Select Menu

Pelo terceiro ano consecutivo, o preço médio do pacote básico de TV paga no Brasil está abaixo da média mundial, segundo estudo realizado anualmente pela Fipe comparando o valor da mensalidade do pacote básico em 49 países, responsáveis por mais de 75% do PIB mundial.
O país está na 30ª colocação no ranking decrescente dos 49 mercados, com uma mensalidade média de US$ 22,34, enquanto o valor médio global é de US$ 26,88. Em 2013, o Brasil ficou na 27ª colocação, com uma mensalidade de US$ 23,25.
O instituto utiliza o Índice Big Mac (BMI), publicado pela revista The Economist, que avalia o poder de compra de diversas moedas de acordo com o custo do mesmo lanche em cada país.


Segundo a Fipe, as flutuações observadas de um ano para outro podem ser explicadas por uma série de fatores, como: mudanças no preço dos pacotes expressos nas moedas locais dos países; alteração no poder de compra da moeda local, capturado pelo Índice Big Mac (BMI); modificação nas características dos pacotes, com a exclusão ou o acréscimo de canais e desvalorização do Real entre 2012 e 2013.
“O preço da televisão por assinatura no Brasil está alinhado à realidade internacional, mesmo sendo este um setor não sujeito à regulação tarifária”, avalia Oscar Simões, presidente da Associação Brasileira de TV por Assinatura (ABTA).
A receita bruta das operadoras de TV por assinatura, incluindo mensalidade, banda larga e publicidade, chegou a R$ 7,5 bilhões no primeiro trimestre do ano, um aumento de 15,4% ante o mesmo período do ano passado.
Em 2014, o setor deve registrar crescimento na casa de dois dígitos, pelo oitavo ano consecutivo. Mas abaixo da média histórica. Entre 2006 e 2013, o número de assinantes avançou em média 17% ao ano. Entre maio de 2013 e maio de 2014, a expansão da base de clientes da TV paga foi de 10,8%. Para 2014, o índice previsto é de 10%, superando a casa dos 20 milhões de assinantes. O país fechou o mês de maio com 18,8 milhões de assinantes de canais de televisão paga.
Atualmente, 62% recebem os serviços por satélite (DTH) e 38% via cabo. Já o faturamento do setor, incluindo mensalidades pelos pacotes de TV, banda larga, telefonia, publicidade e outros serviços, aumentou 15,4% no 1° trimestre de 2014, em relação ao mesmo período do ano passado. Em 2013, a receita total deste mercado foi de R$ 27,9 bilhões. Na última década, desde 2003, a evolução anual do faturamento foi de 22,8%.
Banda larga
O número de assinantes de serviços de internet banda larga via cabo subiu 12,7% no primeiro trimestre de 2014, em comparação com igual período do ano anterior. Em março, este serviço contava com 6,9 milhões de clientes, um volume 17 vezes maior que em 2004, quando havia apenas 400 mil pontos com acesso rápido. A penetração de TV por assinatura também crescendo em todos os segmentos. Entre 2011 e 2013, evoluiu de 78% para 87% na classe A, de 51% para 65% na classe B e de 24% para 34% na classe C.

Via: IDGNOW!
- -


Pesquisadores desenvolveram um software capaz de usar o Google Glass para descobrir as senhas que as pessoas usam em celulares e tablets. A técnica, gerada na Universidade de Massachusetts, consiste em acompanhar os movimentos e as sombras geradas com os toques na tela do aparelho para decifrar o código. Isso pode ser feito a três metros de distância, mesmo se o atacante não conseguir visualizar os movimentos da vítima a olho nu. 

Em entrevista repercutida pelo Daily Mail, o professor Xinwen Fu, que lidera a equipe de pesquisadores, informou que a técnica acerta em 90% dos casos.


Essa descoberta de informações por visualização também funcionaria com outros aparelhos, como o iPhone 5, um relógio inteligente ou uma webcam, mas nenhum deles cabe tão bem para a tarefa quanto o Glass, porque o atacante pode agir com naturalidade. O Google não pareceu impressionado. Disse que não se trata de uma tática nova e que o Glass foi desenvolvido com foco em privacidade. 

Via:Olhar Digital
-

A história do elevador, se você defini-lo como uma plataforma que pode mover pessoas e objetos para cima e para baixo, é na verdade uma história bem longa. Elevadores rudimentares estiveram em uso na Roma antiga desde 336 a.C., e a primeira referência a eles remete a um que foi construído pelo talentoso Arquimedes.

Esses primeiros elevadores eram vagões abertos em vez de fechados, e consistiam de uma plataforma com molinetes que podiam permitir que a cabine se movesse verticalmente. Esses molinetes geralmente eram movidos manualmente, por pessoas ou animais, ainda que às vezes fossem usadas rodas d’água. Os romanos continuaram usando esses elevadores simples por muitos anos, normalmente para mover água, materiais de construção ou outros materiais pesados de um lugar para outro.

Os elevadores dedicados a passageiros foram criados no século 18, com um dos primeiros sendo usado pelo rei Luís XV em 1743. Ele construiu um elevador em Versailles que poderia carregá-lo de seus aposentos no primeiro andar até os aposentos de sua amante, no segundo andar. Esse elevador não era muito mais avançado tecnologicamente do que aqueles usados em Roma. Para fazê-lo trabalhar, homens a postos em uma chaminé puxavam as cordas. Eles chamavam aquilo de “cadeira voadora”.

Não foi antes de 1800 que a tecnologia dos elevadores começou a avançar de verdade. Para começar, elevadores não precisavam mais funcionar manualmente. Em 1823, dois arquitetos britânicos, Burton e Hormer, construíram uma “sala ascendente” a vapor para levar turistas até uma plataforma para terem uma visão de Londres. Muitos anos depois, a invenção foi expandida pelos arquitetos Frost e Stutt, que adicionaram um cinto e um contrapeso ao vapor.


Logo, sistemas hidráulicos começaram a ser criados também, usando a pressão da água para subir e descer a cabine do elevador. No entanto, isso não era prático em alguns casos; fossos tiveram que ser cavados abaixo do poço do elevador, para permitir que o pistão puxasse de volta. Quanto mais alto o elevador fosse, mais fundo o fosso deveria ser. Assim, isso não era uma opção viável para prédios altos em cidades grandes.

Então a despeito dos sistemas hidráulicos serem um pouco mais seguros do que os a vapor/cabo, os a vapor com cabos e contrapesos continuaram sendo usados. Eles tinham apenas um grande defeito: os cabos poderiam romper, e às vezes o faziam, o que causava a queda do elevador até o fundo do poço, matando passageiros e danificando materiais de construção ou outros itens que estivessem sendo transportados. Desnecessário dizer que ninguém estava ansioso para pegar esses elevadores perigosos, então nessa época elevadores de passageiros ainda eram uma novidade.

O homem que resolveu o problema da segurança dos elevadores, tornando possíveis os arranha-céus, foi Elisha Otis, que é conhecido como o inventor do elevador moderno. Em 1852, Otis apareceu com um design que tinha um “freio” de segurança. Caso os cabos rompessem, uma moldura de madeira no topo da cabine do elevador iria pular para fora e acertar as paredes do poço, parando o elevador no caminho.

O próprio Otis demonstrou o dispositivo, que ele chamava de “molinete de segurança”, na New York World’s Fair, em 1854, quando ele subiu em um elevador improvisado e pediu que cortassem as cordas. No lugar de despencar para a morte, como a audiência acreditou que ia acontecer, seu molinete de segurança saiu, segurando o elevador em um segundo. Desnecessário dizer que a multidão ficou impressionada.

Otis fundou sua própria companhia de elevadores, que instalou o primeiro elevador público em um edifício de Nova Iorque em 1874. A Otis Elevator Company é conhecida até hoje como a maior produtora de elevadores do mundo.

Enquanto o design do elevador com cabo permaneceu, muitos outros avanços foram feitos; o mais óbvio sendo que os elevadores agora utilizam eletricidade no lugar de vapor, uma mudança que começou a acontecer na década de 1880. O elevador elétrico foi patenteado por Alexander Miles em 1887, ainda que um tenha sido construído pelo inventor alemão Werner von Siemens em 1880.

O molinete de segurança de Otis também não foi o fim das inovações em segurança. Hoje, é praticamente impossível que um elevador despenque e mate seus passageiros. Agora existem múltiplos cabos de aço para segurar o peso do elevador, além de diferentes sistemas de freio que impedem que o elevador caia caso os cabos arrebentem de alguma forma. Se, a despeito disso tudo, o elevador cair, existem amortecedores no fundo do poço, tornando improvável que alguém morra e reduzindo as possibilidades de qualquer ferimento sério.


Via: Gizmodo
-

Um chip de computador contraceptivo, que pode ser acionado por controle remoto, foi desenvolvido em Massachusetts, nos Estados Unidos.

O chip é implantado sob a pele de uma mulher, liberando uma pequena dose do hormônio levonorgestrel a cada dia.

Esse processo acontece diariamente por até 16 anos, mas pode ser interrompido a qualquer momento por meio de um controle remoto sem fio. O projeto foi apoiado por Bill Gates e passará por teste nos Estados Unidos no próximo ano - e, possivelmente, será colocado à venda em 2018.

O dispositivo mede 20mm x 20mm x 7mm e terá "preços competitivos", disse um de seus criadores.

Facilidade

Doses minúsculas do hormônio são armazenadas em um microchip de 1,5cm no interior do dispositivo. Uma pequena carga eléctrica derrete uma vedação ultra-fina que cobre o levonorgestrel, liberando uma dose de 30 microgramas no organismo.

Existem outros tipos de implante contraceptivo disponíveis, contam os pesquisadores, mas eles requerem que a paciente procure uma clínica para ser submetida a um procedimento ambulatorial para desativá-los.


"A capacidade de ligar e desligar o disposito traz mais facilidade para aqueles que estão planejando ter uma família", disse o Dr. Robert Farra, do MIT. O próximo desafio da equipe é garantir que o dispositivo seja absolutamente seguro a ponto de evitar a ativação ou desativação de outra pessoa sem o conhecimento da mulher.

"A comunicação com o implante precisa ocorrer à distância da pele", disse o Dr. Farra. "Alguém do outro lado da sala não pode re-programar o seu implante".

Implante

A mesma tecnologia também pode ser utilizada para administrar outros medicamentos. Simon Karger, chefe de negócios e intervenções cirúrgicas da consultoria global de desenvolvimento de produtos e tecnologia Cambridge Consultants, disse que a tecnologia de implante - como é o caso do chip contraceptivo - enfrenta uma série de desafios e riscos.

Mas ele acrescentou que, em geral "o valor para o paciente desses tipos de implante pode ser enorme" e prevê "um futuro com muitos tratamento utilizando implantes inteligentes". Tal inovação vem em um momento em que os governos e organizações em todo o mundo concordaram com um planejamento familiar abrangendo cerca de 120 milhões mais mulheres em 2020.

O desafio abre as portas para que este tipo de tecnologia de implante seja utilizado em áreas onde o acesso a anticoncepcionais tradicionais é limitado - uma prioridade, argumentou o engenheiro biomédico Gavin Corley. "Mais do que uma necessidade de primeiro mundo, essa é uma aplicação humanitária ", disse à BBC. 

Fonte:Terra
-

O aeromodelismo é um passatempo que acumula uma quantidade relativamente grande de adeptos, tanto que há eventos voltados exclusivamente para que as pessoas possam mostrar os seus pequenos aviões. Além disso, há muita gente que vai até essas reuniões apenas para assistir.


Um exemplo disso é o vídeo que você pode conferir acima. Nele, há um rapaz apresentando o seu aeromodelo, na Suíça, o qual é uma representação de um Airbus A380-800, da Singapura Airlines. O mais impressionante é o tamanho do aviãozinho, já que ele tem 4,8 metros de largura, 5,3 metros de comprimento e pesa um pouco mais de 70 quilos.



Para que um “brinquedo” deste tamanho consiga voar, são utilizadas quatro turbinas Jetcat. Enquanto isso, o aeromodelo é capaz de se abastecer com 10 litros de combustível, sendo que ele consome 1,2 litro por minuto quando está voando — o que acaba resultando em uma autonomia relativamente pequena.


Contudo, como você pode conferir, o pequeno Airbus consegue voar rápido e bem alto, não é mesmo? Depois de assistir ao vídeo, não se esqueça de deixar a sua opinião nos comentários abaixo.

Via: Tecmundo
-
O PlayStation 4 chega oficialmente às lojas nesta sexta-feira, mas alguns sortudos já receberam o console antes da hora lá fora. No entanto, o que deveria ser motivo de alegria se transformou em dor de cabeça para muita gente, já que alguns aparelhos começaram a apresentar mau funcionamento logo após pouco tempo de uso.


Os primeiros relatos de problemas surgiram com o pessoal do Kotaku. Em sua análise, o jornalista Steve Totilo afirma que um dos PS4 obtidos pela equipe não estava conseguindo enviar as imagens para a TV. Por mais que ele trocasse o monitor ou o cabo, o resultado continuava o mesmo.

Depois de vários testes, percebeu-se que a falha estava na saída HDMI. Segundo Totilo, o conector não estava funcionando direito e, por isso, era incapaz de estabilizar a transmissão de dados entre o console e a televisão.

Primeiras unidades do PS4 já apresentam problemas

Só que a Kotaku não foi o único veículo afetado. A IGN também reportou que uma das unidades testadas apresentou um problema semelhante. De acordo com o site, o PS4 iniciou normalmente, mas a imagem desapareceu de repente após pouco tempo de uso.

A página ainda aponta que a falha surgiu após a instalação da versão 1.50 do sistema, embora não seja capaz de apurar se a instalação do update teve alguma influência no ocorrido ou se foi apenas uma triste coincidência. E, assim como Totilo, a IGN também realizou vários testes para ver se o PS4 respondia de alguma forma, mas nada disso funcionou. Contudo, eles apontam que, ao fazer uma leve pressão sobre a parte superior do aparelho, a imagem tremulou rapidamente na tela.

Ganhadores não tão sortudos


Seja por azar ou olho gordo da galera que vai ter de pagar R$ 4 mil, a verdade é que muita gente que ganhou o PS4 em promoções incentivadas pela Sony também se deparou com a instabilidade da saída HDMI do console. Alguns relatos de peças defeituosas surgiram em fóruns, deixando o pessoal que não via a hora de pôr as mãos no sistema de nova geração muito mais receoso.

Primeiras unidades do PS4 já apresentam problemas

Em um tópico no Reddit, o usuário Arogon conta que recebeu o aparelho em sua casa, mas que o equipamento não estava funcionando como deveria. Segundo ele, ao ligar, a luz aparecia na cor azul em vez de branca e nenhuma imagem era exibida em sua TV.

Depois de muita luta e tentativa de entrar em contato com o suporte da Sony, ele conseguiu uma resposta e uma solução: a troca do console. De acordo com seu relato, a empresa garantiu um prazo entre cinco e seis dias para a substituição.

Primeiras unidades do PS4 já apresentam problemas

Em seu perfil no Twitter, o presidente da Sony Studios, Shuhei Yoshida, afirma que a empresa já está investigando as supostas falhas e diz que o número de relatos ainda é muito baixo em relação ao total de unidades enviadas às lojas. Por conta disso, ele acredita que se trata apenas de alguns transtornos isolados.

Console torto


Além disso, o Kotaku publicou um pequeno vídeo que mostra que o PS4 é levemente torto, criando aquela irritante instabilidade em um dos cantos. Segundo o site, o problema se dá por conta de uma leve diferença de altura nas bases do console.


No entanto, não há com o que se preocupar. Apesar de frustrante, o deslize é fácil de ser corrigido. Como o próprio vídeo explica, basta colocar oito post-its no canto do dispositivo para que o balançar cesse.

Vai importar?


Por mais alarmante que tudo isso seja, ainda não é razão para entrarmos em desespero. Até o momento, o número de consoles problemáticos ainda é pequeno e é difícil dizer se essa falha vai ser o equivalente ao “3RL da Sony” nesta geração. Com o lançamento oficial do console nesta sexta-feira, vamos descobrir se estamos diante de algo pontual ou de uma “crise” generalizada.

Além disso, vale lembrar que esses problemas são, de certo modo, “comuns” em início de geração. Como a empresa tem de correr contra o tempo para finalizar a produção dentro do prazo de lançamento, não é estranho que uma ou outra unidade acabem deixando a desejar em termos de qualidade. O problema é quando isso envolve todo um lote.

Primeiras unidades do PS4 já apresentam problemas

E é aí que fica o receio do jogador brasileiro. Por conta do alto preço cobrado na versão nacional, muita gente optou por importar o sistema dos Estados Unidos. E se essa falha se repetir em um desses aparelhos?

Entramos em contato com a Sony para saber se a divisão brasileira da empresa vai cobrir a garantia internacional ou se devemos ficar ainda mais preocupados quanto a isso. E a resposta não é nada animadora: de acordo com a assessoria da empresa, a garantia é válida apenas para produtos comprados por aqui e não se estende a produtos adquiridos no exterior. Portanto, se você estava pensando em pegar um PS4 já no lançamento, aconselho a esperar as notícias da próxima semana.


Via: Tecmundo
- - -
Rumor: Android KitKat 4.4.1 já estaria em desenvolvimento
  (Fonte da imagem: Divulgação/Google)
                                
O Android 4.4 (KitKat) foi oficialmente lançado com o Nexus 5 no dia 31 de outubro, mas ele logo pode ser substituído por uma versão ainda mais recente do sistema operacional móvel da Google.

De acordo com o site Myce, uma build chamada KOT31B apareceu nos relatórios do Chromium. A primeira letra desses codinomes normalmente indica a família do Android a qual a versão pertence, entregando que se trata de algo relacionado ao recém-lançado KitKat. Já "T31" seria a data de lançamento, 31 de outubro, enquanto "B" indica que é uma alternativa ao sistema operacional lançado. Apenas o dígito "O" não tem um significado conhecido, mas ele surgiu também durante o Jelly Bean.

O lançamento ocorreria no último quadrimestre deste ano fiscal, o que significa que poderemos ver novidades sobre o Android 4.4.1 até o final deste ano. Por outro lado, a build pode ser apenas uma atualização menor e sem nome para o acréscimo de pequenas modificações ou até a versão do sistema operacional para outros dispositivos.



Via: Tecmundo
- - - -

Aparelho ortodôntico é coisa do passado.Utilizar aparelhos ortodônticos por meses ou anos virou coisa do passado. Agora, novas técnicas de tratamento dentário garantem um sorriso perfeito e duradouro em poucos dias. Confira as novidades sobre o assunto.

A odontologia evoluiu muito nos últimos anos. Atualmente existem aparelhos invisíveis, que possuem um tempo de tratamento muito menor. Essas placas invisíveis tem a função de movimentar os dentes em conjunto, por isso o tratamento é mais rápido.

O uso do aparelho ortodôntico, seja ele o tradicional ou o mais moderno, tem como objetivo melhorar a função mastigatória do paciente e a estética. Em alguns casos, onde a função está correta mas é necessário melhorar a estética, existem alternativas de tratamento. Nos casos de pequenos diastemas (pequenos espaços entre os dentes) ou desalinhamento de dentes anteriores, a solução mais rápida e com um resultado estético excelente são as facetas de porcelana, lentes de contato ou pequenos pedaços de porcelana. Todos estes são colados à estrutura dental melhorando o formato, textura e cor em apenas alguns dias de tratamento, e não meses ou anos.


O ideal para quem busca um sorriso perfeito é consultar um dentista especialista que possa orientar sobre o tratamento correto. Sempre buscando associar a beleza de um sorriso harmônico, com dentes brancos e alinhados, e uma função mastigatória correta.

Via: Yahoo!
- - -
Horário de verão brasileiro trava Chrome para Android. Veja como corrigir(Fonte da imagem: Tecmundo)

Uma atualização para o navegador Google Chrome está causando muita dor de cabeça nos usuários do sistema operacional Android neste domingo, 20 de outubro. Após o horário de verão brasileiro ter entrado em vigor às 0 horas, o navegador começou a travar assim que iniciado, forçando o sistema a encerrar o aplicativo.

Até o momento, nós encontramos duas soluções que podem ser utilizadas para contornar este infortúnio temporário: alterar a data e hora do sistema operacional manualmente ou se dirigir à Play Store e desinstalar a última atualização do navegador.

Alterando o horário


Nas configurações do Android, procure pela opção "Data e Hora" e desative o fuso horário automático. Então, defina o horário brasileiro manualmente. Dependendo do seu celular, é possível escolher o fuso horário de outro país (como o de Buenos Aires, na Argentina, que se encontra em GMT -3).

Horário de verão brasileiro trava Chrome para Android. Veja como corrigir 
(Fonte da imagem: Tecmundo)


Desinstalando a atualização


Esta é, na opinião do Tecmundo, a solução mais adequada para solucionar este problema. Siga para o app da Play Store e busque pelo app Google Chrome. Uma vez nesta tela, aperte o botão "Desinstalar". Você verá que mesmo fazendo isso a opção "Abrir" ainda estará acessível. Agora basta abrir o app e navegar normalmente. Se esta solução não funcionar no seu celular, tente alterar o horário manualmente.
...
Esperamos que a Google corrija este problema o quanto antes, enquanto isso fique ligado no Tecmundo pois publicaremos uma atualização quando o erro for consertado. Caso você encontre outras soluções, por favor, não deixe de compartilhar com os demais leitores na área de comentários logo abaixo.

Via: Tecmundo

 
- - -
A Samsung e a Apple têm processos em vários tribunais europeus

Para evitar uma investigação da Comissão Europeia por abuso de posição dominante, a Samsung propôs deixar de levar a tribunal queixas por infracções de patentes na área das telecomunicações. 

O regulador europeu mostrou-se preocupado com os processos da Samsung contra a Apple, relativos ao uso de patentes consideradas essenciais no sector das telecomunicações. 

A multinacional sul-coreana ofereceu-se então para não processar a Apple e demais empresas durante um período de cinco anos, desde que estas adiram a um determinado sistema de licenciamento. 

Uma investigação poderia terminar numa multa pesada, como já aconteceu com na Europa com outras multinacionais. A Samsung e a Apple têm processos em vários tribunais europeus, com acusações mútuas de infracção de patentes e de outros tipos de propriedade intelectual. 

A Comissão Europeia anunciou nesta quinta-feira estar a aceitar, durante um mês, comentários das partes interessadas à solução proposta. “Se chegarmos a uma boa solução neste caso, isso trará uma clarificação à indústria”, disse, em comunicado, o comissário europeu da Concorrência, Joaquím Almunia.

- - -
bitcoin legit
O Silk Road, maior site anônimo de venda de drogas, foi apreendido pelo FBI. Ele era famoso por realizar transações apenas com Bitcoins. Então, é claro, a moeda virtual voltou aos holofotes. Depois dessa, o Bitcoin vai sobreviver? Ele deveria sobreviver? Vamos conversar sobre isso.

Transações virtuais não deveriam parecer estranhas. Cada vez lidamos menos com dinheiro vivo: os brasileiros usam mais o cartão que dinheiro para pagar compras, por exemplo. E alternativas como banco online, NFC e outros continuam a se popularizar.

Mas o Bitcoin é algo bem diferente: trata-se de algo realmente digital (ainda que haja versões físicas dele), não vinculado a um governo ou entidade, que você pode obter ao trocá-lo por outras moedas (reais, dólares) ou através de “mineração”.

Você pode usá-lo para adqurir bens digitais, como e-books ou músicas, ou serviços do WordPress e Mega – explicamos o procedimento aqui. Mas o Bitcoin também é aceito por serviços com legalidade questionável, como Usenets de pirataria, que não conseguem receber pagamentos por vias comuns. Há também o caso Silk Road, é claro. Mas apesar disso, o Bitcoin tem suas vantagens.

A favor: não é comandado por um governo ou empresa


Não existe um órgão regulador para o Bitcoin: é uma rede descentralizada que garante as transações com a moeda.

O Bitcoin é meio complicado, mas o sistema funciona mais ou menos assim: cada Bitcoin possui um registro único e público de posse atual e passada. Então, a cada 8 minutos, uma rede de verificadores checa a contabilidade pública do Bitcoin para ver se tudo bate com seus registros. Se tudo estiver correto, eles liberam novos Bitcoins recém-criados.

É assim que Bitcoins são regulados (e criados). É um sistema estranho, mas não é comandado por um governo ou empresa: é livre de uma forma que outras moedas não são.
8753275612_e1c22ef45a_b

A favor: descentralização


Talvez seja meio difícil entender uma moeda sem valor intrínseco, mas outras moedas – como o real ou o dólar – também são assim. Desde que o padrão-ouro foi abandonado em 1971 nos EUA, o valor do dólar depende da confiança naqueles que a fabricam e distribuem: o Tesouro e os bancos. Da mesma forma, o real não tem lastro: é uma moeda fiduciária.

Este é a falha que o Bitcoin tenta resolver. Teoricamente, se a economia de um país entrar em colapso, o Bitcoin continuaria quase que sem restrições. Afinal, em vez de confiar em uma autoridade superior, ele depende de matemática – um algoritmo alimentado por uma rede descentralizada.

Em outras palavras, o Bitcoin poderia ser uma alternativa contra uma queda do sistema financeiro mundial; isso se ele não colapsar por motivos próprios, é claro. Ele não é perfeito, mas está separado, e isso pode ajudar.

A favor: liberdade


Outro benefício dessa falta de controle central é que o governo não pode impedir você de dar Bitcoins para quem quiser.

Em 2010, o governo dos EUA tentou silenciar o Wikileaks cortando seu suprimento de dinheiro. Bancos e empresas de cartão de crédito foram proibidos de transferir doações para o site. E é difícil negar o impacto que o Wikileaks teve no mundo. Então o Wikileaks começou a sugerir que seus usuários doassem usando Bitcoins, algo que o governo não poderia controlar ou parar.

Com certeza, essa sensação de anarquia e anonimato pode ser usada para algumas práticas fora-da-lei, mas esse tipo de liberdade permite que o Bitcoin apoie práticas que, por bem ou por mal, o governo e grandes empresas não deixarão você fazer – como defender sua liberdade ou comprar drogas.
bitcoin black background

Contra: anonimato para o mal


Há algumas possíveis falhas neste regime de anarquia no Bitcoin. Sem qualquer tipo de regulação central, não há uma estrutura para controle. As pessoas podem aproveitar o Bitcoin para propósitos questionáveis com muita facilidade – o Silk Road estava cheio dessas pessoas.

Cada Bitcoin possui um histórico de transações, mas ele não permite identificar as pessoas que o usaram. É quase impossível rastrear alguém com base apenas em uma trilha de Bitcoins.

Sem controle e acompanhamento do governo, alguém com má intenção pode muito facilmente adquirir não apenas drogas, mas armas ou qualquer outra coisa – e sem ser rastreado. Também é possível ser indetectável usando dinheiro comum? Claro. Porém isso é ainda mais fácil com o Bitcoin.

Contra: depender de algo pouco confiável

grafico bitcoin silk road
O Bitcoin pode ser livre das flutuações da economia de um país, mas seu valor está sujeito a diversas variações. Basta olhar para este gráfico com o preço do Bitcoin, mostrando a queda dramática após o fim do Silk Road. (O valor já se recuperou um pouco desde então.)

Ele nos diz algo sobre a natureza atual do Bitcoin. Por mais que ele seja uma alternativa a um possível colapso da economia, ele não é tão sólido assim. Longe disso. E esta não é a primeira vez que o valor da moeda virtual flutua tanto. Mas ela está longe de acabar.

Bitcoin e o futuro


Afinal, o Bitcoin deveria sobreviver? Não há resposta fácil para isso, já que – como você notou acima – os pontos positivos e negativos são bem extremos. Ele é, ao mesmo tempo, um instrumento de liberdade e uma forma de fugir da lei. É o futuro das transações, porém terrivelmente difícil de regular e controlar.

Por um lado, talvez nada disso importe. Após os acontecimentos desta semana, é cada vez mais provável que o Bitcoin seja banido aos poucos. Pode apostar que ele se tornará um alvo ainda maior para grandes governos, em especial o americano.

Além disso, ele pode acabar por conta própria: moedas virtuais não duram para sempre. Pegue o Liberty Dollar, por exemplo: após 8 anos, esta moeda privada acabou – o governo dos EUA foi atrás de seu criador acusando-o de violar leis federais.

Por outro lado, este pode ser apenas o início das moedas virtuais. Já existem diversas alternativas ao Bitcoin, como Ripple, Freicoin e Namecoin. Seu uso ainda é limitado (poucos aceitam como forma de pagamento), mas como dissemos, suas futuras encarnações terão potencial enorme para agir como dinheiro de verdade. Porém, até lá, teremos que resolver essas questões de segurança, regulação e disseminação.

O Bitcoin é difícil de derrubar, mas mesmo que acabasse, não seria o fim para as moedas virtuais.

-
Site reúne os avatares de todos os usuários do Facebook em uma só página(Fonte da imagem: Reprodução/The Faces of Facebook)

O Facebook tem atualmente mais de 1 bilhão de usuários cadastrados. Caso cada um dos perfis criados fosse de pessoas reais e diferentes, a rede social reuniria 1/6 da população mundial. Pensando nisso, uma designer resolveu criar um site que reúne os rostos, ou pelo menos os avatares, de todos os usuários do Facebook em uma só página.

O site The Faces of Facebook parece uma grande imagem de ruído que você vê na sua TV fora de um canal correto. Ao clicar em qualquer parte da tela, é possível dar um zoom e começar a visualizar os avatares de cada uma das pessoas com conta no Facebook, existindo a possibilidade de visitar os perfis exibidos.

Caso você queira se encontrar na imagem, o Faces of Facebook conta com uma ferramenta que, quando logada à sua conta da rede social, mostra onde você está entre os outros 1,2 bilhões de usuários. Para visitar o site, clique aqui.


Via: Tecmundo
- -

Sempre que um novo gadget de renome é lançado no mercado, não demora muito para que uma série de canais no YouTube apareça com vídeos de doer o coração. Eles fazem os testes mais extremos que se pode imaginar, como o desses malucos que explodiram um NVIDIA Shield. Sendo assim, o iPhone 5S não poderia deixar de fazer parte dessa bateria de testes. O experimento mais bizarro que você pode encontrar na plataforma de vídeo provavelmente é este logo acima, que já bateu a marca de 1 milhão de visualizações.

A equipe do Tech Assassin mostra para você uma bateria de testes preliminar bastante simples. O telefone é derrubado na terra e, em seguida, no concreto. Para completar, uma tigela com água serve para afogar o aparelho da Apple, que continua funcionando até o fim. Contudo, o gadget mal-avisado não poderia ter um destino mais cruel pela frente.

O próximo e último teste coloca o iPhone contra um rifle calibre 50 M802A1 Barrett. Desnecessário dizer o resultado. Como você confere no vídeo, os dois tiros simplesmente desintegram o aparelho. Confira os detalhes em câmera lenta para ter uma ideia mais clara de como os tiros arrebentaram o dispositivo.

Via: Tecmundo
- - -
Nós, brasileiros, temos o costume de reclamar da internet do Brasil e, de vez em quando, o argumento que usamos é sobre as propagandas enganosas das operadoras brasileiras.

Bom, de fato, nossa “banda larga” não é das melhores e muitas vezes a culpa é realmente das prestadoras de serviços. Contudo, a desinformação é um problema que acaba levando o consumidor a contratar um produto que não é exatamente aquilo que ele pensa.

As companhias vendem conexões sugerindo que o cliente vai obter incríveis 10 MEGA de “velocidade” e, de fato, elas estão vendendo o que anunciam. Ocorre, no entanto, que o consumidor acaba pensando que está adquirindo uma coisa, mas, na prática, ele percebe que sua conexão é quase 10 vezes inferior ao que contratou.
Megabit x Megabyte [vídeo]
(Fonte da imagem: Tecmundo/Baixaki)

A verdadeira confusão consiste em um problema de medidas, algo que as operadoras usam para enganar o consumidor. Hoje, vamos falar sobre essa questão para que você não caia mais nas pegadinhas.

Bit x Byte: qual a diferença?

Bom, para falar de internet, precisamos falar sobre dados. Os computadores trabalham com duas unidades básicas: o bit e o byte. O bit é a menor unidade de informação, portanto, não há nada menor que ele. O byte, por outro lado, é a junção de oito bits.
Megabit x Megabyte [vídeo]
(Fonte da imagem: Tecmundo/Baixaki)

Considerando que o byte engloba o bit, a maioria dos aplicativos (incluindo os navegadores), sites e serviços usa o byte (e seus derivados) por padrão. A ideia de optar pelo byte é poder representar grandezas maiores usando menor quantidade de números.

Os derivados

Esclarecido isso, podemos falar sobre os problemas com unidades de medida. Na informática, usamos prefixos como “kilo”, “mega”, “tera” e assim por diante. A ideia desses prefixos é facilitar a representação de um mesmo número.

Existem diferentes formas de representar o tamanho de um arquivo. Supondo que uma música  tenha 5 megabytes (MB), poderíamos dizer que esse mesmo arquivo tem 5.120 kilobytes (KB) ou 5.242.880 bytes (B).

Esses números representam a mesma coisa, sendo que o único ponto que realmente se altera é a forma de expressar a grandeza. O “kilo” representa 1.024 bytes e o “mega” representa 1.024 kilobytes. O giga e o tera seguem o mesmo conceito.
Megabit x Megabyte [vídeo]
(Fonte da imagem: Tecmundo/Baixaki)

Bom, podemos ainda transformar o tamanho representativo desse arquivo para bits. Basta multiplicar qualquer um dos tamanhos por 8 para obter o resultado. Assim, teríamos um total de 40 megabits, que é igual a 40.960 kilobits ou ainda em 41.943.040 bits.

É a mesma coisa que você aprendeu sobre quilogramas e megagramas (que é o termo correto para tonelada). Um quilograma contém mil gramas e um megagrama contém mil quilogramas. Esses prefixos ajudam a representar a massa de grandes objetos, afinal, é mais fácil dizer que um carro tem 2 megagramas do que especificar esse valor em gramas.

A enganação dos planos de banda larga

No caso das conexões de internet, esses “megas” dificultam a compreensão das grandezas. Isso porque estamos habituados aos bytes, mas, por uma questão de marketing, as operadoras usam os bits na propaganda.

Assim como os prefixos “giga”, “mega” e “kilo” são aplicáveis aos bytes, eles também podem ser usados com os bits. Portanto, um kilobit contém 1.024 bits e um megabit é igual a 1.024 kilobits.

Como estamos tratando de matemática pura, a diferença entre um megabyte e um megabit é a mesma de um byte para um bit, ou seja, o megabyte é oito vezes maior do que o megabit, bem como o kilobyte é oito vezes maior do que o kilobit.
Megabit x Megabyte [vídeo]
(Fonte da imagem: Tecmundo/Baixaki)

Dessa forma, fica fácil entender o motivo de você contratar 10 mega e obter apenas 1 mega. De fato, as operadoras estão vendendo 10 mega, porém nunca é especificado que esse valor é em bits. A enganação acontece justamente nessa confusão de unidades.

Nós, consumidores, acreditamos que as conexões são em megabytes, mas, na verdade, as velocidades contratadas são oito vezes menores, justamente porque o megabit é oito vezes menor do que o megabyte.

Calculando a velocidade da sua conexão

Agora que você já pegou o macete, fica fácil entender a velocidade da sua conexão e fazer os devidos cálculos, mas, para não restar dúvidas, vamos dar um exemplo:
  1. Jogue na sua calculadora o valor da sua conexão. Caso você tenha contratado um plano de 10 mega, digite 10;
  2. Depois, use a operação de divisão e divida o 10 por 8;
  3. Pronto, agora você sabe que a velocidade máxima da sua conexão é de 1,25 megabyte.
Megabit x Megabyte [vídeo]
(Fonte da imagem: Tecmundo/Baixaki)

Se você contratou um plano de 600 kilobits, basta efetuar o mesmo processo, mas tenha em mente que o resultado obtido será em kilobyte.

Medindo a velocidade máxima da sua conexão

Verificar as taxas de transferência durante os downloads não é um método eficiente de testes. Normalmente, a velocidade de download oscila conforme o arquivo baixado, o servidor, o programa utilizado e outras variáveis.

Para realizar um teste mais preciso, recomendamos a execução do Teste de Velocidade do Baixaki. É importante se lembrar de fechar todos os programas, interromper qualquer download e atualização, evitar o uso de redes wireless e repetir o procedimento diversas vezes para obter resultados mais confiáveis.
Megabit x Megabyte [vídeo]
(Fonte da imagem: Tecmundo/Baixaki)

Uma vez na página de verificação, basta clicar em “Iniciar Teste” para que nosso aplicativo verifique as taxas de download e upload da sua conexão. Os resultados obtidos são informados em megabits, por isso você precisa dividir o total por 8 para saber quais são as taxas máximas de transferência da sua conexão.

Os problemas não param por aí

Enfim, existe sim uma grande confusão sobre os megabits e megabytes, mas sabemos que grande parte da lentidão em nossas conexões se deve a falhas na cobrança de resultados. Infelizmente, a Anatel, que é o órgão brasileiro responsável pelo assunto, impõe a entrega de apenas 20% da velocidade total contratada.

Some nessa conta os problemas com traffic shaping, instabilidade dos servidores, aparelhos razoáveis fornecidos pelas operadoras e outros tantos detalhes para entender por que sua internet, às vezes, não alcança nem metade do que você realmente contratou. Infelizmente, nossa banda larga só vai ser melhor num futuro distante.


Via: Tecmundo
- - -
9 processadores que foram lendas em matéria de overclock
Ampliar (Fonte da imagem: Reprodução/canardpc)

A técnica de overclock nunca foi tão explorada como nos atuais computadores. Hoje, temos uma série de processadores que já vêm preparados para facilitar essa atividade.

Graças aos excelentes componentes de refrigeração e às placas-mãe preparadas para isso, muitos entusiastas se arriscam a levar suas máquinas aos limites.

Mas isso nem sempre foi assim. Ao longo dos anos, pudemos conhecer diversos chips que apresentaram ótimos resultados em overclocks, todavia, o procedimento para aumentar o desempenho do componente era diferente.

Os entusiastas que não tinham medo e sabiam, pelo menos o básico,  o que estavam fazendo deviam trabalhar com diferentes valores de voltagem e do multiplicador e com outros recursos da BIOS. Os resultados nem sempre eram estáveis e, às vezes, era preciso resetar a placa-mãe.

Conferindo os principais sites de overclock, podemos conferir que os recordes ficam acima dos 8 GHz – os quais são alcançados com processadores AMD. Todavia, ao longo dos anos, diversos outros processadores brilharam nesse sentido. Hoje, vamos mostrar alguns dos chips que fizeram história e garantiram desempenho extra a muitos usuários.

1. Intel Pentium 166 MMX

Lançado há quase 15 anos, este processador era uma pequena atualização da linha anterior de chips Pentium. Como o nome sugere, este modelo operava com clock de 166 MHz (uau!), o que era excelente para época. No mesmo período, a Intel oferecia o processador Intel Pentium 233 MMX como modelo mais robusto.
9 processadores que foram lendas em matéria de overclock
(Fonte da imagem: Reprodução/Tom's Hardware)

É claro que o componente mais potente não era necessariamente o mais compensador. Apesar de ser mais estável e ter alguns benefícios, o Pentium 233 MMX era muito mais caro. Assim, muitos usuários acabaram descobrindo que o Pentium 166 MMX poderia trabalhar na mesma frequência e ter um desempenho bem parecido (custando bem menos).

2. Intel Pentium III 500E

A família Pentium não era nada fraca, mas graças aos excelentes componentes internos, muitos processadores dessa linha podiam desempenhar melhores resultados. O Pentium III 500E, que era um processador de 180 nm, rodava a 500 MHz.
9 processadores que foram lendas em matéria de overclock 
(Fonte da imagem: Reprodução/Tom's Hardware)

Por incrível que pareça, esse modelo podia ter o clock elevado para 750 MHz. Pode soar pouco, afinal, são apenas 250 MHz, mas, considerando a frequência básica, podemos ver que o overclock era de 50%. Hoje, pouquíssimos processadores conseguem repetir uma proeza dessas.

3. AMD Duron 600

A Intel estava caprichando em seus processadores, mas a AMD nunca foi de deixar barato. Antes mesmo da chegada do Duron e do Athlon, diversos chips da fabricante já suportavam overclock, mas nenhum se destacava muito.
9 processadores que foram lendas em matéria de overclock
(Fonte da imagem: Reprodução/IXBT labs)

O lançamento do Duron 600 foi um caso à parte. Com esse dispositivo, a AMD começou a dar seus primeiros passos no campo do “custo-benefício”. Esse Duron rodava a 600 MHz, mas com um truque (incluindo a conexão manual direto no hardware) que envolvia uma caneta, o usuário podia ativar o multiplicador da CPU e chegar perto de 1 GHz.
9 processadores que foram lendas em matéria de overclock
(Fonte da imagem: Reprodução/Tom's Hardware)

Novamente, analisando os números, podemos ver que se tratava de uma peça capaz de trabalhar com mais de 50% de sobrecarga. Isso era muito bom para quem buscava economizar, visto que esse Duron podia apresentar resultados tão bons quanto os de um Athlon ou de um Pentium de alto desempenho.

4. Intel Pentium 4 1.6A

A linha de processadores Pentium 4 fez muito sucesso, mas, entre tantos modelos, o Pentium 4 1.6A ganhou destaque especial. Este foi um dos primeiros processadores a receber um overclock de 1 GHz e mostrar grande estabilidade.
9 processadores que foram lendas em matéria de overclock
(Fonte da imagem: Reprodução/IXBT labs)

A análise do pessoal do PC Stats está disponível até hoje e mostra que com pouco esforço o processador podia ter sua frequência aumenta de 1,6 GHz para 2,6 GHz. Era um salto considerável em desempenho, afinal, nesta época, os processadores tinham apenas um núcleo e qualquer mega-hertz podia fazer a diferença nos jogos.

5. Intel Pentium D 805

Em meados de 2005 e 2006, a AMD dominava e mostrava quem mandava no pedaço. Nessa época, a Intel resolveu lançou os processadores Intel Pentium D. Esses foram os grandes chips de dois núcleos que podiam trabalhar com incríveis clocks acima daqueles estabelecidos pela fabricante.
9 processadores que foram lendas em matéria de overclock
(Fonte da imagem: Reprodução/SleekTech)

Por padrão, o Pentium D 805 processava na frequência de 2,66 GHz, mas com algumas modificações ele podia chegar a incríveis 4,1 GHz. Isso era impressionante para a época e foi algo que impulsionou as vendas da Intel, visto que esse processador era barato e podia competir com o Athlon 64 X2 4200+.

6. Intel Core 2 Quad Q6600

Em 2007, as técnicas de overclock já estavam bem consolidadas e dificilmente um processador poderia surpreender os entusiastas. O Intel Core 2 Quad Q6600 não fazia tão bonito nos números, visto que apresentava um salto de aproximadamente 700 MHz.
9 processadores que foram lendas em matéria de overclock
(Fonte da imagem: Reprodução/Bit-Tech)

Entretanto, esse processador ganhou a atenção de muitos jogadores, visto que proporcionava ótimos resultados em jogos e tinha boa estabilidade para o overclock. Além disso, vale notar que este foi um dos primeiros processadores de quatro núcleos a trabalhar tão bem com sobrecargas.

7. AMD Phenom II X2 550 e X2 555

9 processadores que foram lendas em matéria de overclock (Fonte da imagem: Reprodução/AnandTech)

A linha de processadores AMD Phenom contava com alguns chips capazes de rodar acima da barreira dos 3 GHz, mas devido a limitações dos componentes e capacidades de dissipação, essas unidades dificilmente operavam acima de 4 GHz (desconsidere experimentos com nitrogênio líquido).

Focando nos gamers e entusiastas, a AMD lançou processadores com o emblema “Black”, os quais eram dotados de recursos que facilitavam o overclock. Até aí, nada de anormal, mas alguns modelos ganharam notoriedade graças a uma característica fora do comum: núcleos desativados.

Basicamente, processadores que vinham com dois (Phenom II X2 550) ou três núcleos (Phenom II X2 720) podiam mostrar melhores resultados com um simples truque realizado diretamente na BIOS da placa-mãe. Bastava ativar os núcleos extras para que o chip tivesse poder semelhante ao de um componente quad-core.
9 processadores que foram lendas em matéria de overclock
(Fonte da imagem: Reprodução/AnandTech)

Conforme testes da AnandTech, o AMD Phenom II X2 555 (com quatro núcleos ativos) tinha desempenho próximo do Phenom II X4 965. A única desvantagem ficava por conta das limitações na frequência de operação. Quando dois núcleos eram usados, o chip podia rodar com clock de 3,8 GHz, mas com quatro cores a frequência ficava limitada a 3,6 GHz.

8. Intel Core i5-2500K

9 processadores que foram lendas em matéria de overclock (Fonte da imagem: Reprodução/Expert Reviews)

Muitas vezes, um processador mais robusto não é necessariamente o mais indicado para overclocks. Sim, existem muitos modelos top de linha que trazem recursos para que o usuário possa modificar a frequência com facilidade, mas isso não quer dizer que eles sejam os campeões nessa funcionalidade.

No caso dos chips Intel Sandy Bridge, o i5-2500K – a letra K denomina as capacidades especiais para overclock – apresentava melhores resultados que os processadores da linha Core i7. Claro, ele tinha algumas desvantagens na memória cache e em outras especificações, mas para os gamers e entusiastas, este modelo era um prato-cheio.
9 processadores que foram lendas em matéria de overclock
Ampliar (Fonte da imagem: Reprodução/Bit-Tech)

De acordo com o Tom’s Hardware, o Intel Core i5-2500K podia facilmente trabalhar com a frequência configurada em 4,5 GHz. Considerando os atuais chips, esse valor pode não parecer muito, mas vale lembrar que este processador trabalhava, por padrão, com o clock de 3,3 GHz. O salto de desempenho é consideravelmente significativo.

9. AMD FX-9590

9 processadores que foram lendas em matéria de overclock (Fonte da imagem: Reprodução/Hardware Canucks)

Bom, para encerrar nosso artigo com chave de ouro, vamos falar sobre um chip que não é exatamente um campeão para overclock, mas que merece destaque por já vir turbinado de fábrica. O AMD FX-9590 é um componente que foi construído pensando nos gamers e entusiastas.

Este modelo opera, por padrão, com a frequência de 4,8 GHz. Esse clock é bem superior ao overclock que é possível realizar em outros produtos concorrentes. Além disso, no modo Turbo, o AMD FX-9590 chega aos 5 GHz sem a necessidade de realizar overclocks.
9 processadores que foram lendas em matéria de overclock 
(Fonte da imagem: Reprodução/Hardware Canucks)

Ele trabalha seguramente nessa frequência e usuários experientes podem até puxar mais poder desse processador. É evidente que os recursos de processamento exigem grande quantidade de energia e liberam muito calor, mas com a dissipação apropriada é possível domar este monstro.

Você já brincou com overclock? Quais processadores você incluiria nesta lista?

 
Via: Tecmundo
- - - - -