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Se ultimamente o seu perfil no Facebook começou a mostrar publicações que não foram feitas por você, com conteúdo inadequado e SPAM, tenha certeza que sua conta foi infectada por Clickjacking.

Ele passa a afetar sua conta no momento em que algum contato já infectado compartilha conteúdos atrativos falsos (geralmente ligado a escândalos ou mortes de celebridades) em formato de vídeo. Ao clicar no play, você não visualiza qualquer vídeo, já que tudo não passa de uma armadilha, e a sua conta é instantaneamente infectada.

Mas o que fazer assim que a sua conta for atingida pelo golpe? Aqui vamos mostrar como você pode descobrir o que aconteceu em seu Facebook e o passo a passo para se livrar do conteúdo (impedindo que mais contatos caiam na roubada).

Exclua o conteúdo indesejado

Facebook: como saber se sua conta foi infectada pelo Clickjacking
O primeiro passo para tudo é eliminar os posts que apareceram na sua timeline. Para isso, abra o seu perfil no Facebook e, ao passar o mouse sobre a publicação, clique no botão que aparece no canto superior direito da postagem. Clique em “Excluir” e confirme a ação.

Apague ações feitas por invasores

Facebook: como saber se sua conta foi infectada pelo Clickjacking
Em seguida, clique no botão “Registro de atividades”, no canto superior direito da página. Ali, você pode conferir as ultimas ações realizadas na sua conta. Confira ali se existe alguma atividade que não foi realmente feita por você, como conteúdos curtidos ou links que não foram postados por você.
Facebook: como saber se sua conta foi infectada pelo Clickjacking
Caso isso tenha acontecido, clique no pequeno lápis que aparece ao lado direito da publicação e clique em “Desfazer”.
Facebook: como saber se sua conta foi infectada pelo Clickjacking
Você também deve conferir a lista de aplicativos autorizados ao clicar no botão “Apps” da barra lateral. Caso tenha algum aplicativo desconhecido ali, revogue a autorização.

 
Via: Baixaki
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Malwarebytes Anti-Exploit é um aplicativo para prevenir a entrada de aplicações maliciosas no seu computador por meio de vulnerabilidades do sistema.

Aplicando um monitoramento constante dos programas abertos no computador, o software procura mantê-los protegidos contra ameaças.

Para isso, o programa mantém um sistema de proteção preventiva (em tempo real) para detectar todas as tentativas de abuso e impedi-las imediatamente. Vale apenas reforçar que esta aplicação ainda está em fase de desenvolvimento e testes (Beta) e pode nem sempre se comportar da maneira esperada, apresentando bugs.

Prevenindo vulnerabilidades

Normalmente, um antivírus é capaz de lidar bem com as pragas virtuais espalhadas pela internet. Porém, existem malwares que são focados em explorar vulnerabilidades previamente conhecidas nos aplicativos e atacá-las antes que a “fraqueza” seja divulgada e atualizada nas bases de dados dessas ferramentas.

Esse tipo de ataque é conhecido como “zero-day attack” (ataque do dia zero em uma tradução livre), pois ele ocorre no “dia zero” de ciência do problema. Para prevenir a entrada de softwares maliciosos que se aproveitam desse tipo de problema, o ideal é instalar um programa como o Malwarebytes Anti-Exploit.
Interface do programa
Com ele, você garante o monitoramento de uma série de aplicativos no seu computador, como os navegadores e os componentes que funcionam em conjunto com eles, por exemplo.

Proteção total

Logo após instalar o programa, como um padrão, ele imediatamente ativa a proteção do seu computador. O aplicativo permanece ativo em segundo plano e, para acessar o seu painel de ferramentas, basta clicar com o botão direito do mouse no ícone presente na Bandeja do sistema e escolher a alternativa “Show Malwarebytes Anti-Exploit”.

A interface do programa está dividida em abas para que você possa visualizar mais facilmente as informações disponíveis. Na primeira guia, “General”, você pode observar o número de aplicativos protegidos, quantas tentativas de ataque foram bloqueadas e a quantidade de arquivos enviados para a quarentena. Nela, também é possível parar a proteção clicando em “Stop Protection”.
Acesso pela Bandeja do sistema
A segunda aba, “Shields”, traz uma lista com todos os programas para os quais o Malwarebytes Anti-Exploit oferece suporte. Já em “Logs” você pode visualizar o histórico de atividades do aplicativo, exibindo os softwares protegidos no seu computador. Por último, “Exclusions”, provavelmente serve para montar uma “lista branca” no computador, mas, aparentemente, a função ainda se encontra desativada.

Via:
Baixaki
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Pesquisadores detectam vírus que apaga dados de HDs
Um grupo de pesquisadores sul-coreanos da empresa especializada em segurança digital Symantec, encontrou o vírus responsável por derrubar o sistema de seis bancos e de transmissoras de sinal do país no último mês de março. Chamado Trojan.Korhigh, trata-se de um vírus que apaga dados de discos rígidos e que destrói áreas nativas do sistema de computadores, deixando ele inutilizável.

Trojan.Korhigh, o vírus que apaga dados de discos rígidos

Além disso, o Trojan.Korhigh já foi modificado desde então e atualmente também é capaz de trocar senhas e de atacar arquivos específicos de um computador ou sistema, por exemplo. O grupo hacker responsável pelo malware já foi descoberto pela Symantec, trata-se do Dark Seoul, no entanto os autores dos ataques e criadores do vírus ainda não foram identificados.

De quebra, uma empresa de segurança digital israelense chamada Seculert alertou sobre outro vírus que pode estar destinado a ataques em terras sul-coreanas, o PinkStats. Desenvolvido por grupos hackers que se comunicam em chinês para realizar ataques ao redor do mundo, ele já contaminou mais de mil computadores de acordo com o relatório da Seculert.

Além da Coreia do Sul, a vizinha Coreia do Norte já foi alvo de ameaças de ataques cibernéticos. Semana passada o Anonymous prometeu invadir a intranet e liberar documentos secretos do exército norte-coreano na rede mundial de computadores. O grupo já fez ataques a Coreia do Norte, mas de forma mais modesta, invadindo apenas as contas oficiais do país no Twitter e no Flickr.

Via: Baboo
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Vírus poliglota é propagado pelo Skype


  É bom tomar cuidado com links para fotos em que você esteja "hilariante"! (Fonte da imagem: Reprodução/Kaspersky)

Há uma nova ameaça à tranquilidade das prosas via Skype. Se antes era relativamente fácil identificar frases emitidas por usuários algures como vírus em potencial — digamos, frases que começam com “Hi there!” —, a coisa deve ficar um tanto mais complexa agora. Isso porque a ameaça recentemente descoberta pelo Kaspersky Lab é “poliglota”, sendo capaz de detectar idiomas antes de disparar trechos convidando aos tradicionais links duvidosos.


E sim, o português está entre as línguas dominadas pelo vírus. Bem, não exatamente, considerando-se que alguns usuários do serviço têm encontrado frases como “Você olhar hilariante nesta foto (sic)”, por exemplo. Por trás de cada uma dessas frases — enviadas por alguém da sua lista de contatos —, há um link encurtado que conduz usuários desavisados a diversos sites de download, como o 4shared.

À tradução, segue-se um link cujo final inclui um “.png”, por exemplo, o que indica uma imagem, certamente tornando o ataque mais insidioso. Caso o usuário incauto baixe o arquivo e o execute, haverá mais um computador disparando as mesmas pérolas literárias — o que pode incluir também “Esta é uma foto muito legal da sua parte”.

5% das vítimas são do Brasil


De acordo com dados revelados pela Kaspersky, 526 do total de vítimas do novo vírus são do Brasil — uma fatia considerável de 5% de todos os computadores afetados.


“A fim de definir qual idioma será utilizado na disseminação dos links maliciosos, o worm possui uma função capaz de determinar a localização da vítima, partindo de uma lista de países e detectando o idioma do sistema operacional”, afirmou o analista Fabio Assolini, em publicação na última terça-feira. “Ele pode disparar mensagens em espanhol, russo, inglês, alemão e vários outros.”

Uma rede de zumbis no horizonte


De acordo com a Kaspersky, a razão última de existência da ameaça poliglota do Skype é a produção de uma enorme rede-zumbi de computadores — os quais passam a realizar ataques, enviar spams etc.


A empresa também adverte que algumas variantes também instalam geradores de Bitcoin no computador das vítimas — espécie de moeda corrente criptografada, a qual é produzida por qualquer usuário que utilize muito poder de processamento. Dessa forma, fica o alerta: caso o seu PC tenha se tornado inexplicavelmente mais lento, e caso alguns processos ocupem constantemente mais de 90% da CPU, talvez seja o momento de fazer alguma coisa.

Via: Tecmundo
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Instituto especializado aponta os melhores antivírus de março de 2013
AV-Comparatives divulga mais um relatório sobre os antivírus do mercado. (Fonte da imagem: Divulgação/AV-Comparatives)

Pelo menos duas vezes ao ano, a AV-Comparatives realiza estudos com os programas antivírus mais populares do mundo, visando colocar à prova a habilidade desses aplicativos em proteger o seu computador. A companhia austríaca se tornou referência no ramo e, nesta quarta-feira (10), divulgou um novo relatório completo de suas últimas análises.

Os resultados alcançados pelo instituto concluiram que 55% das URL maliciosas coletadas seriam capazes de afetar negativamente o funcionamento do Windows ou algumas de suas aplicações. O restante não causou qualquer mal enquanto plugins, aplicativos e o sistema operacional estavam atualizados, o que reforça a necessidade de manter tudo sempre em dia para reduzir as chances de problemas no computador.

De todos os produtos analisados, apenas quatro deles foram capazes de alcançar 100% de proteção contra amostras de malwares largamente difundidos usados no teste. A AV-Comparatives ressalva, contudo, que devido ao dinamismo da web, é possível que os desempenhos possam ser alterados de mês em mês.

Os 22 aplicativos submetidos ao teste, todos com o banco de dados de vacinas atualizados, foram:


  • Qihoo 360 Security 4.0;
  • Tencent QQ PC Manager 4.0;

Teste do mundo real

A AV-Comparatives realiza um teste chamado “Teste de Proteção do Mundo Real”, que pretende colocar os antivírus para enfrentar desafios do dia a dia de uso, verificando como ele vai se comportar no seu computador. Ele verifica a capacidade de identificar um problema assim que ele acontece.

Foram realizados 422 testes ao longo de todo o mês de março e o resultado foi totalmente positivo (100% de proteção automática, sem qualquer interferência humana) com apenas quatro softwares: Emsisoft Anti-Malware, F-Secure, G DATA e Kaspersky. Como aponta o gráfico abaixo, todos os aplicativos tiveram pelo menos 90% de proteção automática garantida.

Instituto especializado aponta os melhores antivírus de março de 2013
(Fonte da imagem: Divulgação/AV-Comparatives)

Dos 22 analisados, o pior desempenho foi do AhnLab V3 Internet Security (pouco mais de 90%), Tencent QQ PC Manager (quase 94% de desempenho positivo) e o AVG (com pouco mais de 94%).

Outra ressalva feita pela AV-Comparatives dá conta de que o desempenho registrado aqui pode mudar de acordo com o malware enfrentado, afinal, por mais que os testes usem diversos tipos diferentes de vírus e outros arquivos mal-intencionados, novas ameaças podem surgir e também há aquelas que ficaram de fora desta análise.

Detecção de arquivos

Instituto especializado aponta os melhores antivírus de março de 2013
(Fonte da imagem: Divulgação/AV-Comparatives)


Outro teste bem importante é o que mede a capacidade de um programa antivírus em identificar um malware a partir do escaneamento do sistema. O gráfico acima mostra a porcentagem de arquivos infectados que foram ignorados pela varredura do antivírus, ou seja, quanto menor a taxa de amostras não identificadas, melhor é a busca por problemas do aplicativo.

Nesse sentido, os melhores desempenhos foram alcançados por G DATA (0,1% de amostras ignoradas), Avira (0,4%) e F-Secure (0,5%); os três piores foram Symantec (8,8% das amostras ignoradas), AhnLab (7,7%) e ESET (2,5%).

Falsos positivos

Instituto especializado aponta os melhores antivírus de março de 2013
(Fonte da imagem: Divulgação/AV-Comparatives)


Outra medida de desempenho de programas antivírus avalia a questão dos falsos positivos, os arquivos saudáveis “confundidos” com malwares pelo aplicativo. Os softwares da Microsoft (nenhum falso positivo), Fortinet (apenas cinco) e Kaspersky e Sophos (ambos com seis falsos positivos) obtiveram os melhores resultados.

A parte debaixo da tabela ficou com os softwares da Emsisoft (38 falsos positivos), Vipre (30) e Panda (28). Vale lembrar que, em março, os testes realizados pelo instituto levaram em conta a utilização de 422 amostras infectadas.

Os melhores

Levando em conta os resultados publicados, podemos destacar como os cinco melhores desempenhos nos testes da AV-Comparatives os seguintes programas:



Via: Tecmundo
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Maior ataque da história da internet causa lentidão na rede do mundo todo 
(Fonte da imagem: OECD)

Se você estiver passando por problemas ao tentar usar a internet hoje (27), é provável que a culpa não seja de seu provedor: isso é, com grandes chances, resultado de um dos maiores (se não o maior de todos) ataques hackers da história.

O ataque consistiu em uma versão melhorada do já conhecido DDoS, que também ataca o DNS da rede. Dessa maneira, não é possível parar o ataque por completo, pois seria necessário desligar todos os sistemas DNS infectados, o que poderia causar danos catastróficos à internet.

De acordo com o Mashable, os sistemas da Spamhaus, a empresa-alvo do golpe, sofreu um ataque que ultrapassou qualquer precedente, atingindo um total de 300 gigabits por segundo. A quantia de informação é tão grande que está “engarrafando” parte do tráfego da rede no mundo todo.

Uma ação de vingança?

A Spamhaus é uma empresa conhecida no mundo da segurança da internet: calcula-se que 80% dos spams existentes na rede são bloqueados graças a ela. Então por que um ataque desse tamanho para uma companhia que ajuda tanto o público?

Segundo algumas especulações, isso pode ser uma mera retaliação causada por um dos sites que entraram para a lista recentemente, o Cyberbunker – um serviço de armazenamento conhecido por aceitar todo tipo de arquivo. Agora, resta saber se esse seria um ataque feito pelo próprio serviço ou se seria uma ação de “defensores da internet livre”.


Via: Tecmundo
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avast! Free Antivírus 8 traz mais uma opção de aplicativo para manter o seu computador protegido contra vírus e outras pragas virtuais.
O principal objetivo do programa é prevenir contaminações na máquina por meio das proteções em tempo real, além de tratar possíveis infecções já instaladas no disco rígido.
O programa é completamente gratuito para o uso, mas é preciso escolher a opção correspondente ao antivírus na hora da instalação (como será explicado abaixo).

Instalação, itens extras e registro

Ao começar a instalação do programa, logo no início do processo, ele pergunta se você deseja instalar o antivírus ou a suíte de segurança (Avast! Internet Security). Para instalar o antivírus, clique no botão “Instalar o avast! Free Antivírus”.
Escolhendo o antivírus
Em seguida, uma nova tela é exibida oferecendo a possibilidade de você instalar o aplicativo do Google Drive no seu computador. Caso você não queira realizar a ação, selecione a alternativa “Instalação personalizada” e desmarque a opção “Sim, instalar o Google Drive”.
Cuidado com os extras
Feito isso, basta prosseguir com a instalação normalmente. Ao final, o programa solicita que você registre o produto e é possível tanto fazê-lo criando uma conta com o seu email ou o seu login do Facebook, clicando na alternativa que esteja de acordo com o que você quer fazer.

Abrindo o programa

Ao entrar no programa, a tela principal é aberta, apresentando todos os módulos de funções disponíveis no avast! Internet Security na forma de botão. Por isso, você percebe que algumas delas estão desativadas no antivírus (como o Firewall e o SafeZone). A partir dessa janela, você pode acessar a análise por vírus, a ferramenta de atualização de programas instalados e o setor de estatísticas.
Tela inicial
Se você clicar na aba ao lado, “Segurança”, é exibido na tela o estado do computador (em “Resumo”). Além disso, na alternativa “Estatísticas”, você pode ver um gráfico das atividades exercidas pelos módulos do programa, apenas selecionando aquele que você quiser ver.

Análise do computador em busca de infecções

A busca de vírus pode ser acessada tanto a partir da tela inicial, como já citado, como na aba “Segurança”, por meio da alternativa “Antivírus” (na opção “Escaneamento”). O programa oferece cinco tipos de verificação. Por meio do “Escaneamento rápido”, você pode fazer uma varredura apenas dos setores críticos do computador, tomando menos tempo.
“Escaneamento completo do sistema” oferece a análise profunda do computador. Esse procedimento costuma demorar um pouco mais, mas vale a pena executá-lo de tempos em tempos para garantir a segurança da máquina. Caso deseje, você também pode verificar apenas dispositivos de armazenamento externos (pendrives e HDs externos, por exemplo), na opção “Escaneamento da mídia removível”.
Escolha a análise
Da mesma forma, também é possível varrer apenas diretórios específicos (em “Selecione uma pasta para escanear”) ou agendar a verificação para quando o computador for reiniciado (por meio da opção “Escaneamento ao reiniciar”). Independente da opção escolhida (com exceção da última, que gera um agendamento), após clicar no botão do processo, a análise é imediatamente iniciada.
O andamento da operação pode ser acompanhado em tempo real por meio da exibição de uma barra de progresso e dos arquivos que estão sendo rastreados. Ao final do procedimento, o programa exibe uma lista com os resultados. Se houver alguma ocorrência, você pode selecioná-la e solicitar que o programa tome a ação necessária para resolver o problema.

Atualização de programas e outras ferramentas

No setor de segurança, também está disponível uma ferramenta para você atualizar os programas instalados no computador. Essa função é acessada por meio do botão “Software Updater” e, logo ao clicar no botão citado, você pode observar que o aplicativo monta uma lista com todos eles.
Atualizando os programas instalados
Caso você deseje atualizar a lista, basta clicar no botão “Escaneando” para que ele realize uma nova verificação. Em cada item você pode observar o seu estado (atualizado ou não) e, sempre que houver alguma atualização pendente, é possível clicar em “Corrigir”. Isso faz com que você acesse a página do desenvolvedor da aplicação e possa baixar a versão mais recente do programa.
Este aplicativo também conta com ferramentas adicionais que podem ser encontradas por meio do botão “Ferramentas”. Ali, você encontra e baixa um aplicativo para fazer o bloqueio de sites suspeitos (uma espécie de função para montar uma “lista negra”) e atalhos para baixar outras ferramentas da avast!.

Quarentena e relatórios

Caso você queira observar os arquivos que foram identificados como suspeitos e mandados para a imunização, basta acessar a aba “Manutenção” e clicar em “Quarentena”. De tempos em tempos, é bom acessar este setor do aplicativo, pois a cada dia surgem novas soluções para pragas virtuais mais antigas, podendo já haver uma forma de descontaminação disponível no aplicativo.
Relatórios
Outra função interessante que pode ser encontrada no setor de manutenção são os relatórios (em “Logs de escaneamentos”). Ali, você pode visualizar uma lista com as atividades de análise realizadas pelo programa, além de abrir os registros para ler os resultados obtidos na verificação.

 
Via: Baixaki
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A Fundação Procon-SP publicou nesta quarta (28) uma lista negra de sites não recomendados para compras online. 

De acordo com o órgão, essas lojas virtuais acumularam queixas da não entrega do produto comprado e demoram a resolver problemas dos clientes.

A lista completa, com 200 sites, pode ser acessada no site do Procon (em pdf). Alguns endereços nem estão mais operando.

“Denunciamos os casos ao Departamento de Polícia e Proteção a Pessoa (DPPC) e ao Comitê Gestor da Internet (CGI), que controla o registro de domínios no Brasil, mas, o mais importante é que o consumidor consulte a lista antes de fechar uma compra pela internet”, disse o diretor executivo do Procon-SP, Paulo Arthur Góes.
Via: Mundobit
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