preço, a TV que pode substituir uma parede em sua casa não possui qualquer função que a caracterize como uma SmarTV, coisa que é considerada básica em modelos desse porte de outras marcas.

Na verdade, um atrativo que poderia justificar a compra do produto é a sua capacidade de escalar conteúdos produzidos em 1080p para 4K, impedindo que as imagens fiquem distorcidas. Entretanto, segundo o pessoal do The Verge que pôde testar o produto fora da CES 2013, essa função não é muito eficiente. Dessa forma, se você tem essa pequena fortuna sobrando na sua conta, é possível comprar uma grande casa ou uma grande TV. Você escolhe.

 
Via: Tecmundo
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Já estamos testando o primeiro TV 4K (ou UltraHD, como preferem os fabricantes) a chegar ao mercado brasileiro. Mas essa não é a única característica que torna o modelo 84LM9600 especial. Com 84 polegadas, o novo LED-LCD 3D da LG é também o maior televisor que já passou por nossa sala de testes.

E isso ficou claro logo que o produto chegou. Foram necessários três homens para retirar o televisor da caixa gigante e instalá-lo com segurança em nosso rack reforçado. Afinal, são 70kg de peso (sem a base) distribuídos por 1m91 de largura e 1m12 de altura. E detalhe: mesmo assim, a espessura é de apenas 4cm.

No vídeo, vocês vão conhecer mais de perto este produto, que será comercializado em apenas dez lojas físicas de quatro cidades (São Paulo, Recife, Porto Alegre e Rio de Janeiro). Para saber mais detalhes do produto e da estratégia de vendas, clique aqui e aqui.

Logo de cara, as imagens em 4K enviadas pela LG e reproduzidas por um supercomputador (também fornecido pelo fabricante) chamaram a atenção de toda a equipe. Com uma nitidez evidentemente superior à da resolução Full-HD (são 3.840 x 2.160 contra 1.920 x 1.080 pixels), era fácil notar todos os detalhes da imagem, até quando chegávamos bem perto da tela.

Mas, por enquanto, o grande problema é mesmo a total falta de conteúdo neste formato. Assim, quem quiser se antecipar (e investir cerca de R$ 45.000 neste novo televisor), poderá ter apenas um “aperitivo 4K” utilizando o recurso de conversão de imagens para UltraHD. E aqui, uma sugestão: só vale a pena utilizar esse recurso com discos Blu-ray, games ou outros conteúdos de alta definição (disponíveis na TV paga e na internet, por exemplo). Mesmo assim, o resultado, apesar de bacana, não se compara à beleza inigualável do vídeo promocional em 4K enviado pela LG. Vamos, então, torcer para que cheguem logo ao mercado as primeiras fontes com resolução 4K!

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Seguindo os rastros da LG, que acaba de lançar sua primeira TV Ultra HD no Brasil, a Sony apresentou hoje o seu modelo, também com 84 polegadas e resolução quatro vezes superior à FullHD.

O televisor poderá ser encomendado nas lojas físicas da Sony no país a partir de dezembro por R$100 mil. São oito lojas, localizadas em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Salvador, Porto Alegre, São Caetano do Sul e Recife.
A TV tem uma tela LCD com 3840 x 2160 pixels de resolução e tecnologia 10 Unit Live Speaker, um sistema de som 3D com 50W de potência, que simula a atuação de um Home Theater 5.1 canais. Ela também é uma SmartTV, ou seja, conecta-se à Internet e oferece uma variedade de apps.

A novidade também é capaz de exibir imagens em 3D e vem com dois óculos inclusos no pacote. A TV ainda conta com o processador de vídeo 4K X-Reality PRO,  que, conforme a Sony, promete ganho de qualidade e redução de ruído nas imagens mesmo quando produzidas em resoluções inferiores.
Via: Adrenaline
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6 especificações de tela usadas pra confundir o consumidor 
 (Fonte da imagem: Divulgação/Sony)

Foi-se o tempo em que bastava consultar o tamanho de uma tela e sua resolução para verificar sua qualidade real. Atualmente, dispositivos como tablets, smartphones e televisores vêm acompanhados por displays cujas especificações são exibidas de forma extremamente detalhada, com direito a exibição de siglas misteriosas que chamam a atenção de que as vê.

Infelizmente, muitos dos dados disponíveis se mostram bastante enganosos, atuando somente como ferramentas de marketing para vender aparelhos que nem sempre possuem a qualidade prometida. Para evitar esse tipo de confusão, o Tecmundo preparou um artigo com alguns itens que você deve levar em conta na hora de analisar o display de um novo dispositivo.

Tamanho da tela

Esse quesito parece bastante simples de entender: ao medir o tamanho da diagonal de um display, é possível obter a quantidade de polegadas que ele possui. Porém, o que deve ser levado em conta na hora de adquirir um aparelho é a área total de sua tela, algo que pode variar bastante dependendo da relação de aspecto adotada por cada dispositivo.
6 especificações de tela usadas pra confundir o consumidor 
 (Fonte da imagem: Reprodução/SlashGear)

Para fazer uma comparação entre o tamanho real da área de dois dispositivos, basta usar a quantidade de polegadas da tela de cada um ao quadrado. Com isso, fica fácil perceber que um gadget de 7 polegadas (49) possui aproximadamente um display com menos da metade da área de um de 10 polegadas (100). Embora os números obtidos não sejam exatamente precisos, eles servem bem para fazer comparações em situações cotidianas.

A área também depende da relação de aspecto adotada pelas fabricantes, pois quanto menor esse número, maior será a quantidade de elementos que podem ser vistos. Um dispositivo de 10 polegadas com aspecto 4:3, por exemplo, possui uma tela 12% maior do que um aparelho com tamanho semelhante que incorpora o aspecto 16:9.

Pixels por polegada (PPI)

Com o lançamento do Retina Display da Apple, a quantidade de pixels por polegada passou a ser um dos quesitos mais destacados pelas fabricantes. Embora seja verdade que quanto mais elevado o PPI de uma tela maior será sua qualidade, é preciso levar em consideração a distância que um aparelho fica dos olhos de uma pessoa na hora antes de dar prioridade a essa informação.
6 especificações de tela usadas pra confundir o consumidor 
 (Fonte da imagem: Reprodução/Apple)

Um iPhone 4S, por exemplo, possui tela de 326 PPI, que vista de perto é realmente impressionante. Porém, tablets e laptops só precisam de 215 PPI para que um efeito semelhante seja percebido pelos usuários — algo recorrente do fato de que aparelhos do tipo normalmente são deixados a distâncias maiores dos olhos de seus usuários.

Por isso, antes de investir em um novo dispositivo, vale a pena levar em conta suas características próprias para verificar se a quantidade de PPI oferecida realmente vai fazer a diferença. Para obter mais detalhes sobre essa característica, confira o artigo do site Display Mate que explica por que muitas das HDTVs disponíveis no mercado também podem ser consideradas verdadeiras Retina Displays.

Gama de cores

A gama de cores de um produto corresponde à quantidade de cores totais que sua tela é capaz de reproduzir. Porém, se engana quem acredita que, quanto maior esse número, melhor vai ser a qualidade das imagens exibidas.
6 especificações de tela usadas pra confundir o consumidor 
(Fonte da imagem: Reprodução/Eizo)

Caso você deseje ver a real qualidade de uma imagem ou vídeo, é preciso que o aparelho adquirido seja capaz de reproduzir corretamente o padrão sRGB/Rec.709 seguido pela indústria produtora de conteúdos. Caso um display tenha uma gama de cores muito grande, a tendência é que os tons exibidos por ele apareçam de forma exagerada e distorcida — por outro lado, uma gama de cores menor pode resultar em colorações apagadas.

Na prática, a maioria dos televisores LCD possui uma gama menor de cores do que aquela definida pelo padrão sRGB/Rec. 709, enquanto os dispositivos OLED produzem uma quantidade maior. Em geral, é mais agradável ao olho humano visualizar imagens que possuem uma gama menor de tons, já que elas apresentam contornos mais suaves.

LED

Quem acredita que comprou um televisor ou smartphone com display LED na verdade  adquiriu um produto com uma tela LCD convencional, já que painéis construídos com base nessa tecnologia só são usados em grandes outdoors comerciais. Quando se trata de outros produtos, a sigla na verdade se refere à maneira como a iluminação de um dispositivo é feita — algo que dificilmente é especificado pelas fabricantes na hora de vender algum aparelho.

Tempo de resposta

Ao comprar alguns dos televisores LCD disponíveis no mercado, muitas vezes surgem imagens borradas quando um vídeo é exibido através de suas telas. Isso acontece porque o cristal líquido dos aparelhos não consegue responder adequadamente à quantidade de quadros por segundo do conteúdo exibido, causando o efeito desconfortável.
6 especificações de tela usadas pra confundir o consumidor 
(Fonte da imagem: Divulgação/LG)

Em um mundo ideal, o tempo de resposta de todos os aparelhos disponíveis no mercado seria inferior a 17 milissegundos (ms), porém isso não é exatamente o que acontece. Embora fabricantes afirmem que seus produtos possuem tempos de resposta de 8 ms, 4 ms ou até mesmo 1 ms, isso não corresponde exatamente à realidade.

Testes realizados pelo site Display Mate mostram que a maioria dos dispositivos vendidos atualmente no mercado apresentam um tempo de resposta superior a 30 ms, mesmo suas especificações digam o contrário. No final das contas, esse valor acaba servindo mais como uma ferramenta de marketing por parte das companhias do que algo que realmente corresponde às características reais dos produtos disponíveis nas lojas.

Ângulo de visualização superior a 170°

Quando você lê que uma tela oferece um ângulo de visualização de 170°, a impressão que fica é a de que qualquer observador que respeite esse limite vai ser capaz de ver imagens com qualidade cristalina. Porém, na prática isso simplesmente significa que, ultrapassando esse valor, a relação de contraste do aparelho fica abaixo de 10, valor considerado insignificante.

Essa especificação é bastante enganadora, já que as fabricantes nunca deixam claro que, a não ser que você esteja vendo conteúdos a partir de um ponto em específico (geralmente localizado em frente ao aparelho), haverá uma queda de qualidade na experiência obtida. Para comprovar isso, faça o teste: deixe uma imagem estática em destaque em seu dispositivo e perceba como ela muda conforme você altera o seu ponto de vista.

 
Via: Tecmundo
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E as novidades pré-IFA 2012 continuam. A LG anunciou hoje uma nova Smart TV com 27 polegadas, a TM2792.

Batizada pela empresa como Personal Smart TV, o novo modelo com 27 polegadas utiliza painel IPS, possui resolução nativa full HD (1920 x 1080; 1080p) e inclui suporte para as tecnologias DLNA, Wi-Fi Direct e WiDi (Wireless Display).

A nova TV também suporta as funções LG Cinema 3D e LG Cinema Screen, possui conectores D-Sub, HDMI, vídeo composto, vídeo componente e outros.

A Personal Smart TV da LG também pode ser usada como monitor para PCs e possui três portas USB e uma porta LAN.

A LG ainda não divulgou o preço deste novo modelo, mas deve divulgar mais detalhes durante a IFA 2012.
 


Via: Baboo
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A Sony está planejando anunciar durante a IFA 2012, evento que será realizado em Berlim a partir de 31 de agosto, uma nova TV com 84 polegadas e resolução 4K (3840 x 2160).

De acordo com o site C|Net, a nova TV será ultrafina e terá alto-falantes removíveis. Alguns rumores dizem que a TV chegará ao mercado custando cerca de US$ 30.000, mas isso ainda não foi confirmado pela Sony.

A empresa atualmente já oferece um player de discos Blu-ray compatível com a resolução 4K, o BDP-S790.


Via: Baboo

 
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A LG anunciou hoje sua primeira Smart TV 3D com 84 polegadas e Ultra Definição (UD) na Coreia do Sul. A nova Smart TV 3D UD da LG é a resposta da empresa à crescente demanda por telas maiores e mais imersivas.

O modelo 84LM9600 possui resolução 4K (3840 x 2160) e utiliza a tecnologia Triple XD Engine para conseguir isso.

A Smart TV da empresa também possui um sistema de som 2.2 composto por dois alto-falantes com 10W de potência e dois woofers com 15W.

Além disso, ela suporta a conexão de HDs externos e a execução de aplicativos.

 
 
 
Via: Baboo
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A AOC anunciou o lançamento no Brasil de sua nova linha de monitores LED ‘Série 54’. A nova linha traz dois monitores com 18.5 e 21.5 polegadas, o T954we e o T2254we.

O modelo T2254we possui resolução full HD (1920 x 1080) e custa R$ 649, enquanto que o modelo T954we possui resolução de 1366 x 768 e custa R$ 549.

Ambos podem ser usados como TV e possuem conversor de sinal digital integrado, controle remoto e baixo consumo de energia.

 


Via: Baboo
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É cada vez comum apresentarmos nas páginas da revista HT&CD ambientes com sofisticados sistemas de home theater que incluem XBox 360 ou PS3. Por isso, não é estranho recebermos aqui na redação várias perguntas sobre qual a melhor TV LED-LCD para o uso com videogame.

Como você já sabe, temos como política interna (e ética) não indicar marcas e modelos de produtos, porém, há certas características que os jogadores (gamers) devem saber antes de escolher a melhor LED-LCD e curtir seus jogos sem estresse sozinho, em rede ou com a família.  O primeiro passo é procurar uma TV com resolução Full HD e tempo de reposta mais baixo (inferior a 6ms) para evitar desagradáveis rastros ou borrões nas imagens em movimento.

A tecnologia 3D (veja o hotsite TV 3D) também pode ser um grande benefício, principalmente em algumas TVs que trabalham com óculos passivos, onde cada jogador tem sua própria realidade tridimensional, aproveitando a tela inteira, sem ter que dividi-la ao meio como tradicionalmente acontece.

Outra característica importante não apontada pelos fabricantes em seus manuais técnicos e que deve ser avaliada pessoalmente por quem gosta de games é o “Input Lag”. Esse fenômeno, associado as TVs de tela fina por conta do processamento dos sinais digitais, consiste na diferença de tempo que o sinal leva desde a chegada à entrada (HDMI) até sua apresentação na tela.

Assim, quanto mais elevado é esse tempo, maior também será o delay entre os comandos feitos pelo usuário e a sua execução na tela, o que pode afetar diretamente no desempenho dos jogos e frustrar a diversão. Mas para você saber como é o comportamento da TV neste quesito, terá de ir a um show room de magazine onde a TV que você procura esteja em exposição.

Caso você tenha a sorte do aparelho estar ligado a um console, perfeito: basta apenas levar um jogo que você conheça bem e fazer o teste. Caso contrário, fale com o gerente e veja a possibilidade de conectar algum console à venda na loja. Sei que isso é difícil, mas em alguns locais é possível.


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Não, a modelo não é bônus para quem fez pré-compra. (Fonte da imagem: Reprodução/LG)

Ainda nesta semana, falamos sobre a TV de 75 polegadas da Samsung. Era enorme, bonita e o sonho de consumo de todo mundo — mas deixa de ser a maior tela disponível no mercado. Isso porque a também sul-coreana LG decidiu iniciar a pré-venda de sua Ultra High Definition TV (UHDTV para os íntimos).

No entanto, não se trata apenas de uma monstruosidade de 84 polegadas na parede de sua sala, mas sim de um aparelho capaz de reproduzir imagens com resolução 4K em 3D, ou seja, oferecendo o melhor de qualidade na hora de ver seus filmes — que ainda rodarão em 1080p, diga-se de passagem.

A televisão começará a ser vendida no final de agosto pelo equivalente a US$ 21.975 — ou seja, “apenas” R$ 44.460 na cotação atual. Para quem já realizou a pré-compra, a LG irá oferecer ainda um par de óculos 3D extra e uma câmera de vídeo portátil para que os compradores possam fazer gravações domésticas na absurda resolução 4K.

Se você ficou empolgado, é melhor devolver essa pequena fortuna ao banco, já que ainda não há previsão para que a UHDTV chegue para essas partes do mundo. Com apenas 84 peças fabricadas, ainda não se sabe quando o modelo estará disponível fora da Coreia do Sul.

 
Via: Tecmundo
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