Será que a Motorola não desistiu dos teclados qwerty deslizantes? (Fonte da imagem: Reprodução/Weibo)
Fazia um bom tempo que não víamos nenhum lançamento de
smartphones Android com um teclado QWERTY físico deslizante. Algumas
marcas como a LG e Samsung ainda vendem modelos no Brasil com botões
físicos nesse formato, mas eles são basicamente construídos no formato
de barra. Sendo assim, para a surpresa geral, novas imagens apresentam o
que pode ser o próximo Motorola Milestone 5 (ou Droid 5, coma linha é
chamada nos EUA).
Como você pode ver nas imagens, o aparelho, apesar de não ter a tampa
traseira, parece encontrar-se num estágio de desenvolvimento bem
acabado, tanto que é possível até ligar o dispositivo. Prova disso é a
foto que mostra a interface da câmera do aparelho, nada diferente do que
vemos na linha Razr atualmente comercializada no Brasil.
Interface da câmera é a mesma utilizada na linha Razr. (Fonte da imagem: Reprodução/Weibo)
Esse possível lançamento da Motorola chegou como uma grande surpresa à
rede social chinesa Weibo, uma espécie de Twitter do país asiático, e
chamou atenção por conta do seu teclado. Segundo o usuário que vazou
essas imagens, o aparelho deve ter conexão NFC e carregamento sem fio.
Fora isso, podemos supor que, pela aparência do dispositivo, ele deve
possuir uma tela de 4,3’’, 4,5’’ ou mais.
Antes do lançamento do Moto X e dos últimos Droids nos EUA, o CEO da
Motorola tinha comentado que a empresa teria vários lançamentos para
mostrar até outubro deste ano. Entretanto, com quatro novos modelos,
todo mundo achou que isso era tudo, fato desmentido pelo Milestone 5.
Mas como já estamos no fim de agosto, será que vai dar tempo de
apresentar esse novo Android até outubro?
Via: Tecnologia
Android - Motorola - Rumores - Smartphones - Tecnologia
(Fonte da imagem: Reprodução/Assets)
Um dos lançamentos mais esperados para o segundo semestre deste
ano é o smartphone Moto X — dispostivo que deve ser o carro-chefe da
Motorola e chamar a atenção dos possíveis compradores por conta das suas
alternativas de personalização. Se você está interessado, vale lembrar
que o aparelho chega às lojas brasileiras no dia três de setembro.
Para atiçar as expectativas dos brasileiros que pretendem colocar as
mãos em um Moto X, a companhia responsável pelo smartphone já
disponibilizou o aplicativo para comandos de voz na Google Play. O mais
importante é que o software está programado para receber todo os tipos
de comandos em português brasileiro, de modo que você não vai ter
problemas para “conversar” com o gadget.
Um pouco de paciência...
Caso você queria conferir um pouco mais sobre o programa, clique aqui
e acesse a página do aplicativo na loja digital da gigante de Mountain
View, a Google Play. O software também está disponível para o pessoal
que tem os aparelhos Droid Ultra, Droid Mini e Droid Maxx — além de
contar com suporte para o inglês, espanhol e francês.
Apesar de todas essas informações estarem disponíveis, não há uma
previsão concreta para o preço que vai ser cobrado pela novidade em
território brasileiro. Por conta disso, vamos precisar esperar até o
próximo dia três para ter certeza sobre esse e outros detalhes do futuro
lançamento. Você está ansioso?
Via: Tecmundo
Android - Celular - Google - Motorola - Smartphones - Tecnologia
O Moto X não era segredo nenhum. Já sabíamos muitas coisas sobre ele
antes do seu lançamento. Mas agora ele está entre nós! É o primeiro
smartphone feito em parceria entre a Motorola e o Google. Passamos um
tempo mexendo nele, e eis as nossas primeiras impressões.
Design
Podemos dizer que a Motorola não apostou tanto em design nos últimos
anos. Ao menos não do ponto de vista dos consumidores médios: a linha
Droid tem um grande apelo para geeks. Ela tem ângulos retos, traseira em
Kevlar, e olhos assustadores de robôs. Mas isso aqui é diferente. É
incrivelmente suave, mesmo com a tela de vidro curvada sobre os cantos,
fazendo tudo parecer bastante arredondado. A traseira também tem uma
curva satisfatória (ainda mais acentuada do que a do HTC One). Para
acomodar isso, a Motorola desenvolveu uma bateria especial que não é
retangular (ela tem 2200 mAh). A traseira curvada é preenchida pela
bateria, e não pelo ar.
E é mais ou menos isso que o dispositivo segue no geral: não há muito
espaço perdido. A tela tem o mesmo tamanho do HTC One (4,7 polegadas),
mas o Moto X é menor e mais estreito (12,9 x 6,5 cm para o Moto X e 13,7
x 6,8 cm no One). Ele também pesa 129 gramas, enquanto o One tem 142g.
Então você tem um dispositivo com a mesma tela mas que parece muito
menor na sua mão e não pesa tanto no seu bolso.
Nos falaram que a traseira tem material composto, e mesmo que não
acreditamos que seja o Kevlar (aparentemente é um tipo de policarbonato
emborrachado), ele parece bem sólido. Tem um acabamento suave e é
bastante aderente. As impressões digitais não serão um problema no Moto
X.
Na frente temos uma tela AMOLED de 4,7 polegadas com resolução
720×1280 (316 ppi). Isso pode ser decepcionante para quem esperava
Full-HD como em outros dispositivos já disponíveis (o HTC One tem
468ppi). Mas a maior parte das pessoas não vão notar e nem se importar
com isso. 316 ppi é excelente (em comparação, o iPhone 5 com a sua tela
retina tem 326). A tela é brilhante, as cores parecem boas e os pretos
são como você está acostumado a ver em telas AMOLED. Diria que 99% das
pessoas vão olhar para a tela e achar que ela é incrível. E mais: se
alguém disser que é 1080p você provavelmente acreditaria.
Desempenho
A Motorola está fazendo algo único com as entranhas dos seus novos
smartphones. Eles usam o novo sistema de computação X8. “Não é um SoC
(system on a chip), é uma série de produtos discretos colocados em uma
placa”, me contou Steve Sinclair, da Motorola. Geeks podem se preocupar
ao descobrirem que o processador é um Qualcomm Snapdragon S4 com 1,7GHz
de clock, mas também há uma GPU Adreno 320, dois processadores de baixa
energia, um para linguagem natural e outro para computação contextual.
Isso dá um total de 8 núcleos, todos otimizados para tarefas diferentes.
Ele também tem 2GB de RAM para ajudar em tudo isso.
O mais importante, no entanto, é que ele é RÁPIDO. Nas
poucas horas que brinquei com um, não enfrentei lag nem nada. Parece até
mais rápido que HTC One, Galaxy S4 e iPhone 5 (mas vamos ver como ele
se sai com testes mais profundos). Apps abrem rapidamente, o scroll é
suave. Esperamos que isso melhore quando ele receber a atualização para o
Android mais recente. E falando nisso…
Software
Apesar da Motorola ser agora uma “empresa Google”, o Moto X será
lançado com o Android 4.2.2 (Jelly Bean). O Android 4.3 foi lançado na
semana passada. Não é uma grande atualização, mas deve ajudar a deixar
as coisas ainda mais rápidas e adicionará o suporte ao Bluetooth 4.0.
Mas a ótima notícia é que o Moto X roda basicamente um Android stock.
Ele é bem limpo e aquele monte de bobagem do MotoBlur não existe mais. O
Moto X não muda muita coisa no design do Android, e isso é excelente.
Mas ele tem alguns recursos interessantes.
Controle touchless
Isso apareceu nos novos Motorola Droid apresentados na semana
passada. Lembram-se daqueles núcleos de baixa energia que citamos alguns
paragráfos atrás (um para linguagem natural e outro para computação
contextual)? É aqui que eles funcionam. Se você ativar este recurso, o
Moto X sempre vai ficar esperto para quando você falar “Ok Google Now”.
Ele vai acordar ao ouvir a sua voz. Isso pode ser usado para navegação,
para ver alguma coisa, fazer uma ligação, enviar uma mensagem ou email,
criar um lembrete para si mesmo, configurar um alarme, ou várias outras
coisas. A parte mais legal é que ele aprende a sua voz. O pessoal aqui
da redação do Giz não conseguiu acordá-lo com o “Ok Google Now”. Ele só
obedece a minha voz.
Na maior parte das coisas ele funcionou bem, mas tive dificuldade com
comandos mais longos, como adicionar algo no calendário com hora, data e
localização. Isso seria bem útil dentro do carro. Você pode
configurá-lo para ler mensagens para você, e para confirmar verbalmente
as coisas que você pediu para serem escritas – assim você realmente não
precisa tocá-lo.
Active Display
Eis mais um recurso bacana. A Motorola fez uma pesquisa e afirma que
uma pessoa comum liga o smartphone cerca de 60 vezes por dia. Na maior
parte das vezes é apenas para checar o horário ou quais são as
notificações recebidas. Você vê um LED piscando e quer saber o que
aconteceu. Em vez de usar esse LED, o Active Display mostra brevemente a
hora do dia e ícones das notificações que esperam por você quando você
tira o smartphone do bolso ou pega ele na mesa. Ele faz isso usando os
núcleos de baixo consumo de energia, então a Motorola alega que não
gasta muita energia para isso.
Se receber novas notificações, o ícone e a hora vão pulsar de vez em
quando até você checar o que é. Se você tocar a tela, ela vai mostrar um
preview do que ele considerar a notificação mais importante, e uma
deslizada na tela vai levá-lo ao app da notificação. Tudo isso é
personalizável, claro (você não vai conseguir ir direto para o app caso
seu smartphone esteja bloqueado, e você pode desativar esses previews).
Câmera
O Moto X tem uma câmera de 10 megapixels com uma tecnologia um pouco
diferente da encontrada em outros smartphones. Ela é chamada “tecnologia
Clear Pixel”. Em vez dos tradicionais pixels RGB, ele tem RGBC (C é
para “clear”). Ele é dedicado a capturar luz. A Motorola diz que ele
captura 75% mais luz do que um sensor tradicional. Combinado com o F/2.4
do Moto X, a Motorola afirma que ele pode tirar fotos com o dobro de
velocidade em relação a outros smartphones com luz brilhante, o que deve
significar menos borrões. De fato, durante a demonstração vimos uma
foto tirada em uma fonte com gotas individuais de água congeladas no ar.
Parecia bastante nítida, mas ainda vamos testar com mais calma.
A tecnologia deve, teoricamente, melhorar as fotos com baixa luz,
também. Nós fizemos um teste rápido, e, em comparação com o HTC One, a
do Moto X era mais brilhante, mas também tinha mais ruídos e menos
nitidez. Novamente: precisamos testar mais.
A câmera também conta com alguns truques de software. Ela pode usar
os núcleos de baixo consumo para ativar o app assim que você balança o
pulso algumas vezes. A Motorola diz que, com isso, você vai da tela
inicial para a câmera em dois segundos. Na prática, não funcionou
sempre: talvez uma em cada três tentativas.
Personalização
A Motorola pegou isso emprestado das indústrias automotivas e de
calçados: o Moto X é o smartphone mais customizável disponível no
momento. A Moto Maker será uma loja online de personalização. Você
poderá escolher entre duas cores frontais, 18 traseiras, 7 cores para
botões e o anel ao redor da câmera, e até gravar uma mensagem na
traseira dele (como o seu email, por exemplo, caso você perca seu
smartphone). A personalização é incluída no preço final e a Motorola
promete entregar em quatro dias. Mas isso é para os Estados Unidos – não
sabemos se todas essas possibilidades chegarão ao Brasil quando o Moto X
der as caras por aqui.
Você também poderá escolher fones de ouvido, e, a partir do fim do ano, uma traseira de madeira.
Disponibilidade
O Moto X chega aos Estados Unidos entre o fim de agosto e começo de
setembro. O preço sugerido é de US$ 200 para a versão de 16GB, ou US$
250 para a de 32GB. Ele também oferece 50GB de armazenamento no Google
Drive durante dois anos. Isso além dos 15GB que você já tem
gratuitamente. Isso mesmo, 65GB ao todo. A Play Store receberá um Moto X
desbloqueado, mas o preço não foi divulgado.
E o lançamento no Brasil não deve demorar muito: horas antes do
anúncio oficial, o site brasileiro da Motorola tinha um teaser do Moto
X. Logo após seu anúncio, o teaser deu lugar a uma página para
interessados no smartphone se cadastrarem enquanto esperam por novidades. Assim como a Motorola tem feito com vários outros aparelhos, o Brasil pode ser um dos próximos a receber o Moto X.
Via: Uol Tecnologia
Via: Uol Tecnologia
Android - Celular - Motorola - Smartphones - Tecnologia
Suposto design do Moto X, antigo X Phone (Fonte da imagem: Reprodução/Gizmodo)
A Motorola
está realmente preparando uma nova leva de smartphones e o “herói” de
2013 se chamará Moto X. O anúncio foi feito pelo próprio Dennis
Woodside, CEO da companhia norte-americana, durante uma recente
entrevista ao quadro televisivo D11 realizado pelo site AllThingsD. Embora o executivo não tenha dado muitos detalhes sobre o aparelho, tudo indica que ele de fato é a versão final do X Phone, teoricamente desenvolvido em parceria com a Google e que recebia rumores desde o final do ano passado.
Conforme Woodside, o dispositivo terá dois processadores e conseguirá
“adivinhar” o tipo de situação em que ele se encontra: dentro do bolso,
em uma área ao ar livre ou em um carro em movimento. Isso será possível
graças a um grande número de sensores embutidos no aparelho.
O gadget será fabricado nos Estados Unidos, em uma base construída na
região do Texas, embora conte com uma tela OLED e um CPU importados da
Coréia e de Taiwan, respectivamente.
Além disso, o executivo comentou que o Moto X será distribuído
“globalmente de uma forma jamais vista, tendo um suporte fantástico por
um grande número de operadoras”. Afirmando que estaria que com um
protótipo do smartphone em seu bolso e que infelizmente não poderia
mostrá-lo, Dennis apenas confirmou que o lançamento do aparelho está
previsto para o verão norte-americano (ou seja, de junho a setembro). Só
nos resta esperar por maiores informações.
Via: Tecmundo
Android - Celular - Motorola - Tecnologia
| Motorola |
A Motorola lançou em março dois smartphones exclusivos para o Brasil: Razr D1 e Razr D3. Ambos contam com boas sacadas pensadas para o gosto do brasileiro de acordo com as características regionais do mercado.
O D1 é o modelo mais fraco, com preço aproximado de R$ 400. Confira nossa análise:
Características físicas
No geral, a 'cara' do Razr D1 é bem semelhante ao seu irmão mais potente, o Razr D3. É apenas um pouco menor e 10 gramas mais leve. Ambos são feitos em peça única sem bateria removível.
O smartphone tem tela de LCD com 3,5 polegadas com a fraquinha resolução de ou 480x320 pixels. O equilíbrio de cores é eficiente e ajuda a disfarçar a baixa resolução.
Ele pesa 110 gramas e mede aproximadamente 1 centímetro de espessura, 12 centímetros de altura e quase 6 centímetros de largura. Para se ter noção ele é pouco mais alto e mais largo do que o iPhone 4.
Os acabamentos externos não são dos mais bonitos e não passam segurança. As bordas são feitas de plástico e contam com entrada para os dois chips e outra para um cartão SD. Já a parte traseira, também feita com plástico tem um grafismo que passa mais sensação de segurança, além de aderência – impedindo seu celular de sair andando pela mesa quando ele vibrar.
Sistema Operacional
O Razr D1 vem equipado com o Android 4.1.2 Jelly Bean e a Motorola garante que já está preparado para ser atualizado com a próxima versão do sistema operacional.
O aparelho conta com integração aos serviços do Google, como o Google Now, além da barra de busca logo na tela inicial e aplicativos nativos, como o YouTube, Maps, Drive, Gmail Gtalk e Google+.
Apesar de não ser o 'Android puro' (saiba do que se trata), o sistema não oferece muitas 'firulas' dispensáveis, presentes em outras versões do SO. O D1 tem apenas os serviços básicos e úteis, como GPS, Notícias, Rádio FM e Agenda.
A tela de inicialização também é bem bacana e conta com três círculos: um com a previsão do tempo, outro com horário e mais um com informações sobre a bateria.
Especificações
Um dos grandes atrativos do Razr D1 é, sem dúvida, o fato de ele ter suporte a dois chips, característica considerada essencial para muitos brasileiros que aproveitam os diferentes descontos de operadoras.
Outra característica bacana é a TV Digital. Com uma antena simples e desengonçada, o aparelho recebe sinais de televisão, sempre com bastante eficiência.
O som do alto falante é satisfatório, permitindo assistir a TV ou ouvir música sem fones de ouvido, desde que você não esteja em um ambiente com muitos ruídos.
O aparelho conta com 1 GB de memória RAM e processador simples de 1 GHz. É pouco, mas, pelo preço, é válido. Ele consegue trabalhar com os principais aplicativos sem travar, mas você realmente não pode exigir muito.
A bateria de 1785 mAh é legal. Ela dura menos do que a de outros modelos mais potentes da linha Razr, mas ainda tem um bom desempenho se comparado a aparelhos na mesma faixa de preço.
A memória interna é fraquinha: 4 GB, na prática, apenas 2,3 GB livres. Isso se resolve com o bom e velho cartão SD, aceito pelo smartphone.
Câmera
Há apenas uma câmera traseira de 5 MP, com a qual é possível filmar vídeos a 30 quadros por segundo. Ela vem com com o recurso Back Side Illumination (conhecido como BSI), que melhora a qualidade dos pixels em situações de baixa luminosidade. Além disso, tem High Dynamic Range (chamado de HDR), que melhora a qualidade da imagem ao juntar uma sequência de fotos em uma única figura.
O aparelho não tem Flash, recurso que faz muita falta. Por fim, as lentes possuem foco automático, que funciona de forma bastante competente.
Conclusão
Não dá para esperar muito do Razr D1, mas isso também não seria justo, afinal, ele custa R$ 400, um dos preços mais baixos entre smartphones. Ele é suficiente para fazer as tarefas básicas de um celular inteligente e ainda funciona com 2 chips e tem TV digital.
Flash, câmera um pouco melhor e processador dual-core fazem falta. Mesmo assim, é um bom aparelho para quem não quer gastar muito. No entanto, se você quer um aparelho que pretende usar por mais de um ano sem que ele esteja muito ultrapassado, talvez seja aconselhável juntar um pouco mais de dinheiro e investir no irmão Razr D3.
Via: Olhar Digital
O D1 é o modelo mais fraco, com preço aproximado de R$ 400. Confira nossa análise:
Características físicas
No geral, a 'cara' do Razr D1 é bem semelhante ao seu irmão mais potente, o Razr D3. É apenas um pouco menor e 10 gramas mais leve. Ambos são feitos em peça única sem bateria removível.
O smartphone tem tela de LCD com 3,5 polegadas com a fraquinha resolução de ou 480x320 pixels. O equilíbrio de cores é eficiente e ajuda a disfarçar a baixa resolução.
Ele pesa 110 gramas e mede aproximadamente 1 centímetro de espessura, 12 centímetros de altura e quase 6 centímetros de largura. Para se ter noção ele é pouco mais alto e mais largo do que o iPhone 4.
Os acabamentos externos não são dos mais bonitos e não passam segurança. As bordas são feitas de plástico e contam com entrada para os dois chips e outra para um cartão SD. Já a parte traseira, também feita com plástico tem um grafismo que passa mais sensação de segurança, além de aderência – impedindo seu celular de sair andando pela mesa quando ele vibrar.
Sistema Operacional
O Razr D1 vem equipado com o Android 4.1.2 Jelly Bean e a Motorola garante que já está preparado para ser atualizado com a próxima versão do sistema operacional.
O aparelho conta com integração aos serviços do Google, como o Google Now, além da barra de busca logo na tela inicial e aplicativos nativos, como o YouTube, Maps, Drive, Gmail Gtalk e Google+.
Apesar de não ser o 'Android puro' (saiba do que se trata), o sistema não oferece muitas 'firulas' dispensáveis, presentes em outras versões do SO. O D1 tem apenas os serviços básicos e úteis, como GPS, Notícias, Rádio FM e Agenda.
A tela de inicialização também é bem bacana e conta com três círculos: um com a previsão do tempo, outro com horário e mais um com informações sobre a bateria.
Especificações
Um dos grandes atrativos do Razr D1 é, sem dúvida, o fato de ele ter suporte a dois chips, característica considerada essencial para muitos brasileiros que aproveitam os diferentes descontos de operadoras.
Outra característica bacana é a TV Digital. Com uma antena simples e desengonçada, o aparelho recebe sinais de televisão, sempre com bastante eficiência.
O som do alto falante é satisfatório, permitindo assistir a TV ou ouvir música sem fones de ouvido, desde que você não esteja em um ambiente com muitos ruídos.
O aparelho conta com 1 GB de memória RAM e processador simples de 1 GHz. É pouco, mas, pelo preço, é válido. Ele consegue trabalhar com os principais aplicativos sem travar, mas você realmente não pode exigir muito.
A bateria de 1785 mAh é legal. Ela dura menos do que a de outros modelos mais potentes da linha Razr, mas ainda tem um bom desempenho se comparado a aparelhos na mesma faixa de preço.
A memória interna é fraquinha: 4 GB, na prática, apenas 2,3 GB livres. Isso se resolve com o bom e velho cartão SD, aceito pelo smartphone.
Câmera
Há apenas uma câmera traseira de 5 MP, com a qual é possível filmar vídeos a 30 quadros por segundo. Ela vem com com o recurso Back Side Illumination (conhecido como BSI), que melhora a qualidade dos pixels em situações de baixa luminosidade. Além disso, tem High Dynamic Range (chamado de HDR), que melhora a qualidade da imagem ao juntar uma sequência de fotos em uma única figura.
O aparelho não tem Flash, recurso que faz muita falta. Por fim, as lentes possuem foco automático, que funciona de forma bastante competente.
Conclusão
Não dá para esperar muito do Razr D1, mas isso também não seria justo, afinal, ele custa R$ 400, um dos preços mais baixos entre smartphones. Ele é suficiente para fazer as tarefas básicas de um celular inteligente e ainda funciona com 2 chips e tem TV digital.
Flash, câmera um pouco melhor e processador dual-core fazem falta. Mesmo assim, é um bom aparelho para quem não quer gastar muito. No entanto, se você quer um aparelho que pretende usar por mais de um ano sem que ele esteja muito ultrapassado, talvez seja aconselhável juntar um pouco mais de dinheiro e investir no irmão Razr D3.
Via: Olhar Digital
Android - Celular - Curiosidades - Motorola
Pelo menos seis outros modelos são mais finos que o Iphone 5 (Fonte da imagem: Divulgação/Motorola)
Na apresentação do esperado iPhone 5,
o vice-presidente de marketing da Apple, Phil Schiller, disse que o
novo smartphone da empresa seria o mais fino de todo o mundo. Ele não
poderia estar mais enganado. De acordo com um levantamento preliminar do
DroidLife, pelo menos seis smartphones no mercado são mais finos que o dispositivo da Maçã.
O iPhone 5 chegará ao mercado com 7,6 mm de espessura. Contudo, pelo
menos três modelos da Motorola — RAZR XT909, Droid RAZR e RAZR XT910 —
têm o seu corpo com apenas 7,1 mm de espessura. Além desses, o Huawei P1
(6,7 mm), o ZTE Athena (6,2 mm) e o Oppo Finder (6,65 mm) também são
mais finos que o novo modelo da Apple.
Resta agora saber se o engano do executivo foi um simples devaneio ou
se o pessoal da Apple não teve tempo ou preocupação suficiente para
atentar ao detalhe.
Via: Tecmundo
Apple - Celular - Curiosidades - Motorola - Tecnologia
A
Motorola confirmou durante um evento realizado hoje que o smartphone
Razr HD será lançado oficialmente no Brasil no quarto trimestre deste
ano.
O aparelho, que terá suporte para redes 4G, será produzido no Brasil e custará R$ 1.999 desbloqueado.
De acordo com a empresa, o Razr HD virá com o sistema operacional Android 4.0 e receberá a atualização para a versão 4.1 ainda em 2012.
O aparelho, que terá suporte para redes 4G, será produzido no Brasil e custará R$ 1.999 desbloqueado.
De acordo com a empresa, o Razr HD virá com o sistema operacional Android 4.0 e receberá a atualização para a versão 4.1 ainda em 2012.
Hardware
O Motorola Razr HD possui tela com 4.7 polegadas e resolução HD (1280 x 720), vem equipado com processador dual-core com 1.5GHz, 1 GB de memória RAM, 16 GB de capacidade para armazenamento (expansível via cartão microSD).
Além disso, a câmera com resolução de 8 megapixels do aparelho permitirá a gravação de vídeos em full HD (1080p).
O Motorola Razr HD possui tela com 4.7 polegadas e resolução HD (1280 x 720), vem equipado com processador dual-core com 1.5GHz, 1 GB de memória RAM, 16 GB de capacidade para armazenamento (expansível via cartão microSD).
Além disso, a câmera com resolução de 8 megapixels do aparelho permitirá a gravação de vídeos em full HD (1080p).
Via: Baboo
Android - Celular - Motorola - Tecnologia
A
Motorola anunciou hoje seu novo smartphone Droid RAZR Maxx HD. O
aparelho possui tela Super AMOLED HD com 4.7 polegadas e roda o Android
4.0 (com suporte para atualização para o 4.1).
Além disso, o aparelho vem equipado com processador dual-core com 1.5GHz, câmera com 8 megapixels, suporte para LTE, bateria de 3300mAh e 32 GB de capacidade para armazenamento.
De acordo com a Motorola, o smartphone Droid RAZR Maxx HD estará disponível nos Estados Unidos até o final deste ano através da operadora Verizon.
Seu preço ainda não foi divulgado.
Além disso, o aparelho vem equipado com processador dual-core com 1.5GHz, câmera com 8 megapixels, suporte para LTE, bateria de 3300mAh e 32 GB de capacidade para armazenamento.
De acordo com a Motorola, o smartphone Droid RAZR Maxx HD estará disponível nos Estados Unidos até o final deste ano através da operadora Verizon.
Seu preço ainda não foi divulgado.
Via: Baboo
Celular - Motorola - Tecnologia
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