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Kim Dotcom
Você sente falta do Megaupload? Esqueça. Kim Dotcom confirmou que o site não irá mais voltar. Entretanto, o fundador do serviço, fechado em janeiro, afirmou em entrevista à Wired que um novo site de armazenamento está a caminho: o 'Mega', que, segundo ele, deverá trazer mais privacidade aos usuários.

Apesar de parecido com o Megaupload em funcionamento, o novo serviço promete uma novidade que pode incomodar os combatentes à pirataria. Ao fazer o upload, o arquivo seria codificado ainda no navegador do usuário, que recebe uma senha, chegando ao banco de dados da empresa já bloqueado. Assim, apenas aqueles que possuem esta senha poderão ter acesso ao conteúdo, segundo Mathias Ortmann, parceiro de Dotcom na empreitada.

Estas senhas não ficarão armazenadas com o Mega, que ficará inviabilizado de identificar o conteúdo subido para seus servidores. Desta forma, fica apenas a critério dos usuários, e não da empresa, o controle do acesso e divulgação dos arquivos, o que livraria o serviço de possíveis processos, uma vez que não se responsabiliza pelo conteúdo.
Dotcom ainda afirma que a única forma de evitar tal recurso de funcionar é tornar a encriptação ilegal. E segundo ele "de acordo com a ONU, privacidade é um direito básico do ser humano. Você tem o direito de proteger sua informação e comunicação contra espionagem", declarou.

Entretanto, caso as empresas detentoras de direitos autorais encontrem sites com links para arquivos e suas respectivas senhas, podem pedir para o Mega tirar este arquivo do ar. O novo serviço também irá permitir acesso a estas empresas para que elas mesmas apaguem o conteúdo pirateado, mas para usar esta ferramenta elas deverão concordar em não processar o serviço pela ação dos usuários.
 
 
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Kim Dotcom
Nem só filmes e músicas ocupavam os servidores do Megaupload. Nas máquinas, também estavam guardados diversos dados e arquivos pessoais, que também foram perdidos quando o Departamento de Justiça dos Estados Unidos fechou o site. Assim, Kim Dotcom, fundador da página, está tentando entrar em acordo com o orgão para que esses dados possam ser disponibilizados. E, de quebra, Kim comunicou algo, no mínimo, irônico: diversas contas eram de funcionários do próprio governo norte-americano.
"Adivinhem – encontramos um grande número de perfis de oficiais do governo americano, incluindo do Departamento de Justiça e do Senado", disse em entrevista ao site TorrentFreak. O anúncio veio junto da tentativa de recuperar os dados que claramente não infringiam nenhuma lei, como fotos pessoais ou arquivos de trabalho dos usuários, que podem chegar a centenas de milhares.
"A equipe legal do Megaupload está trabalhando duro para reunir esses dados". Entre as medidas, o Megaupload está tentando dar acesso temporário aos usuários lesados.
 
 
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Documento questiona benefícios de propostas como a SOPA e argumenta que quem precisa mudar são as empresas.

Por causa de episódios como o fechamento do site MegaUpload e da polêmica SOPA, que chegou a ser retirada da pauta dos congressistas, a conclusão mais próxima é que o lucro obtido pela indústria do cinema ou da música (a partir da venda de álbuns, por exemplo) é um navio prestes a afundar. 

Não é bem por aí, de acordo com um novo estudo feito por auto-intitulados “defensores do mercado aberto” da Computer & Communications Industry Association e do Techdirt, fundadores do floor 64. A pesquisa, intitulada The Sky is Rising e  finalizada em janeiro deste ano, fornece argumentos convicentes para provar que os artistas, na verdade, estão prosperando  e que as entidades corporativas, quando confiam nos artistas e nos consumidores, também saem ganhando. 

As provas dessas constatações são os números, que são colocados em forma de infográfico, que pode ser visto logo abaixo (em inglês). Ao contrário do que se pensa, as vendas, o consumo e o crescimento dos videogames, músicas, livros e filmes estão disparando ao passar dos anos. 

O documento em si, abaixo do infográfico, possui um ensaio a respeito dessas áreas em crescimento, assim como 10 estudos de caso. Há bons exemplos que vão desde a maneira como a desenvolvedora de games Valve conseguiu lidar com a pirataria com sucesso até o comediante Louis C.K que ganhou mais de 1 milhão de dólares em um show sem DRM (tecnologia de gestão de direitos autorais) vendido pela internet. A cada exemplo, tudo se resume a um simples conceito: os consumidores desejam apoiar e dar suporte aos artistas.

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Usem novas estratégias

No documento, o argumento não é que a pirataria não afetou as indústrias supracitadas – obviamente que os modelos de negócios foram influenciados. Ao invés disso, o relatório aconselha às companhias envolvidas (e não seus artistas propriamente ditos) a pararem de reclamar sobre os novos desafios dos dias de hoje e aprenderem a obter mais lucro utilizando métodos novos. 

O resumo do estudo afirma: “esperamos que esse documento ajude tirar o foco do debate de pequenos interesses de certas pessoas e mudá-lo para o aproveitamento de novas oportunidades, em direção a um reconhecimento mais positivo de possibilidade muito mais abertas para criar, promover, distribuir, conectar e monetizar apresentadas pelas novas tecnologias.

O MegaUpload era uma empresa totalmente ilegal? Ela permitia que as pessoas armazenagem seus dados e compartilhassem os mesmos ou outros usuários, porém a mesma descrição pode ser utilizada para o Dropbox, queridinho do Vale do Silício, para a Box.net e assim por diante. 

O projeto do SOPA realmente ajudaria a indústria fonográfica a retornar aos bons e velhos dias da música sem pirataria? É improvável, porém isso definitivamente iria prevenir que certos tipos de compartilhamentos que ajudaram artistas indie como Soulja Boy e Drake a, mais tarde, faturarem dezenas de milhões de dólares exatamente para essas companhias. 

A RIAA (Associação da Indústria de Gravadoras da América, em inglês) não comentou o estudo, todavia argumenta em seu site que anualmente a pirataria causa um prejuízo de 12 bilhões de dólares. A verdadeira pergunta é: se livrar do MegaUpload é a melhor maneira para combater os ladrões digitais? Sob a luz das crescentes criações e oportunidades disponíveis hoje, é difícil não enxergar a remoção do MegaUpload como um equivalente digital à uma apreensão de drogas televisionada. O show é ótimo, mas não ajuda a longo prazo. 

Podemos esperar que os números de pirataria continuem no mesmo nível até as companhias de música mudarem sua estratégia. Baseado nesse novo relatório, algumas já estão experienciando os benefícios. 

Via: IDG NOW!
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Kim Dotcom
Kim Dotcom (Reprodução)
Na semana passada, você deve ter acompanhado o fechamento do site de compartilhamentos de arquivos, o MegaUpload, pelo FBI. Seu fundador, Kim Dotcom, também sofreu com os movimentos do já extinto SOPA, e foi preso na Nova Zelândia sob acusações de pirataria e atividades ilegais.

Contudo, apesar de sua reputação um tanto manchada e um patrimônio líquido avaliado em US$ 175 milhões de dólares, a verdadeira paixão de Dotcom parece ser outra: os videogames, em especial o jogo Call of Duty. Até aí, nada de mais, não fosse por um fato curioso: de acordo com os sites Digital Trends e VentureBeat, o criador do MegaUpload - sob o nickname de MEGARACER no game de tiro em primeira pessoa - se tornou o primeiro no ranking mundial de Call of Duty: Modern Warfare 3, no modo multiplayer.

Isso pode ser visto em um vídeo postado pelo próprio Dotcom, em dezembro do ano passado, que mostra a quantidade de tempo gasto para chegar ao primeiro lugar e a festa que ele e seus amigos fizeram quando alcançou o topo do pódio. Além disso, é possível visualizar números surpreendentes na tela: ele teria jogado por mais de sete horas seguidas e matado mais de 150 mil inimigos no jogo.

"Puxa, cara! Número 1. Não me odeie por ter ultrapassado você. Me respeite por eu ter te ensinado a jogar", declara o viciado em videogames.

O mais engraçado nisso tudo é que Dotcom, fundador de um dos maiores sites de compartilhamento de arquivos (muitas vezes indevidos) do mundo, se tornou o número um no Modern Warfare 3, o segundo jogo mais pirateado de 2011 - ficou atrás de Crysis 2 e na frente de Battlefield 3. Vale lembrar que o game tinha cópias rodando antes mesmo de seu lançamento oficial, em 08 de novembro, quando vendeu 15 milhões de unidades.

ATUALIZADO: Kim Dotcom não é mais o primeiro no topo do ranking de Call of Duty: Modern Warfare 3. O fundador do Megaupload foi ultrapassado pelo usuário Arazos, que já matou 181.800 jogadores, com 63.418 mortes.




Via: Olhar Digital
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Se você possuía arquivos importantes e legalizados hospedados no MegaUpload, chegou a hora de se preocupar. De acordo com funcionários do FBI, toda a base de dados da empresa deverá ser apagada ainda essa semana, mais provavelmente até a quinta feira.

Desde o fechamento do site, no começo de janeiro, nenhum dos milhões de arquivos que lá estavam hospedados puderam ser acessados. Porém, nada havia sido dito sobre deletá-los indiscriminadamente até então. Os dados ainda indicam que mais de 50 milhões de pessoas podem perder arquivos no processo.

O problema é que os arquivos do MegaUpload ficam hospedados em empresas terceirizadas e, como todo o ativo financeiro da empresa está congelado pelo governo, elas não estão sendo pagas. Dessa forma, em uma carta enviada ao governo, e agora que a justiça já confiscou o que achava necessário para o processo, todo o resto deverá ser eliminado.

Via: Tecmundo
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