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CompuLab e Linux Mint anunciam miniPC MintBox 2 
(Fonte da imagem: Reprodução/Linux Mint Blog)

A distribuição Linux Mint acabou de chegar à versão 15 e vai ganhar um aliado de peso para que consiga chegar a um público muito maior. Os desenvolvedores do sistema operacional renovaram a parceria com a empresa CompuLab e anunciaram a nova versão do miniPC MintBox — que chega com um processador mais potente e mais espaço em disco do que ofereciam as versões anteriores.

Abandonando os processadores da AMD, o dispositivo agora utiliza um Intel Core i5 (o clock de processamento não foi especificado ainda), que promete até quatro vezes mais velocidade em comparação com o MintBox Basic — a versão original. Ele ainda conta com 500 GB de armazenamento e qualidade dual Gigabit para as funções de rede (via cabo Ethernet).

Por enquanto, o MintBox 2 só estará disponível para os consumidores europeus e custará cerca de US$ 599 (R$ 1.322). Como já foi dito, o sistema operacional será o Linux Mint 15, mas, como se trata de um sistema operacional aberto, é bem possível que os consumidores consigam realizar modificações para personalizá-lo.

Via: Tecmundo
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Próxima versão do Office possui o codinome Gemini 
(Fonte da imagem: Reprodução/ZDNet)

Enquanto trabalha na criação da versão Blue do Windows, a Microsoft já está planejando uma versão da suíte de aplicativos Office para acompanhar o novo sistema operacional. Segundo o site ZDNet, a empresa já está trabalhando em um produto com o codinome “Gemini”, cujo lançamento deve ocorrer ainda em 2013.

O novo pacote deve incluir versões atualizadas de programas como o Excel, OneNote, PowerPoint e Word, todos velhos conhecidos de quem acompanha o mundo da informática. Rumores indicam que os novos produtos devem trabalhar de forma mais independente em relação ao Windows, o que seria possibilitado por recursos semelhantes aos vistos no Office 365.

Questionado sobre a existência do Gemini, o time responsável pelo Office se limitou a afirmar que novas melhorias para o produto sempre estão sendo desenvolvidas. “Sempre estamos melhorando o Office 365, então a noção de uma próxima versão é antiquada. Dito isso, não temos qualquer informação para compartilhar sobre as novas atualizações para o Office”, afirmou a Microsoft em uma declaração oficial.


Via: Tecmundo
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Ainda antes do lançamento, muitos sites divulgaram notícias relatando a decepção de algumas desenvolvedoras com o desempenho do Windows 8 para jogos. De lá pra cá, o número de reclamações aumentou consideravelmente, principalmente por conta de problemas com a plataforma Games for Windows Live.
Como está o Windows 8 para jogos?
(Fonte da imagem: Divulgação/ASUS)
Apesar de muitas pessoas reclamarem, outras tantas dizem não ter problemas com o sistema e relatam que a performance está superior em algumas situações. Aproveitamos todo esse burburinho para estudar o caso a fundo. Hoje, vamos mostrar que existem os dois lados da moeda, mas que talvez nem tudo seja tão ruim quanto alguns dizem.

A evolução pode ser problemática

O Windows 8 aproveitou grande bagagem das antigas versões, mas isso não quer dizer que, em termos de código, ele tenha muitas semelhanças. Para dar uma repaginada na história do sistema, a Microsoft optou por mexer severamente no núcleo do sistema.

Isso quer dizer que muitos recursos básicos receberam diversas alterações. Não estamos falando aqui da funcionalidade em si, mas do modo como o sistema executa cada ferramenta. A Microsoft modificou a base gráfica do Windows 8, inserindo efeitos e animações que usam o DirectX como plataforma de suporte.

Como está o Windows 8 para jogos?
(Fonte da imagem: Reprodução/PC World)

Essa é a primeira característica do sistema que muitos apontam como um problema. Ainda que deixe o sistema mais elegante, tal recurso pode interferir no desempenho em jogos, pois o Windows precisa manter o foco em dois ambientes que usam a mesma tecnologia. O uso do DirectX na interface do sistema pode causar impacto negativos, mas ninguém consegue provar o quanto isso afeta o desempenho da máquina.

Falta de suporte apropriado

Apesar de existir uma grande quantidade de reclamações quanto ao sistema, muitos colocam a culpa do “baixo desempenho” (que ainda não foi comprovado por ninguém) nas costas da NVIDIA e da AMD. A alegação mais comum é de que os drivers não são aperfeiçoados para o novo sistema e por isso os jogos ainda estão melhores no Windows 7.

Como está o Windows 8 para jogos?
(Fonte da imagem: Reprodução/NVIDIA)

De fato, nas versões de prévia do Windows 8, os drivers geravam diversos problemas e causavam grande impacto na performance durante a execução de games. Entretanto, de lá para cá, as duas fabricantes de GPU investiram pesado para polir seus softwares.

No site da AMD e da NVIDIA, há versões apropriadas dos drivers para o sistema. Alguns chips (como alguns para notebooks) ainda não são suportados, o que força o jogador a usar uma versão de software para Windows 7 para conseguir reproduzir os games. Nesse tipo de situação, a culpa é dos drivers, mas, no geral, essa é uma exceção que foge à regra.

Como está o Windows 8 para jogos?
AmpliarNovos drivers AMD para Windows 8 (Fonte da imagem: Reprodução/AMD)

Na verdade, considerando que o Windows 8 acabou de sair do forno, é compreensível que exista uma série de problemas com drivers; entretanto, não encontramos testes que provem que o hardware não está se comunicando adequadamente com o software da Microsoft.

Forçando a barra

Se por um lado há poucos artigos comprovando problemas de performance do Windows 8, por outro existe uma legião de pessoas que diz estar sofrendo com a plataforma Games for Windows – LIVE. Com a história de lançar sua própria loja, a Microsoft acabou criando uma briga direta com os jogadores que amam o Steam.

O problema, na verdade, não é a loja existir, mas são os bugs que interferem na jogatina de quem usa o serviço da Valve. Muitas vezes, os jogos precisam usar a interface da Games for Windows – LIVE para realizar login e conseguir se conectar em partidas online. Isso já acontece no Windows 7, mas não há muitos erros. Já no Windows 8...

Como está o Windows 8 para jogos?
Ampliar (Fonte da imagem: Reprodução/Microsoft)

É até engraçado falar sobre o Games for Windows – LIVE, pois, apesar de ser um produto da Microsoft, ele não vem devidamente atualizado na sistema operacional. Em geral, muitas pessoas se deparam com uma mensagem de erro quando tentam usar os recursos dessa plataforma. Para poder continuar a situação, é preciso baixar a última versão do produto — que, por sinal, nem sempre funciona.

Diferenças mínimas

Para colocar tudo em pratos limpos, vamos ao que realmente importa. Vejamos como cada um se sai na hora de encarar os jogos e benchmarks. O site PC World realizou, no começo de outubro, uma análise profunda dos dois sistemas em diversas situações.

Moral da história? Na maioria dos quadros, o Windows 8 consegue ser melhor do que o Windows 7 em jogos. As diferenças, no entanto, são mínimas, e em alguns poucos jogos há um salto de frames. É importante frisar que em determinadas situações o Windows 7 demonstra ser mais rápido, portanto temos quase um empate técnico.

Como está o Windows 8 para jogos?
(Fonte da imagem: Reprodução/PC World)
Agora, considerando a “superioridade” do Windows 8 em alguns casos, não há como dizer que você vai notar diferença de qualidade ou de velocidade. Mesmo em jogos como Total War: Shogun 2, em que o novo sistema é até 62% melhor, não há uma grande discrepância na hora da jogatina.

Exclusividade no DirectX

Respondendo a nossa principal pergunta, podemos dizer que o Windows 8 não está mal  planejado para jogos, mas isso não quer dizer que ele seja o sistema mais recomendado para games. Apesar de oferecer desempenho superior em muitos títulos, os problemas de compatibilidade, bugs e outros poréns podem atrapalhar jogadores que querem jogar e evitar as dores de cabeça.

Para a Microsoft, todavia, o Windows 8 é imbatível e todas as propagandas vão falar que ele é o melhor em tudo, afinal mais vendas geram mais lucro. 

Inclusive, para provar essa superioridade, a desenvolvedora já deixou claro que o DirectX 11.1 será disponibilizado apenas para o sistema mais recente, ou seja, quem quiser aproveitar as novidades terá de migrar.

Como está o Windows 8 para jogos?
(Fonte da imagem: Reprodução/PC World)
De certa forma, não é uma má ideia mudar de sistema, mas talvez este não seja o momento apropriado. Pode ser interessante esperar os novos jogos e drivers para visualizarmos mais testes e ver se ele demonstrará poderio em games. Por ora, recomendamos o Windows 7 para games, e o Windows 8 para os curiosos.


Via: Tecmundo
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A Canonical lançou nesta quinta-feira tanto as versões servidor quanto desktop do Ubuntu 12.10, sua distribuição Linux. Esta versão “define a futura direção de desenvolvimento do Ubuntu para os próximos dois anos”, disse Steve George, vice-presidente de comunicação e produtos da Canonical. “A internet se tornou uma parte intrínseca da experiência do usuário, então estamos focando na integração de serviços online e offline”.

A versão anterior do sistema, Ubuntu 12.04, foi lançada em Abril e é uma versão de “longo prazo” (Long Term Support, ou LTS), o que significa que a Canonical focou em torná-la o mais estável possível e que irá suportá-la com atualizações de segurança e correções de bugs por dois anos. As versões LTS são projetadas para atender aos usuários corporativos, que atualizam seus sistemas em um cronograma fixo e tendem a preferir um sistema mais estável  e com menos bugs a um com simplesmente mais recursos.

Em contraste o desenvolvimento do Ubntu 12.10, que tem o codinome Quantal Quetzal, foi focado na preparação para as novas formas nas quais o sistema poderá ser usado, disse George.

A Canonical integrou seu sistema de buscas no desktop, o Dash, com recursos online. Durante uma busca o software retorna entre os resultados não apenas os aplicativos e documentos que correspondem ao termo de uma busca, mas também resultados da internet.

Entre eles documentos armazenados em uma conta no Google Docs, por exemplo, ou resultados da Amazon, caso os usuários estejam buscando por produtos. Neste caso a Canonical ganham um percentual de todas as vendas realizadas através do Ubuntu.

Esta também é a primeira versão do Ubuntu a incluir WebApps, que dão aos desenvolvedores de aplicativos web a possibilidade de colocar um ícone no desktop que, quando clicado, abre o aplicativo em uma janela dedicada. Do ponto de vista do usuário, a WebApp se parece e se comporta “como um aplicativo desktop normal”, disse George.

Para os usuários corporativos, o Quantal Quetzal oferece a capacidade de fazer login em máquinas remotas que rodam o Windows e o software Windows Terminal Server, da Microsoft. Com este software, aplicativos Windows em uma máquina remota podem ser executados, usando virtualização, numa máquina com o Ubuntu. Um administrador pode colocar no desktop do usuário um ícone que, quando clicado, abre um aplicativo que na verdade está rodando em um PC ou servidor distante. 

“Isso chama muito a atenção dos clientes corporativos”, disse George, falando sobre o recurso.
A versão para servidores do Ubuntu 12.10 também inclui um grande número de novos recursos, muitos deles destinados a simplificar a operação do Ubuntu “na nuvem”.
“O uso como infraestrutura web em geral ainda representa uma enorme fatia da utilização do Ubuntu”, disse Mark Baker, Gerente de Produto de Servidores da Canonical. “Mas cada vez mais, a “nuvem” está se tornando muito importante”.

Para ajudar na utilização na nuvem, a Canonical reduziu o tempo de boot da versão para servidores removendo alguns dos aplicativos menos usados da instalação padrão. “Não há motivo para deixar um servidor web, ou de banco de dados, habilitado por padrão. Deixamos que o administrador decida o que incluir”, disse Baker. Esta versão também vem com a mais recente versão do container de servlets Tomcat - a versão 7 - e do software para cloud OpenStack, de codinome Folsom, lançada em setembro.

Esta também é a primeira versão do Ubuntu a incluir o Ceph, um sistema de arquivos distribuído que é usado para “armazenar e gerenciar grandes volumes de dados”, disse Baker, O Ceph elimina a necessidade de comprar um SAN (Storage Area Network) separado porque pode gerenciar petabytes de espaço em disco usando servidores e discos comuns.

A Canonical também atualizou o Juju, um software que fornece uma forma de prover serviços em ambiente de nuvem. O programa agora tem uma interface gráfica, o que deve facilitar seu uso. A Canonical também inclui quase 100 novos “Charms”, o nome que o Ubuntu dá para um pacote de configuração do Juju, cobrindo a instalação de aplicativos como o Memcache, Hadoop, Tomcat, MongoDB, MediaWiki e WordPress.

O Ubuntu 12.10 está disponível para download gratuito, tanto nas versões para desktops e notebooks quanto para servidores. Mais informações estão disponíveis no site oficial, em www.ubuntu.com.


Via: PCW
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Alguns dias atrás a Microsoft confirmou que deixaria de usar o termo ‘Metro’ para se referir à nova interface do Windows 8 e do Windows Phone, e que ainda não havia determinado um substituto.

Agora os funcionários da empresa começaram a usar o termo “Modern UI” para se referir à interface do Windows 8 e “Estilo Modern UI” para se referir aos aplicativos, como podemos ver aqui e aqui.

Como a Microsoft ainda não confirmou oficialmente a mudança, não podemos ter certeza se estes novos termos são ou não os definitivos.

 
 
 
Via: Baboo
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Falta pouco tempo para a chegada do Windows 8, o mais novo sistema operacional da Microsoft que promete unir PCs e tablets sobre no mesmo ambiente. Apesar de toda a comunidade de entusiastas da tecnologia estar aguardando ansiosa pela novidade, algumas personalidades importantes do mundo dos games parecem desacreditar o futuro do novo OS. 

 
Gabe Newell, um dos fundadores da Valve (Fonte da imagem: Divulgação/GDC)

As dúvidas sobre o sucesso do Windows 8 no mundo dos games começaram a pairar depois da declaração do CEO da Valve, Gabe Newell, afirmando que  “o Windows vai ser uma catástrofe para o mercado”. Que motivos teria o pai do Half-Life e da maior loja de games online no mundo, o Steam, para desacreditar tanto a próxima versão do SO da Microsoft?

Uma plataforma para todos

Há décadas que o Windows tem sido a plataforma preferida dos desenvolvedores de jogos para computadores pessoais, principalmente por causa da popularização do pacote de APIs do DirectX. Além de apoiar os programadores de jogos com boas ferramentas de criação, o sistema operacional da Microsoft também permitia que qualquer programa compatível pudesse rodar sem nenhum tipo de restrição.

 
Notch, o criador do Minecraft, concorda com a opinião de Newell sobre o Windows 8 (Fonte da imagem: Tecmundo)

Em outras palavras, qualquer software criado para a plataforma Windows pode ser distribuído sem nenhuma limitação imposta pelo sistema operacional. Essa relação de liberdade por parte do SO rendeu muitos frutos para a gigante de Redmond, considerando que uma boa parcela dos usuários adquiriram um PC com Windows principalmente para poder rodar os seus games favoritos. Entretanto, isso pode mudar com a vinda da oitava versão do sistema operacional.

Windows Store e licenciamento de softwares

Entre as diversas novas funcionalidades confirmadas para o Windows 8 está uma loja de aplicativos. Esta sessão com prateleiras virtuais deverá ser algo parecido com a famosa App Store da Apple ou com o Google Play, o portal de aplicativos dos sistemas Android.

Assim como acontece com o Mac, é bem provável que loja virtual — chamada de Windows Store — permita que a Microsoft tenha uma participação direta sobre venda dos aplicativos disponibilizados para o Windows.

 
(Fonte da imagem: Tecmundo)

Apesar de a empresa fundada por Bill Gates ainda não ter detalhado como a loja vai funcionar, muitos temem que a plataforma não seja apenas uma forma de facilitar o acesso a aplicativos de pequenos desenvolvedores, mas também de garantir que apenas os programas adquiridos através da Windows Store possam rodar.

Naturalmente, isso representaria uma verdadeira catástrofe para a loja de games da Valve, considerando que os consumidores teriam de adquirir os seus games apenas através da Windows Store em vez do Steam ou, na pior das hipóteses, nas duas ao mesmo tempo. O mesmo valeria para outras plataformas de peso, como a loja da Blizzard ou da EA Games.

 
Left 4 Dead 2, primeiro game da Valve compatível nativamente com o Linux (Fonte da imagem: Valve)

Para contornar este “problema”, o criador do Half-Life disse até que está trabalhando em meios de deixar os jogos do Steam perfeitamente compatíveis com o Linux, o sistema operacional de código aberto. No entanto, não há confirmações oficiais sobre um projeto dessa natureza por parte da Valve.

Autenticação de hardware

Diferente do Mac ou dos smartphones, o Windows não foi projetado para rodar apenas em máquinas “fechadinhas” vendidas pela própria Microsoft, mas sim em qualquer microcomputador montado com qualquer hardware compatível com a arquitetura IBM PC e com o SO. Esse é um dos principais motivos do sucesso do sistema operacional.

Por outro lado, o grande número de fabricantes compondo o mesmo gabinete também é um dos motivos que podem desestabilizar o sistema, devido às falhas de cumprimento das normas de padronização. Preocupada em amenizar este problema, a Microsoft projetou o Windows 8 para ser totalmente compatível com a nova arquitetura UEFI, que deve substituir a BIOS.

 
(Fonte da imagem: iStock)

Além de ser uma solução mais sofisticada para a inicialização do sistema, a UEFI também pode atuar como um autenticador de hardware, impedindo o Windows de rodar em sistemas que não foram licenciados pela Microsoft.

Para os gamers, isso pode significar uma grande perda na diversidade de hardware disponível, considerando que muitos fabricantes abandonariam a plataforma porque não querem arcar com os custos de um licenciamento, empobrecendo a oferta de máquinas destinadas aos jogos.

Novamente, a Microsoft ainda não divulgou informações específicas sobre como a autenticação de hardware vai funcionar, e boa parte das afirmações sobre o assunto são apenas especulações.

Será mesmo tão ruim assim?

Apesar das queixas dos gurus da indústria, é possível que, em um primeiro momento, as desvantagens das restrições impostas pelo novo Windows sejam sentidas mais pelos distribuidores de jogos do que pelos desenvolvedores em si. Afinal, se o preço e a qualidade do serviço forem iguais, para o desenvolvedor há poucas diferenças entre a distribuição via Steam ou Windows Store.

 
(Fonte da imagem: Tecmundo)

Além disso, o lançamento de uma nova versão do Windows não implica que todos os computadores vão precisar fazer o upgrade, basta considerar que muitas pessoas ainda usam o Windows XP até hoje. Exceto pela falta de suporte para novas tecnologias, a princípio, nada impediria os usuários e até os desenvolvedores de continuarem a usar o Windows 7 caso a nova versão não agrade.

Sejam todos esses temores bem embasados ou não, só saberemos ao certo o quanto o Windows 8 pode ser bom ou ruim para a indústria dos games depois do dia 26 de outubro, quando o SO for oficialmente lançado. Até lá, continue acompanhando o Tecmundo para mais novidades sobre a oitava versão do sistema operacional mais usado no mundo.

 
Via: Tecmundo
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Dois dias depois da versão final do Windows 8 vazar na web, desta vez foi a vez da versão final do Windows Server 2012 aparecer em sites de compartilhamento.

O arquivo vazado tem 3,23GB é uma imagem .iso "oficial" da Microsoft que inclui a versão Standard e Datacenter.

 


Via: Baboo
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Confirmando as informações anteriores, a Microsoft anunciou hoje a versão final do Windows 8, seu novo sistema operacional para desktops e portáteis (notebooks, ultrabooks e tablets).

O sistema operacional será lançado oficialmente no dia 26 de outubro em todo o mundo e usuários que comprarem novos PCs, notebooks ou ultrabooks com o Windows 7 terão direito ao upgrade para o Windows 8 Pro por R$ 29. Mais detalhes sobre o programa de upgrade podem ser encontrados aqui.

Empresas, profissionais de TI e desenvolvedores poderão obter a versão final do Windows 8 antes do lançamento oficial em outubro.

Confira abaixo as datas:

• 15 de agosto de 2012: A versão final do Windows 8 estará disponível para os desenvolvedores assinantes da MSDN.

• 15 de agosto de 2012: A versão final do Windows 8 estará disponível para os profissionais de TI assinantes da TechNet.

• 16 de agosto de 2012: Empresas com contratos de Software Assurance poderão obter o Windows 8 Enterprise através do Volume License Service Center (VLSC).

• 16 de agosto de 2012: A versão final do Windows 8 estará disponível para membros da Microsoft Partner Network.

• 20 de agosto de 2012: A versão final do Windows 8 estará disponível para os Microsoft Action Pack Providers (MAPS).

• 1 de setembro de 2012: Clientes com licenciamento por volume sem Software Assurance poderão comprar o Windows 8 através dos revendedores autorizados pela Microsoft.

 


Via: Baboo
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