MARK 1 - 1944
Os primeiros computadores eletrônicos surgiram na mesma época na Alemanha, Inglaterra e nos Estados Unidos, lar do Mark 1. Com 4,5 toneladas, ele demorava seis segundos numa multiplicação!
ENIAC - 1946
Esse Eniac foi o primeiro computador "multiuso" - os anteriores
apenas desempenhavam tarefas específicas, como cálculos de bombardeios
em guerra.
EDVAC - 1946
Esse "filhote" do Eniac mudou o sistema de armazenamento de dados,
trocando o sistema decimal (de 0 a 9) pelo sistema binário (0 ou 1). A
mudança possibilitou a criação dos bits de informação.
TRANSISTOR - 1947
Os primeiros computadores usavam componentes enormes, as válvulas,
para guardar informação e fazer contas. O transistor fazia a mesma
coisa, mas era menor, mais barato e consumia menos energia.
LEO - 1951
As primeiras máquinas eram usadas na guerra ou nas universidades.
Isso até a chegada do Leo, empregado numa empresa inglesa de alimentos, a
primeira a usar um computador nos negócios.
WHIRLWIND - 1953
Esse computador era o mais rápido do seu tempo: ele fazia uma
multiplicação em 0,025 segundo. Mas ainda era uma carroça, equivalente,
hoje, à velocidade de um processador de 1 MHz.
TRADIC - 1955
Feito para a Força Aérea Americana, esse foi o primeiro computador a
usar transistores. Com eles, os computadores tornaram-se mais rápidos,
leves e econômicos.
CIRCUITO INTEGRADO - 1958
Com a invenção do CI - vários transistores integrados em uma única peça de silicone - aumenta a velocidade das máquinas.
PDP-1 - 1960
Conforme o computador ficava mais versátil, começavam a pipocar novas
aplicações para a invenção. E não demorou a surgir o primeiro
videogame: em 1960, já dava para jogar SpaceWar no PDP-1.
ATLAS - 1962
Foi nessa invenção inglesa que apareceu a primeira memória virtual,
tecnologia usada até hoje e que permite trabalhar com diferentes
programas ao mesmo tempo.
PDP-8 - 1965
Essa máquina foi a primeira a caber em cima de uma mesa - a façanha
lhe rendeu o apelido de minicomputador. Barato, ele virou um sucesso
comercial, com 300 mil unidades vendidas.
SYSTEM 360 - 1965
O circuito integrado é incorporado aos computadores nesse modelo da
IBM. O desenvolvimento desse componente aumenta a velocidade de
processamento e o espaço de armazenagem das máquinas.
MOUSE - 1968
O americano Douglas Engelbart lançou um aparelhinho chamado "bug".
Ele não fez muito sucesso até os anos 80, quando ganhou o apelido de
"mouse".
MICROPROCESSADOR - 1971
Com a diminuição dos circuitos integrados, a indústria consegue
condensar milhares deles numa única peça, lançando o primeiro
microprocessador, o Intel 4004.
ALTAIR 8800 - 1974
O microprocessador estreava no mundo dos computadores a bordo de um
Altair 8800. Pequeno para a época, essa máquina abriu caminhos para a
revolução do computador pessoal.
MICROSOFT - 1975
Dois estudantes americanos, Bill Gates, 19, e Paul Allen, 22,adaptam a
linguagem basic para o Altair. Esse é o primeiro programa da Microsoft.
Apple II - 1977
O Apple II foi o primeiro microcomputador tal como o conhecemos. Pela
primeira vez, a máquina tinha um teclado e podia ser ligada em um
monitor - no caso, uma TV.
DISQUETE DE 31/2 - 1981
Em 1976, surge o disquete de 5 1/4 (13 cm de diâmetro). Em 1981, a Sony lança o modelo de 3 1/2 (9 cm de diâmetro).
IBM-PC - 1981
O PC põe a IBM na liderança do mercado de microcomputadores. O preço
de 2 820 dólares era mais alto que o dos concorrentes, mas a máquina
bombou: em 4 meses, foram vendidas 35 mil unidades.
XEROX 8010 - 1981
Para estrear nos computadores, o mouse precisou da primeira interface
gráfica, a do Xerox 8010, que permitia interagir com a máquina por meio
de imagens na tela.
OSBORNE 1 - 1981
A era dos micros mal havia começado e já surgia o primeiro computador
portátil, o Osborne 1. Ele pesava 12 quilos, tinha uma tela de 5
polegadas e cabia numa maletinha.
WORD - 1983
A Microsoft de Bill Gates lança o Word Microsoft Office, primeiro
programa do pacote que em poucos anos monopolizaria o mercado de
programas para escritório.
MACINTOSH - 1984
A Apple lança o primeiro computador com mouse e interface gráfica
voltado para o uso pessoal, fora das empresas. Ele era fácil de usar e
incluía um programa de desenhar.
IMPRESSORA A LASER - 1984
Primeira impressora a laser compatível com os PCs, a Laserjet começa a
desbancar as impressoras matriciais dos anos 70 e as de jato de tinta,
também de 1984.
WINDOWS - 1985
O lançamento do Windows traz para o PC as vantagens da interface
gráfica popularizada pela Apple. Hoje, 90% dos computadores funcionam
com uma versão desse programa.
CD-ROM - 1985
Surgem os primeiros CD-ROMs, nova mídia com capacidade para 550
megabytes - 387 vezes a capacidade de um disquete de 3 1/2, mas apenas
12% da dos DVDs, lançados em 1996.
DESKPRO 386 - 1986
A Compaq lança o Deskpro 386, o primeiro da geração de "clones" do PC
da IBM. Seu processador Intel de 32 bits era muito mais rápido que os
de 16 bits da concorrente.
Internet - 1990
Desde 1969, um sistema de rede chamado Arpanet era desenvolvido em
paralelo aos computadores. Em 1990, com a criação da linguagem HTML, a
Internet é oficialmente inaugurada.
iPod - 2001
A indústria da música foi uma das mais afetadas pela internet. O iPod
e outros tocadores de MP3 abrem a possibilidade de ouvir sons baixados
da rede em qualquer lugar.
MICRO DE 100 DÓLARES - 2005
O desafio, agora, é democratizar o acesso aos computadores. Com
estrutura simples, o MIT propõe um micro que custe 100 dólares. Mas
ainda é só um conceito.
Via: Mundo Estranho
Como Surgiu? - Computador - Internet - Tecnologia
O Silk Road, maior site anônimo de venda de drogas, foi apreendido pelo FBI. Ele era famoso por realizar transações apenas com Bitcoins. Então, é claro, a moeda virtual voltou aos holofotes. Depois dessa, o Bitcoin vai sobreviver? Ele deveria sobreviver? Vamos conversar sobre isso.
Transações virtuais não deveriam parecer estranhas. Cada vez lidamos menos com dinheiro vivo: os brasileiros usam mais o cartão que dinheiro para pagar compras, por exemplo. E alternativas como banco online, NFC e outros continuam a se popularizar.
Mas o Bitcoin é algo bem diferente: trata-se de algo realmente
digital (ainda que haja versões físicas dele), não vinculado a um
governo ou entidade, que você pode obter ao trocá-lo por outras moedas
(reais, dólares) ou através de “mineração”.
Você pode usá-lo para adqurir bens digitais, como e-books ou músicas, ou serviços do WordPress e Mega – explicamos o procedimento aqui.
Mas o Bitcoin também é aceito por serviços com legalidade questionável,
como Usenets de pirataria, que não conseguem receber pagamentos por
vias comuns. Há também o caso Silk Road, é claro. Mas apesar disso, o
Bitcoin tem suas vantagens.
A favor: não é comandado por um governo ou empresa
Não existe um órgão regulador para o Bitcoin: é uma rede descentralizada que garante as transações com a moeda.
O Bitcoin é meio complicado,
mas o sistema funciona mais ou menos assim: cada Bitcoin possui um
registro único e público de posse atual e passada. Então, a cada 8
minutos, uma rede de verificadores checa a contabilidade pública do
Bitcoin para ver se tudo bate com seus registros. Se tudo estiver
correto, eles liberam novos Bitcoins recém-criados.
É assim que Bitcoins são regulados (e criados). É um sistema
estranho, mas não é comandado por um governo ou empresa: é livre de uma
forma que outras moedas não são.
A favor: descentralização
Talvez seja meio difícil entender uma moeda sem valor intrínseco, mas
outras moedas – como o real ou o dólar – também são assim. Desde que o
padrão-ouro foi abandonado em 1971 nos EUA, o valor do dólar depende da
confiança naqueles que a fabricam e distribuem: o Tesouro e os bancos.
Da mesma forma, o real não tem lastro: é uma moeda fiduciária.
Este é a falha que o Bitcoin tenta resolver.
Teoricamente, se a economia de um país entrar em colapso, o Bitcoin
continuaria quase que sem restrições. Afinal, em vez de confiar em uma
autoridade superior, ele depende de matemática – um algoritmo alimentado
por uma rede descentralizada.
Em outras palavras, o Bitcoin poderia ser uma alternativa contra uma
queda do sistema financeiro mundial; isso se ele não colapsar por
motivos próprios, é claro. Ele não é perfeito, mas está separado, e isso
pode ajudar.
A favor: liberdade
Outro benefício dessa falta de controle central é que o governo não pode impedir você de dar Bitcoins para quem quiser.
Em 2010, o governo dos EUA tentou silenciar o Wikileaks cortando seu
suprimento de dinheiro. Bancos e empresas de cartão de crédito foram
proibidos de transferir doações para o site. E é difícil negar o impacto
que o Wikileaks teve no mundo. Então o Wikileaks começou a sugerir que
seus usuários doassem usando Bitcoins, algo que o governo não poderia
controlar ou parar.
Com certeza, essa sensação de anarquia e anonimato pode ser usada
para algumas práticas fora-da-lei, mas esse tipo de liberdade permite
que o Bitcoin apoie práticas que, por bem ou por mal, o governo e
grandes empresas não deixarão você fazer – como defender sua liberdade
ou comprar drogas.
Contra: anonimato para o mal
Há algumas possíveis falhas neste regime de anarquia no Bitcoin. Sem
qualquer tipo de regulação central, não há uma estrutura para controle.
As pessoas podem aproveitar o Bitcoin para propósitos questionáveis com
muita facilidade – o Silk Road estava cheio dessas pessoas.
Cada Bitcoin possui um histórico de transações, mas ele não permite
identificar as pessoas que o usaram. É quase impossível rastrear alguém
com base apenas em uma trilha de Bitcoins.
Sem controle e acompanhamento do governo, alguém com má intenção pode
muito facilmente adquirir não apenas drogas, mas armas ou qualquer
outra coisa – e sem ser rastreado. Também é possível ser indetectável
usando dinheiro comum? Claro. Porém isso é ainda mais fácil com o
Bitcoin.
Contra: depender de algo pouco confiável
O Bitcoin pode ser livre das flutuações da economia de um país, mas
seu valor está sujeito a diversas variações. Basta olhar para este
gráfico com o preço do Bitcoin, mostrando a queda dramática após o fim
do Silk Road. (O valor já se recuperou um pouco desde então.)
Ele nos diz algo sobre a natureza atual do Bitcoin. Por mais que ele
seja uma alternativa a um possível colapso da economia, ele não é tão
sólido assim. Longe disso. E esta não é a primeira vez que o valor da moeda virtual flutua tanto. Mas ela está longe de acabar.
Bitcoin e o futuro
Afinal, o Bitcoin deveria sobreviver? Não há resposta fácil para
isso, já que – como você notou acima – os pontos positivos e negativos
são bem extremos. Ele é, ao mesmo tempo, um instrumento de liberdade e
uma forma de fugir da lei. É o futuro das transações, porém
terrivelmente difícil de regular e controlar.
Por um lado, talvez nada disso importe. Após os acontecimentos desta
semana, é cada vez mais provável que o Bitcoin seja banido aos poucos.
Pode apostar que ele se tornará um alvo ainda maior para grandes
governos, em especial o americano.
Além disso, ele pode acabar por conta própria: moedas virtuais não duram para sempre. Pegue o Liberty Dollar,
por exemplo: após 8 anos, esta moeda privada acabou – o governo dos EUA
foi atrás de seu criador acusando-o de violar leis federais.
Por outro lado, este pode ser apenas o início das moedas virtuais. Já
existem diversas alternativas ao Bitcoin, como Ripple, Freicoin e
Namecoin. Seu uso ainda é limitado (poucos aceitam como forma de
pagamento), mas como dissemos,
suas futuras encarnações terão potencial enorme para agir como dinheiro
de verdade. Porém, até lá, teremos que resolver essas questões de
segurança, regulação e disseminação.
O Bitcoin é difícil de derrubar, mas mesmo que acabasse, não seria o fim para as moedas virtuais.
Via: Gizmodo Brasil
Curiosidades - Internet
Nós, brasileiros, temos o costume de reclamar da internet do Brasil
e, de vez em quando, o argumento que usamos é sobre as propagandas
enganosas das operadoras brasileiras.
Bom, de fato, nossa “banda larga” não é das melhores e muitas vezes a
culpa é realmente das prestadoras de serviços. Contudo, a desinformação
é um problema que acaba levando o consumidor a contratar um produto que
não é exatamente aquilo que ele pensa.
As companhias vendem conexões sugerindo que o cliente vai obter
incríveis 10 MEGA de “velocidade” e, de fato, elas estão vendendo o que
anunciam. Ocorre, no entanto, que o consumidor acaba pensando que está
adquirindo uma coisa, mas, na prática, ele percebe que sua conexão é
quase 10 vezes inferior ao que contratou.
(Fonte da imagem: Tecmundo/Baixaki)
A verdadeira confusão consiste em um problema de medidas, algo que as
operadoras usam para enganar o consumidor. Hoje, vamos falar sobre essa
questão para que você não caia mais nas pegadinhas.
Bit x Byte: qual a diferença?
Bom, para falar de internet, precisamos falar sobre dados. Os
computadores trabalham com duas unidades básicas: o bit e o byte. O bit é
a menor unidade de informação, portanto, não há nada menor que ele. O
byte, por outro lado, é a junção de oito bits.
(Fonte da imagem: Tecmundo/Baixaki)
Considerando que o byte engloba o bit, a maioria dos aplicativos
(incluindo os navegadores), sites e serviços usa o byte (e seus
derivados) por padrão. A ideia de optar pelo byte é poder representar
grandezas maiores usando menor quantidade de números.
Os derivados
Esclarecido isso, podemos falar sobre os problemas com unidades de
medida. Na informática, usamos prefixos como “kilo”, “mega”, “tera” e
assim por diante. A ideia desses prefixos é facilitar a representação de
um mesmo número.
Existem diferentes formas de representar o tamanho de um arquivo.
Supondo que uma música tenha 5 megabytes (MB), poderíamos dizer que
esse mesmo arquivo tem 5.120 kilobytes (KB) ou 5.242.880 bytes (B).
Esses números representam a mesma coisa, sendo que o único ponto que
realmente se altera é a forma de expressar a grandeza. O “kilo”
representa 1.024 bytes e o “mega” representa 1.024 kilobytes. O giga e o
tera seguem o mesmo conceito.
(Fonte da imagem: Tecmundo/Baixaki)
Bom, podemos ainda transformar o tamanho representativo desse arquivo
para bits. Basta multiplicar qualquer um dos tamanhos por 8 para obter o
resultado. Assim, teríamos um total de 40 megabits, que é igual a
40.960 kilobits ou ainda em 41.943.040 bits.
É a mesma coisa que você aprendeu sobre quilogramas e megagramas (que
é o termo correto para tonelada). Um quilograma contém mil gramas e um
megagrama contém mil quilogramas. Esses prefixos ajudam a representar a
massa de grandes objetos, afinal, é mais fácil dizer que um carro tem 2
megagramas do que especificar esse valor em gramas.
A enganação dos planos de banda larga
No caso das conexões de internet, esses “megas” dificultam a
compreensão das grandezas. Isso porque estamos habituados aos bytes,
mas, por uma questão de marketing, as operadoras usam os bits na
propaganda.
Assim como os prefixos “giga”, “mega” e “kilo” são aplicáveis aos
bytes, eles também podem ser usados com os bits. Portanto, um kilobit
contém 1.024 bits e um megabit é igual a 1.024 kilobits.
Como estamos tratando de matemática pura, a diferença entre um
megabyte e um megabit é a mesma de um byte para um bit, ou seja, o
megabyte é oito vezes maior do que o megabit, bem como o kilobyte é oito
vezes maior do que o kilobit.
(Fonte da imagem: Tecmundo/Baixaki)
Dessa forma, fica fácil entender o motivo de você contratar 10 mega e
obter apenas 1 mega. De fato, as operadoras estão vendendo 10 mega,
porém nunca é especificado que esse valor é em bits. A enganação
acontece justamente nessa confusão de unidades.
Nós, consumidores, acreditamos que as conexões são em megabytes, mas,
na verdade, as velocidades contratadas são oito vezes menores,
justamente porque o megabit é oito vezes menor do que o megabyte.
Calculando a velocidade da sua conexão
Agora que você já pegou o macete, fica fácil entender a velocidade da
sua conexão e fazer os devidos cálculos, mas, para não restar dúvidas,
vamos dar um exemplo:
- Jogue na sua calculadora o valor da sua conexão. Caso você tenha contratado um plano de 10 mega, digite 10;
- Depois, use a operação de divisão e divida o 10 por 8;
- Pronto, agora você sabe que a velocidade máxima da sua conexão é de 1,25 megabyte.
(Fonte da imagem: Tecmundo/Baixaki)
Se você contratou um plano de 600 kilobits, basta efetuar o mesmo
processo, mas tenha em mente que o resultado obtido será em kilobyte.
Medindo a velocidade máxima da sua conexão
Verificar as taxas de transferência durante os downloads não é um
método eficiente de testes. Normalmente, a velocidade de download oscila
conforme o arquivo baixado, o servidor, o programa utilizado e outras
variáveis.
Para realizar um teste mais preciso, recomendamos a execução do Teste de Velocidade do Baixaki.
É importante se lembrar de fechar todos os programas, interromper
qualquer download e atualização, evitar o uso de redes wireless e
repetir o procedimento diversas vezes para obter resultados mais
confiáveis.
(Fonte da imagem: Tecmundo/Baixaki)
Uma vez na página de verificação, basta clicar em “Iniciar Teste”
para que nosso aplicativo verifique as taxas de download e upload da sua
conexão. Os resultados obtidos são informados em megabits, por isso
você precisa dividir o total por 8 para saber quais são as taxas máximas
de transferência da sua conexão.
Os problemas não param por aí
Enfim, existe sim uma grande confusão sobre os megabits e megabytes,
mas sabemos que grande parte da lentidão em nossas conexões se deve a
falhas na cobrança de resultados. Infelizmente, a Anatel, que é o órgão brasileiro responsável pelo assunto, impõe a entrega de apenas 20% da velocidade total contratada.
Some nessa conta os problemas com traffic shaping, instabilidade dos
servidores, aparelhos razoáveis fornecidos pelas operadoras e outros
tantos detalhes para entender por que sua internet, às vezes, não
alcança nem metade do que você realmente contratou. Infelizmente, nossa
banda larga só vai ser melhor num futuro distante.
Via: Tecmundo
Computador - Curiosidades - Internet - Tecnologia
Longe da família há mais de cinco anos, Adriano procurava uma forma de ficar mais próximo da mãe e dos irmãos.
"Eu ligo todos os dias para a minha família. E o
pessoal sempre pede para mandar uma foto ou outra coisa e eu decidi que
deveríamos fazer chamadas de vídeo", diz o estudante Adriano Liberato.
Como passa a maior parte do tempo na rua – entre a
faculdade e o trabalho – ele tentava a qualquer custo descobrir uma
forma de fazer chamadas de vídeo entre o seu iPhone e o PC da mãe, que
fica a alguns milhares de quilômetros de São Paulo.
Depois de pesquisar uma série de tutoriais
complicados e a maioria em inglês, encontrou um emulador gratuito para
rodar aplicativos do sistema Android no computador.
"Eu configurei tudo por acesso remoto e falo para minha mãe apenas ligar o computador. Ela apenas liga o PC e eu a ajudo", diz Liberato.
"Eu configurei tudo por acesso remoto e falo para minha mãe apenas ligar o computador. Ela apenas liga o PC e eu a ajudo", diz Liberato.
Segundo ele (e nós também testamos), a plataforma
permite que você use todos os aplicativos disponíveis para dispositivos
móveis com sistema Android no seu computador; seja ele um PC ou Mac. A
Google Play tem uma infinidade de aplicativos e jogos para download.
Além de usar apps multiplataformas de comunicação, como Whatsapp, Skype e
Facebook, o Adriano também aproveita para rodar games interessantes no
seu notebook.
"Tem muito detalhe que você não vê no celular mas que gostaria de ver na tela do computador. E isso tudo sem ficar dependendo do telefone", conta Liberato.
"Tem muito detalhe que você não vê no celular mas que gostaria de ver na tela do computador. E isso tudo sem ficar dependendo do telefone", conta Liberato.
Agora independente de um smartphone quando quer,
Adriano só precisa estar conectado à internet. Nós também pesquisamos e
existem outros emuladores para desktops e notebooks. A gente não
encontrou emulador para iOS e a explicação é simples: ó sistema
operacional da Apple tem código fechado e dificulta qualquer coisa do
gênero. Já a plataforma Android, por ser aberta, possibilita ferramentas
interessantes como esta.
Se você quiser experimentar, o software emulador é
totalmente gratuito. Vale a pena para quem quiser testar um aplicativo
ou utilizar comunicadores móveis no PC. Quem está acostumado com o
Android não terá problemas, mas no olhardigital.com.br nós publicamos um
tutorial completo para ensinar como instalar e usar este emulador no
seu computador. Acesse, confira e aproveite.
Via: Olhar Digital
Android - Internet - Smartphones
(Fonte da imagem: Reprodução/LifeHacker)
Você sabia que o padrão de cabos que você usa pode influenciar na
velocidade da sua rede? Calma, não estamos dizendo que você poderá
navegar mais rápido na internet, mas sim que você poderá transferir
arquivos entre computadores em uma velocidade um pouco maior dependendo
das circunstâncias.
Embora pareçam similares, existem diferenças de padrões entre os
cabos de rede que, em alguns casos, podem influenciar de alguma forma na
qualidade de transferência de dados. Entretanto, tenha em mente que,
caso você utilize um cabeamento com uma distância inferior a cinco
metros, o ganho ou perda de velocidade serão pouco significativos.
Basicamente, existem três padrões de cabos: Cat5, Cat5e e Cat6, conheça um pouco mais sobre eles:
Cat5: mais antigo e mais lento
Teoricamente, os cabos do padrão Cat5 podem suportar velocidades de
transferência entre 10 Mbps e 100 Mbps. Entretanto, é possível atingir
velocidades acima de 1 Gigabit em distâncias mais curtas, mas tudo vai
depender das condições da sua rede. Compatível com as redes mais
antigas, ainda hoje ele é capaz de dar conta do recado, em especial para
redes domésticas.
Cat5e: mais rápido e com menos interferência
Cabo Cat5e. (Fonte da imagem: Reprodução/AVPCable)
A categoria Cat5e é uma versão melhorada da Cat5. Ela foi feita para
suportar velocidades de 1.000 Mbps (ou 1 Gigabit) e, por conta disso, em
teoria é também mais rápida que a sua antecessora. Outra vantagem é a
redução de interferência nas transmissões. Na prática, o padrão se
mostra mais adequado para velocidades mais rápidas e transmissões mais
estáveis.
Cat6: ainda mais rápido, mas nem sempre necessário
(Fonte da imagem: Reprodução/Xunlian)
A geração seguinte de cabeamentos é conhecida como Cat6, que inclui
mais algumas melhorias. O nível de interferência é consideravelmente
baixo e em alguns casos o padrão pode suportar velocidades de até 10
Gigabits. Em uma rede doméstica dificilmente você vai usar todo o
potencial, de forma que ela só tem alguma utilidade em locais onde a
distância de cabeamento seja superior a 10 metros.
Qual cabo eu devo escolher?
É importante lembrar mais uma vez: a velocidade da sua rede é
diferente da velocidade da sua internet. Por conta disso, é possível que
uma atualização nos seus cabos não resulte em nenhum benefício real
para a sua rede, uma vez que, em pequenas distâncias, comuns nas redes
domésticas, essas perdas não são tão perceptíveis.
Entretanto, se o seu propósito é transferência de arquivos entre
computadores, usar cabos mais novos, como os do padrão Cat6, pode
significar um ganho de velocidade. Porém, vale lembrar que você vai
precisar mais do que apenas cabos compatíveis com o formato mais
recente. É preciso que o roteador e as placas de rede das máquinas
também estejam adaptados a esse padrão.
Por fim, antes de sair trocando os seus cabos velhos por outros mais
novos, vale lembrar que essas velocidades são teóricas e, na prática, a
diferença pode ser menor, resultando em uma troca desnecessária, um
investimento que não vai trazer o retorno esperado. Em ambientes
corporativos essa “dúvida” entre qual padrão escolher faz mais sentido,
mas, para redes domésticas, não se iluda: seus cabos atuais,
provavelmente, dão conta do recado.
Via: Tecmundo
Curiosidades - Internet - Tecnologia
Hoje (13), deve finalmente ser votado o projeto de lei do marco civil
da internet no Brasil. Caso seja aprovado na íntegra, o documento
passará a regular o funcionamento da rede em todo o território nacional.
Mas o que realmente muda com a chegada do marco civil? Entenda agora
quais são as propostas presentes no projeto apresentado pelo deputado
Alessandro Molon (PT-RJ).
Direitos e garantias dos consumidores
O texto apresentado ao Congresso deixa claro que os usuários de
internet devem ter alguns direitos garantidos pelas operadoras e
defendidos pelo Estado. Para começar, o sigilo na navegação deve ser
absoluto, pois vida privada e intimidade não podem ser violados — salvo
em casos de ordem judicial para a quebra do sigilo.
Contratos e termos de uso e tratamento de dados pessoais devem ser
explicitados com informações claras e completas. Por fim, as operadoras
devem assegurar que não vão suspender o acesso dos usuários — desde que
os pagamentos sejam realizados, é claro.
Neutralidade da rede
Esse é um dos pontos mais controversos do marco civil. Segundo o
texto original, as operadoras devem tratar de forma igualitária os
clientes, independente de qual seja o plano contratado. Ou seja, em caso
de congestionamento de rede, não seria mais permitido que os clientes
com pacotes mais caros tenham preferência no acesso.
(Fonte da imagem: iStock)
Apesar de parecer uma proposta justa, alguns membros do Congresso
afirmam que isso seria ruim para o mercado, pois as pessoas não
encontrariam grandes vantagens em assinar pacotes mais completos — com
isso, a concorrência por preços mais baixos acabaria sendo afetada em
todo o Brasil.
Outro termo polêmico diz o seguinte: “Na provisão de conexão à
internet, onerosa ou gratuita, bem como na transmissão, comutação ou
roteamento, é vedado bloquear, monitorar, filtrar, analisar ou
fiscalizar o conteúdo dos pacotes de dados, ressalvadas as hipóteses
admitidas na legislação”. Ou seja, é necessário que o sigilo dos
usuários seja mantido, mas congressistas afirmam que as exceções
precisariam ser mais claras para evitar abusos.
Registros e sigilo
Boa parte do texto bate na mesma tecla: privacidade. O marco civil
determina que todos os consumidores tenham o sigilo preservado, mas os
provedores devem armazenar as informações dos usuários pelo período de
um ano — em centrais seguras e que não permitam o acesso de terceiros.
Lembrando que isso vale apenas para provedores.
(Fonte da imagem: iStock)
Os provedores só podem fornecer os dados guardados de seus usuários
quando uma ordem judicial obrigar tal ação. No caso dos aplicativos
online, a preservação dos dados é opcional, mas ordens judiciais podem
passar a obrigar o armazenamento em períodos determinados.
Crime digital: a culpa é de quem?
No caso de algum usuário do Facebook compartilhar itens ilegais na
rede social, quem seria o culpado? O que o marco civil defende é que o
próprio consumidor deve ser responsabilizado, não cabendo punições
legais para os provedores em questão — apenas se não tomar as
providências necessárias para a retirada do conteúdo após a ordem
judicial.
Por outro lado, o que foi dito ainda não se aplica em casos de
transmissão ilegal de conteúdos protegidos por direitos autorais — o
projeto afirma que não deve haver tanta burocracia nesses casos. Por
isso, a remoção de conteúdos desse tipo deve ser facilitada com a
aprovação do texto.
Via: Tecmundo
Curiosidades - Internet - Segurança
| Reprodução |
Você sente falta do Megaupload?
Esqueça. Kim Dotcom confirmou que o site não irá mais voltar.
Entretanto, o fundador do serviço, fechado em janeiro, afirmou em
entrevista à Wired que um novo site de armazenamento está a caminho: o 'Mega', que, segundo ele, deverá trazer mais privacidade aos usuários.
Apesar de parecido com o Megaupload em funcionamento, o novo serviço promete uma novidade que pode incomodar os combatentes à pirataria. Ao fazer o upload, o arquivo seria codificado ainda no navegador do usuário, que recebe uma senha, chegando ao banco de dados da empresa já bloqueado. Assim, apenas aqueles que possuem esta senha poderão ter acesso ao conteúdo, segundo Mathias Ortmann, parceiro de Dotcom na empreitada.
Estas senhas não ficarão armazenadas com o Mega, que ficará inviabilizado de identificar o conteúdo subido para seus servidores. Desta forma, fica apenas a critério dos usuários, e não da empresa, o controle do acesso e divulgação dos arquivos, o que livraria o serviço de possíveis processos, uma vez que não se responsabiliza pelo conteúdo.
Dotcom ainda afirma que a única forma de evitar tal recurso de funcionar é tornar a encriptação ilegal. E segundo ele "de acordo com a ONU, privacidade é um direito básico do ser humano. Você tem o direito de proteger sua informação e comunicação contra espionagem", declarou.
Entretanto, caso as empresas detentoras de direitos autorais encontrem sites com links para arquivos e suas respectivas senhas, podem pedir para o Mega tirar este arquivo do ar. O novo serviço também irá permitir acesso a estas empresas para que elas mesmas apaguem o conteúdo pirateado, mas para usar esta ferramenta elas deverão concordar em não processar o serviço pela ação dos usuários.
Apesar de parecido com o Megaupload em funcionamento, o novo serviço promete uma novidade que pode incomodar os combatentes à pirataria. Ao fazer o upload, o arquivo seria codificado ainda no navegador do usuário, que recebe uma senha, chegando ao banco de dados da empresa já bloqueado. Assim, apenas aqueles que possuem esta senha poderão ter acesso ao conteúdo, segundo Mathias Ortmann, parceiro de Dotcom na empreitada.
Estas senhas não ficarão armazenadas com o Mega, que ficará inviabilizado de identificar o conteúdo subido para seus servidores. Desta forma, fica apenas a critério dos usuários, e não da empresa, o controle do acesso e divulgação dos arquivos, o que livraria o serviço de possíveis processos, uma vez que não se responsabiliza pelo conteúdo.
Dotcom ainda afirma que a única forma de evitar tal recurso de funcionar é tornar a encriptação ilegal. E segundo ele "de acordo com a ONU, privacidade é um direito básico do ser humano. Você tem o direito de proteger sua informação e comunicação contra espionagem", declarou.
Entretanto, caso as empresas detentoras de direitos autorais encontrem sites com links para arquivos e suas respectivas senhas, podem pedir para o Mega tirar este arquivo do ar. O novo serviço também irá permitir acesso a estas empresas para que elas mesmas apaguem o conteúdo pirateado, mas para usar esta ferramenta elas deverão concordar em não processar o serviço pela ação dos usuários.
Via: Olhar Digital
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