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MARK 1 - 1944 
Os primeiros computadores eletrônicos surgiram na mesma época na Alemanha, Inglaterra e nos Estados Unidos, lar do Mark 1. Com 4,5 toneladas, ele demorava seis segundos numa multiplicação!

 

ENIAC - 1946

Esse Eniac foi o primeiro computador "multiuso" - os anteriores apenas desempenhavam tarefas específicas, como cálculos de bombardeios em guerra.



EDVAC - 1946

Esse "filhote" do Eniac mudou o sistema de armazenamento de dados, trocando o sistema decimal (de 0 a 9) pelo sistema binário (0 ou 1). A mudança possibilitou a criação dos bits de informação.


TRANSISTOR - 1947

Os primeiros computadores usavam componentes enormes, as válvulas, para guardar informação e fazer contas. O transistor fazia a mesma coisa, mas era menor, mais barato e consumia menos energia.

 

LEO - 1951

As primeiras máquinas eram usadas na guerra ou nas universidades. Isso até a chegada do Leo, empregado numa empresa inglesa de alimentos, a primeira a usar um computador nos negócios.



WHIRLWIND - 1953

Esse computador era o mais rápido do seu tempo: ele fazia uma multiplicação em 0,025 segundo. Mas ainda era uma carroça, equivalente, hoje, à velocidade de um processador de 1 MHz.



TRADIC - 1955

Feito para a Força Aérea Americana, esse foi o primeiro computador a usar transistores. Com eles, os computadores tornaram-se mais rápidos, leves e econômicos.

 

CIRCUITO INTEGRADO - 1958

Com a invenção do CI - vários transistores integrados em uma única peça de silicone - aumenta a velocidade das máquinas.

 

PDP-1 - 1960

Conforme o computador ficava mais versátil, começavam a pipocar novas aplicações para a invenção. E não demorou a surgir o primeiro videogame: em 1960, já dava para jogar SpaceWar no PDP-1.

 

ATLAS - 1962

Foi nessa invenção inglesa que apareceu a primeira memória virtual, tecnologia usada até hoje e que permite trabalhar com diferentes programas ao mesmo tempo.



PDP-8 - 1965

Essa máquina foi a primeira a caber em cima de uma mesa - a façanha lhe rendeu o apelido de minicomputador. Barato, ele virou um sucesso comercial, com 300 mil unidades vendidas.
 
 

SYSTEM 360 - 1965

O circuito integrado é incorporado aos computadores nesse modelo da IBM. O desenvolvimento desse componente aumenta a velocidade de processamento e o espaço de armazenagem das máquinas.

 

MOUSE - 1968

O americano Douglas Engelbart lançou um aparelhinho chamado "bug". Ele não fez muito sucesso até os anos 80, quando ganhou o apelido de "mouse".

 

MICROPROCESSADOR - 1971

Com a diminuição dos circuitos integrados, a indústria consegue condensar milhares deles numa única peça, lançando o primeiro microprocessador, o Intel 4004.

 

ALTAIR 8800 - 1974

O microprocessador estreava no mundo dos computadores a bordo de um Altair 8800. Pequeno para a época, essa máquina abriu caminhos para a revolução do computador pessoal.

 

MICROSOFT - 1975

Dois estudantes americanos, Bill Gates, 19, e Paul Allen, 22,adaptam a linguagem basic para o Altair. Esse é o primeiro programa da Microsoft.

 

Apple II - 1977

O Apple II foi o primeiro microcomputador tal como o conhecemos. Pela primeira vez, a máquina tinha um teclado e podia ser ligada em um monitor - no caso, uma TV.

 

DISQUETE DE 31/2 - 1981

Em 1976, surge o disquete de 5 1/4 (13 cm de diâmetro). Em 1981, a Sony lança o modelo de 3 1/2 (9 cm de diâmetro).

 

IBM-PC - 1981

O PC põe a IBM na liderança do mercado de microcomputadores. O preço de 2 820 dólares era mais alto que o dos concorrentes, mas a máquina bombou: em 4 meses, foram vendidas 35 mil unidades.

 

XEROX 8010 - 1981

Para estrear nos computadores, o mouse precisou da primeira interface gráfica, a do Xerox 8010, que permitia interagir com a máquina por meio de imagens na tela.



OSBORNE 1 - 1981

A era dos micros mal havia começado e já surgia o primeiro computador portátil, o Osborne 1. Ele pesava 12 quilos, tinha uma tela de 5 polegadas e cabia numa maletinha.

 

WORD - 1983

A Microsoft de Bill Gates lança o Word Microsoft Office, primeiro programa do pacote que em poucos anos monopolizaria o mercado de programas para escritório.

 

MACINTOSH - 1984

A Apple lança o primeiro computador com mouse e interface gráfica voltado para o uso pessoal, fora das empresas. Ele era fácil de usar e incluía um programa de desenhar.

 

IMPRESSORA A LASER - 1984

Primeira impressora a laser compatível com os PCs, a Laserjet começa a desbancar as impressoras matriciais dos anos 70 e as de jato de tinta, também de 1984.




WINDOWS - 1985

O lançamento do Windows traz para o PC as vantagens da interface gráfica popularizada pela Apple. Hoje, 90% dos computadores funcionam com uma versão desse programa.



CD-ROM - 1985

Surgem os primeiros CD-ROMs, nova mídia com capacidade para 550 megabytes - 387 vezes a capacidade de um disquete de 3 1/2, mas apenas 12% da dos DVDs, lançados em 1996.

 

DESKPRO 386 - 1986

A Compaq lança o Deskpro 386, o primeiro da geração de "clones" do PC da IBM. Seu processador Intel de 32 bits era muito mais rápido que os de 16 bits da concorrente.



Internet - 1990

Desde 1969, um sistema de rede chamado Arpanet era desenvolvido em paralelo aos computadores. Em 1990, com a criação da linguagem HTML, a Internet é oficialmente inaugurada.



iPod - 2001

A indústria da música foi uma das mais afetadas pela internet. O iPod e outros tocadores de MP3 abrem a possibilidade de ouvir sons baixados da rede em qualquer lugar.

 

MICRO DE 100 DÓLARES - 2005

O desafio, agora, é democratizar o acesso aos computadores. Com estrutura simples, o MIT propõe um micro que custe 100 dólares. Mas ainda é só um conceito.




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O Silk Road, maior site anônimo de venda de drogas, foi apreendido pelo FBI. Ele era famoso por realizar transações apenas com Bitcoins. Então, é claro, a moeda virtual voltou aos holofotes. Depois dessa, o Bitcoin vai sobreviver? Ele deveria sobreviver? Vamos conversar sobre isso.

Transações virtuais não deveriam parecer estranhas. Cada vez lidamos menos com dinheiro vivo: os brasileiros usam mais o cartão que dinheiro para pagar compras, por exemplo. E alternativas como banco online, NFC e outros continuam a se popularizar.

Mas o Bitcoin é algo bem diferente: trata-se de algo realmente digital (ainda que haja versões físicas dele), não vinculado a um governo ou entidade, que você pode obter ao trocá-lo por outras moedas (reais, dólares) ou através de “mineração”.

Você pode usá-lo para adqurir bens digitais, como e-books ou músicas, ou serviços do WordPress e Mega – explicamos o procedimento aqui. Mas o Bitcoin também é aceito por serviços com legalidade questionável, como Usenets de pirataria, que não conseguem receber pagamentos por vias comuns. Há também o caso Silk Road, é claro. Mas apesar disso, o Bitcoin tem suas vantagens.

A favor: não é comandado por um governo ou empresa


Não existe um órgão regulador para o Bitcoin: é uma rede descentralizada que garante as transações com a moeda.

O Bitcoin é meio complicado, mas o sistema funciona mais ou menos assim: cada Bitcoin possui um registro único e público de posse atual e passada. Então, a cada 8 minutos, uma rede de verificadores checa a contabilidade pública do Bitcoin para ver se tudo bate com seus registros. Se tudo estiver correto, eles liberam novos Bitcoins recém-criados.

É assim que Bitcoins são regulados (e criados). É um sistema estranho, mas não é comandado por um governo ou empresa: é livre de uma forma que outras moedas não são.
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A favor: descentralização


Talvez seja meio difícil entender uma moeda sem valor intrínseco, mas outras moedas – como o real ou o dólar – também são assim. Desde que o padrão-ouro foi abandonado em 1971 nos EUA, o valor do dólar depende da confiança naqueles que a fabricam e distribuem: o Tesouro e os bancos. Da mesma forma, o real não tem lastro: é uma moeda fiduciária.

Este é a falha que o Bitcoin tenta resolver. Teoricamente, se a economia de um país entrar em colapso, o Bitcoin continuaria quase que sem restrições. Afinal, em vez de confiar em uma autoridade superior, ele depende de matemática – um algoritmo alimentado por uma rede descentralizada.

Em outras palavras, o Bitcoin poderia ser uma alternativa contra uma queda do sistema financeiro mundial; isso se ele não colapsar por motivos próprios, é claro. Ele não é perfeito, mas está separado, e isso pode ajudar.

A favor: liberdade


Outro benefício dessa falta de controle central é que o governo não pode impedir você de dar Bitcoins para quem quiser.

Em 2010, o governo dos EUA tentou silenciar o Wikileaks cortando seu suprimento de dinheiro. Bancos e empresas de cartão de crédito foram proibidos de transferir doações para o site. E é difícil negar o impacto que o Wikileaks teve no mundo. Então o Wikileaks começou a sugerir que seus usuários doassem usando Bitcoins, algo que o governo não poderia controlar ou parar.

Com certeza, essa sensação de anarquia e anonimato pode ser usada para algumas práticas fora-da-lei, mas esse tipo de liberdade permite que o Bitcoin apoie práticas que, por bem ou por mal, o governo e grandes empresas não deixarão você fazer – como defender sua liberdade ou comprar drogas.
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Contra: anonimato para o mal


Há algumas possíveis falhas neste regime de anarquia no Bitcoin. Sem qualquer tipo de regulação central, não há uma estrutura para controle. As pessoas podem aproveitar o Bitcoin para propósitos questionáveis com muita facilidade – o Silk Road estava cheio dessas pessoas.

Cada Bitcoin possui um histórico de transações, mas ele não permite identificar as pessoas que o usaram. É quase impossível rastrear alguém com base apenas em uma trilha de Bitcoins.

Sem controle e acompanhamento do governo, alguém com má intenção pode muito facilmente adquirir não apenas drogas, mas armas ou qualquer outra coisa – e sem ser rastreado. Também é possível ser indetectável usando dinheiro comum? Claro. Porém isso é ainda mais fácil com o Bitcoin.

Contra: depender de algo pouco confiável

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O Bitcoin pode ser livre das flutuações da economia de um país, mas seu valor está sujeito a diversas variações. Basta olhar para este gráfico com o preço do Bitcoin, mostrando a queda dramática após o fim do Silk Road. (O valor já se recuperou um pouco desde então.)

Ele nos diz algo sobre a natureza atual do Bitcoin. Por mais que ele seja uma alternativa a um possível colapso da economia, ele não é tão sólido assim. Longe disso. E esta não é a primeira vez que o valor da moeda virtual flutua tanto. Mas ela está longe de acabar.

Bitcoin e o futuro


Afinal, o Bitcoin deveria sobreviver? Não há resposta fácil para isso, já que – como você notou acima – os pontos positivos e negativos são bem extremos. Ele é, ao mesmo tempo, um instrumento de liberdade e uma forma de fugir da lei. É o futuro das transações, porém terrivelmente difícil de regular e controlar.

Por um lado, talvez nada disso importe. Após os acontecimentos desta semana, é cada vez mais provável que o Bitcoin seja banido aos poucos. Pode apostar que ele se tornará um alvo ainda maior para grandes governos, em especial o americano.

Além disso, ele pode acabar por conta própria: moedas virtuais não duram para sempre. Pegue o Liberty Dollar, por exemplo: após 8 anos, esta moeda privada acabou – o governo dos EUA foi atrás de seu criador acusando-o de violar leis federais.

Por outro lado, este pode ser apenas o início das moedas virtuais. Já existem diversas alternativas ao Bitcoin, como Ripple, Freicoin e Namecoin. Seu uso ainda é limitado (poucos aceitam como forma de pagamento), mas como dissemos, suas futuras encarnações terão potencial enorme para agir como dinheiro de verdade. Porém, até lá, teremos que resolver essas questões de segurança, regulação e disseminação.

O Bitcoin é difícil de derrubar, mas mesmo que acabasse, não seria o fim para as moedas virtuais.

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Nós, brasileiros, temos o costume de reclamar da internet do Brasil e, de vez em quando, o argumento que usamos é sobre as propagandas enganosas das operadoras brasileiras.

Bom, de fato, nossa “banda larga” não é das melhores e muitas vezes a culpa é realmente das prestadoras de serviços. Contudo, a desinformação é um problema que acaba levando o consumidor a contratar um produto que não é exatamente aquilo que ele pensa.

As companhias vendem conexões sugerindo que o cliente vai obter incríveis 10 MEGA de “velocidade” e, de fato, elas estão vendendo o que anunciam. Ocorre, no entanto, que o consumidor acaba pensando que está adquirindo uma coisa, mas, na prática, ele percebe que sua conexão é quase 10 vezes inferior ao que contratou.
Megabit x Megabyte [vídeo]
(Fonte da imagem: Tecmundo/Baixaki)

A verdadeira confusão consiste em um problema de medidas, algo que as operadoras usam para enganar o consumidor. Hoje, vamos falar sobre essa questão para que você não caia mais nas pegadinhas.

Bit x Byte: qual a diferença?

Bom, para falar de internet, precisamos falar sobre dados. Os computadores trabalham com duas unidades básicas: o bit e o byte. O bit é a menor unidade de informação, portanto, não há nada menor que ele. O byte, por outro lado, é a junção de oito bits.
Megabit x Megabyte [vídeo]
(Fonte da imagem: Tecmundo/Baixaki)

Considerando que o byte engloba o bit, a maioria dos aplicativos (incluindo os navegadores), sites e serviços usa o byte (e seus derivados) por padrão. A ideia de optar pelo byte é poder representar grandezas maiores usando menor quantidade de números.

Os derivados

Esclarecido isso, podemos falar sobre os problemas com unidades de medida. Na informática, usamos prefixos como “kilo”, “mega”, “tera” e assim por diante. A ideia desses prefixos é facilitar a representação de um mesmo número.

Existem diferentes formas de representar o tamanho de um arquivo. Supondo que uma música  tenha 5 megabytes (MB), poderíamos dizer que esse mesmo arquivo tem 5.120 kilobytes (KB) ou 5.242.880 bytes (B).

Esses números representam a mesma coisa, sendo que o único ponto que realmente se altera é a forma de expressar a grandeza. O “kilo” representa 1.024 bytes e o “mega” representa 1.024 kilobytes. O giga e o tera seguem o mesmo conceito.
Megabit x Megabyte [vídeo]
(Fonte da imagem: Tecmundo/Baixaki)

Bom, podemos ainda transformar o tamanho representativo desse arquivo para bits. Basta multiplicar qualquer um dos tamanhos por 8 para obter o resultado. Assim, teríamos um total de 40 megabits, que é igual a 40.960 kilobits ou ainda em 41.943.040 bits.

É a mesma coisa que você aprendeu sobre quilogramas e megagramas (que é o termo correto para tonelada). Um quilograma contém mil gramas e um megagrama contém mil quilogramas. Esses prefixos ajudam a representar a massa de grandes objetos, afinal, é mais fácil dizer que um carro tem 2 megagramas do que especificar esse valor em gramas.

A enganação dos planos de banda larga

No caso das conexões de internet, esses “megas” dificultam a compreensão das grandezas. Isso porque estamos habituados aos bytes, mas, por uma questão de marketing, as operadoras usam os bits na propaganda.

Assim como os prefixos “giga”, “mega” e “kilo” são aplicáveis aos bytes, eles também podem ser usados com os bits. Portanto, um kilobit contém 1.024 bits e um megabit é igual a 1.024 kilobits.

Como estamos tratando de matemática pura, a diferença entre um megabyte e um megabit é a mesma de um byte para um bit, ou seja, o megabyte é oito vezes maior do que o megabit, bem como o kilobyte é oito vezes maior do que o kilobit.
Megabit x Megabyte [vídeo]
(Fonte da imagem: Tecmundo/Baixaki)

Dessa forma, fica fácil entender o motivo de você contratar 10 mega e obter apenas 1 mega. De fato, as operadoras estão vendendo 10 mega, porém nunca é especificado que esse valor é em bits. A enganação acontece justamente nessa confusão de unidades.

Nós, consumidores, acreditamos que as conexões são em megabytes, mas, na verdade, as velocidades contratadas são oito vezes menores, justamente porque o megabit é oito vezes menor do que o megabyte.

Calculando a velocidade da sua conexão

Agora que você já pegou o macete, fica fácil entender a velocidade da sua conexão e fazer os devidos cálculos, mas, para não restar dúvidas, vamos dar um exemplo:
  1. Jogue na sua calculadora o valor da sua conexão. Caso você tenha contratado um plano de 10 mega, digite 10;
  2. Depois, use a operação de divisão e divida o 10 por 8;
  3. Pronto, agora você sabe que a velocidade máxima da sua conexão é de 1,25 megabyte.
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(Fonte da imagem: Tecmundo/Baixaki)

Se você contratou um plano de 600 kilobits, basta efetuar o mesmo processo, mas tenha em mente que o resultado obtido será em kilobyte.

Medindo a velocidade máxima da sua conexão

Verificar as taxas de transferência durante os downloads não é um método eficiente de testes. Normalmente, a velocidade de download oscila conforme o arquivo baixado, o servidor, o programa utilizado e outras variáveis.

Para realizar um teste mais preciso, recomendamos a execução do Teste de Velocidade do Baixaki. É importante se lembrar de fechar todos os programas, interromper qualquer download e atualização, evitar o uso de redes wireless e repetir o procedimento diversas vezes para obter resultados mais confiáveis.
Megabit x Megabyte [vídeo]
(Fonte da imagem: Tecmundo/Baixaki)

Uma vez na página de verificação, basta clicar em “Iniciar Teste” para que nosso aplicativo verifique as taxas de download e upload da sua conexão. Os resultados obtidos são informados em megabits, por isso você precisa dividir o total por 8 para saber quais são as taxas máximas de transferência da sua conexão.

Os problemas não param por aí

Enfim, existe sim uma grande confusão sobre os megabits e megabytes, mas sabemos que grande parte da lentidão em nossas conexões se deve a falhas na cobrança de resultados. Infelizmente, a Anatel, que é o órgão brasileiro responsável pelo assunto, impõe a entrega de apenas 20% da velocidade total contratada.

Some nessa conta os problemas com traffic shaping, instabilidade dos servidores, aparelhos razoáveis fornecidos pelas operadoras e outros tantos detalhes para entender por que sua internet, às vezes, não alcança nem metade do que você realmente contratou. Infelizmente, nossa banda larga só vai ser melhor num futuro distante.


Via: Tecmundo
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Longe da família há mais de cinco anos, Adriano procurava uma forma de ficar mais próximo da mãe e dos irmãos. 

"Eu ligo todos os dias para a minha família. E o pessoal sempre pede para mandar uma foto ou outra coisa e eu decidi que deveríamos fazer chamadas de vídeo", diz o estudante Adriano Liberato.

Depois de pesquisar uma série de tutoriais complicados e a maioria em inglês, encontrou um emulador gratuito para rodar aplicativos do sistema Android no computador.

"Eu configurei tudo por acesso remoto e falo para minha mãe apenas ligar o computador. Ela apenas liga o PC e eu a ajudo", diz Liberato.

Se você quiser experimentar, o software emulador é totalmente gratuito. Vale a pena para quem quiser testar um aplicativo ou utilizar comunicadores móveis no PC. Quem está acostumado com o Android não terá problemas, mas no olhardigital.com.br nós publicamos um tutorial completo para ensinar como instalar e usar este emulador no seu computador. Acesse, confira e aproveite.
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Cabos diferentes podem deixar a minha rede e internet mais rápidas?
(Fonte da imagem: Reprodução/LifeHacker)

Você sabia que o padrão de cabos que você usa pode influenciar na velocidade da sua rede? Calma, não estamos dizendo que você poderá navegar mais rápido na internet, mas sim que você poderá transferir arquivos entre computadores em uma velocidade um pouco maior dependendo das circunstâncias.

Embora pareçam similares, existem diferenças de padrões entre os cabos de rede que, em alguns casos, podem influenciar de alguma forma na qualidade de transferência de dados. Entretanto, tenha em mente que, caso você utilize um cabeamento com uma distância inferior a cinco metros, o ganho ou perda de velocidade serão pouco significativos.

Basicamente, existem três padrões de cabos: Cat5, Cat5e e Cat6, conheça um pouco mais sobre eles:

Cat5: mais antigo e mais lento

Teoricamente, os cabos do padrão Cat5 podem suportar velocidades de transferência entre 10 Mbps e 100 Mbps. Entretanto, é possível atingir velocidades acima de 1 Gigabit em distâncias mais curtas, mas tudo vai depender das condições da sua rede. Compatível com as redes mais antigas, ainda hoje ele é capaz de dar conta do recado, em especial para redes domésticas.

Cat5e: mais rápido e com menos interferência

Cabos diferentes podem deixar a minha rede e internet mais rápidas? 
Cabo Cat5e. (Fonte da imagem: Reprodução/AVPCable)

A categoria Cat5e é uma versão melhorada da Cat5. Ela foi feita para suportar velocidades de 1.000 Mbps (ou 1 Gigabit) e, por conta disso, em teoria é também mais rápida que a sua antecessora. Outra vantagem é a redução de interferência nas transmissões. Na prática, o padrão se mostra mais adequado para velocidades mais rápidas e transmissões mais estáveis.

Cat6: ainda mais rápido, mas nem sempre necessário

Cabos diferentes podem deixar a minha rede e internet mais rápidas? 
(Fonte da imagem: Reprodução/Xunlian)

A geração seguinte de cabeamentos é conhecida como Cat6, que inclui mais algumas melhorias. O nível de interferência é consideravelmente baixo e em alguns casos o padrão pode suportar velocidades de até 10 Gigabits. Em uma rede doméstica dificilmente você vai usar todo o potencial, de forma que ela só tem alguma utilidade em locais onde a distância de cabeamento seja superior a 10 metros.

Qual cabo eu devo escolher?

É importante lembrar mais uma vez: a velocidade da sua rede é diferente da velocidade da sua internet. Por conta disso, é possível que uma atualização nos seus cabos não resulte em nenhum benefício real para a sua rede, uma vez que, em pequenas distâncias, comuns nas redes domésticas, essas perdas não são tão perceptíveis.

Entretanto, se o seu propósito é transferência de arquivos entre computadores, usar cabos mais novos, como os do padrão Cat6, pode significar um ganho de velocidade. Porém, vale lembrar que você vai precisar mais do que apenas cabos compatíveis com o formato mais recente. É preciso que o roteador e as placas de rede das máquinas também estejam adaptados a esse padrão.

Por fim, antes de sair trocando os seus cabos velhos por outros mais novos, vale lembrar que essas velocidades são teóricas e, na prática, a diferença pode ser menor, resultando em uma troca desnecessária, um investimento que não vai trazer o retorno esperado. Em ambientes corporativos essa “dúvida” entre qual padrão escolher faz mais sentido, mas, para redes domésticas, não se iluda: seus cabos atuais, provavelmente, dão conta do recado.

 
Via: Tecmundo
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O que muda se o marco civil da internet for aprovado?
(Fonte da imagem: Reprodução/Mega Sim)

Hoje (13), deve finalmente ser votado o projeto de lei do marco civil da internet no Brasil. Caso seja aprovado na íntegra, o documento passará a regular o funcionamento da rede em todo o território nacional. Mas o que realmente muda com a chegada do marco civil? Entenda agora quais são as propostas presentes no projeto apresentado pelo deputado Alessandro Molon (PT-RJ).

Direitos e garantias dos consumidores

O texto apresentado ao Congresso deixa claro que os usuários de internet devem ter alguns direitos garantidos pelas operadoras e defendidos pelo Estado. Para começar, o sigilo na navegação deve ser absoluto, pois vida privada e intimidade não podem ser violados — salvo em casos de ordem judicial para a quebra do sigilo.

Contratos e termos de uso e tratamento de dados pessoais devem ser explicitados com informações claras e completas. Por fim, as operadoras devem assegurar que não vão suspender o acesso dos usuários — desde que os pagamentos sejam realizados, é claro.

Neutralidade da rede

Esse é um dos pontos mais controversos do marco civil. Segundo o texto original, as operadoras devem tratar de forma igualitária os clientes, independente de qual seja o plano contratado. Ou seja, em caso de congestionamento de rede, não seria mais permitido que os clientes com pacotes mais caros tenham preferência no acesso.
O que muda se o marco civil da internet for aprovado? 
(Fonte da imagem: iStock)

Apesar de parecer uma proposta justa, alguns membros do Congresso afirmam que isso seria ruim para o mercado, pois as pessoas não encontrariam grandes vantagens em assinar pacotes mais completos — com isso, a concorrência por preços mais baixos acabaria sendo afetada em todo o Brasil.

Outro termo polêmico diz o seguinte: “Na provisão de conexão à internet, onerosa ou gratuita, bem como na transmissão, comutação ou roteamento, é vedado bloquear, monitorar, filtrar, analisar ou fiscalizar o conteúdo dos pacotes de dados, ressalvadas as hipóteses admitidas na legislação”. Ou seja, é necessário que o sigilo dos usuários seja mantido, mas congressistas afirmam que as exceções precisariam ser mais claras para evitar abusos.

Registros e sigilo

Boa parte do texto bate na mesma tecla: privacidade. O marco civil determina que todos os consumidores tenham o sigilo preservado, mas os provedores devem armazenar as informações dos usuários pelo período de um ano — em centrais seguras e que não permitam o acesso de terceiros. Lembrando que isso vale apenas para provedores.
O que muda se o marco civil da internet for aprovado? 
(Fonte da imagem: iStock)

Os provedores só podem fornecer os dados guardados de seus usuários quando uma ordem judicial obrigar tal ação. No caso dos aplicativos online, a preservação dos dados é opcional, mas ordens judiciais podem passar a obrigar o armazenamento em períodos determinados.

Crime digital: a culpa é de quem?

No caso de algum usuário do Facebook compartilhar itens ilegais na rede social, quem seria o culpado? O que o marco civil defende é que o próprio consumidor deve ser responsabilizado, não cabendo punições legais para os provedores em questão — apenas se não tomar as providências necessárias para a retirada do conteúdo após a ordem judicial.

Por outro lado, o que foi dito ainda não se aplica em casos de transmissão ilegal de conteúdos protegidos por direitos autorais — o projeto afirma que não deve haver tanta burocracia nesses casos. Por isso, a remoção de conteúdos desse tipo deve ser facilitada com a aprovação do texto.


Via: Tecmundo
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Reprodução
Kim Dotcom
Você sente falta do Megaupload? Esqueça. Kim Dotcom confirmou que o site não irá mais voltar. Entretanto, o fundador do serviço, fechado em janeiro, afirmou em entrevista à Wired que um novo site de armazenamento está a caminho: o 'Mega', que, segundo ele, deverá trazer mais privacidade aos usuários.

Apesar de parecido com o Megaupload em funcionamento, o novo serviço promete uma novidade que pode incomodar os combatentes à pirataria. Ao fazer o upload, o arquivo seria codificado ainda no navegador do usuário, que recebe uma senha, chegando ao banco de dados da empresa já bloqueado. Assim, apenas aqueles que possuem esta senha poderão ter acesso ao conteúdo, segundo Mathias Ortmann, parceiro de Dotcom na empreitada.

Estas senhas não ficarão armazenadas com o Mega, que ficará inviabilizado de identificar o conteúdo subido para seus servidores. Desta forma, fica apenas a critério dos usuários, e não da empresa, o controle do acesso e divulgação dos arquivos, o que livraria o serviço de possíveis processos, uma vez que não se responsabiliza pelo conteúdo.
Dotcom ainda afirma que a única forma de evitar tal recurso de funcionar é tornar a encriptação ilegal. E segundo ele "de acordo com a ONU, privacidade é um direito básico do ser humano. Você tem o direito de proteger sua informação e comunicação contra espionagem", declarou.

Entretanto, caso as empresas detentoras de direitos autorais encontrem sites com links para arquivos e suas respectivas senhas, podem pedir para o Mega tirar este arquivo do ar. O novo serviço também irá permitir acesso a estas empresas para que elas mesmas apaguem o conteúdo pirateado, mas para usar esta ferramenta elas deverão concordar em não processar o serviço pela ação dos usuários.
 
 
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