Malwarebytes Anti-Exploit é um aplicativo para prevenir a entrada de
aplicações maliciosas no seu computador por meio de vulnerabilidades do
sistema.
Aplicando um monitoramento constante dos programas abertos no
computador, o software procura mantê-los protegidos contra ameaças.
Para isso, o programa mantém um sistema de proteção preventiva (em
tempo real) para detectar todas as tentativas de abuso e impedi-las
imediatamente. Vale apenas reforçar que esta aplicação ainda está em
fase de desenvolvimento e testes (Beta) e pode nem sempre se comportar
da maneira esperada, apresentando bugs.
Prevenindo vulnerabilidades
Normalmente, um antivírus é capaz de lidar bem com as pragas virtuais
espalhadas pela internet. Porém, existem malwares que são focados em
explorar vulnerabilidades previamente conhecidas nos aplicativos e
atacá-las antes que a “fraqueza” seja divulgada e atualizada nas bases
de dados dessas ferramentas.
Esse tipo de ataque é conhecido como “zero-day attack” (ataque do dia
zero em uma tradução livre), pois ele ocorre no “dia zero” de ciência
do problema. Para prevenir a entrada de softwares maliciosos que se
aproveitam desse tipo de problema, o ideal é instalar um programa como o
Malwarebytes Anti-Exploit.

Com ele, você garante o monitoramento de uma série de aplicativos no
seu computador, como os navegadores e os componentes que funcionam em
conjunto com eles, por exemplo.
Proteção total
Logo após instalar o programa, como um padrão, ele imediatamente
ativa a proteção do seu computador. O aplicativo permanece ativo em
segundo plano e, para acessar o seu painel de ferramentas, basta clicar
com o botão direito do mouse no ícone presente na Bandeja do sistema e
escolher a alternativa “Show Malwarebytes Anti-Exploit”.
A interface do programa está dividida em abas para que você possa
visualizar mais facilmente as informações disponíveis. Na primeira guia,
“General”, você pode observar o número de aplicativos protegidos,
quantas tentativas de ataque foram bloqueadas e a quantidade de arquivos
enviados para a quarentena. Nela, também é possível parar a proteção
clicando em “Stop Protection”.

A segunda aba, “Shields”, traz uma lista com todos os programas para
os quais o Malwarebytes Anti-Exploit oferece suporte. Já em “Logs” você
pode visualizar o histórico de atividades do aplicativo, exibindo os
softwares protegidos no seu computador. Por último, “Exclusions”,
provavelmente serve para montar uma “lista branca” no computador, mas,
aparentemente, a função ainda se encontra desativada.
Via: Baixaki
Antivirus - Segurança - Tecnologia - Vírus

É bom tomar cuidado com links para fotos em que você esteja "hilariante"! (Fonte da imagem: Reprodução/Kaspersky)
Há uma nova ameaça à tranquilidade das prosas via Skype. Se antes era
relativamente fácil identificar frases emitidas por usuários algures
como vírus em potencial — digamos, frases que começam com “Hi there!” —,
a coisa deve ficar um tanto mais complexa agora. Isso porque a ameaça
recentemente descoberta pelo Kaspersky Lab é “poliglota”, sendo capaz de detectar idiomas antes de disparar trechos convidando aos tradicionais links duvidosos.
E sim, o português está entre as línguas dominadas pelo vírus. Bem,
não exatamente, considerando-se que alguns usuários do serviço têm
encontrado frases como “Você olhar hilariante nesta foto (sic)”,
por exemplo. Por trás de cada uma dessas frases — enviadas por alguém
da sua lista de contatos —, há um link encurtado que conduz usuários
desavisados a diversos sites de download, como o 4shared.
À tradução, segue-se um link cujo final inclui um “.png”, por
exemplo, o que indica uma imagem, certamente tornando o ataque mais
insidioso. Caso o usuário incauto baixe o arquivo e o execute, haverá
mais um computador disparando as mesmas pérolas literárias — o que pode
incluir também “Esta é uma foto muito legal da sua parte”.
5% das vítimas são do Brasil
De acordo com dados revelados pela Kaspersky, 526 do total de vítimas
do novo vírus são do Brasil — uma fatia considerável de 5% de todos os
computadores afetados.
“A fim de definir qual idioma será utilizado na disseminação dos links maliciosos, o worm
possui uma função capaz de determinar a localização da vítima, partindo
de uma lista de países e detectando o idioma do sistema operacional”,
afirmou o analista Fabio Assolini, em publicação na última terça-feira.
“Ele pode disparar mensagens em espanhol, russo, inglês, alemão e vários
outros.”
Uma rede de zumbis no horizonte
De acordo com a Kaspersky,
a razão última de existência da ameaça poliglota do Skype é a produção
de uma enorme rede-zumbi de computadores — os quais passam a realizar
ataques, enviar spams etc.
A empresa também adverte que algumas variantes também instalam
geradores de Bitcoin no computador das vítimas — espécie de moeda
corrente criptografada, a qual é produzida por qualquer usuário que
utilize muito poder de processamento. Dessa forma, fica o alerta: caso o
seu PC tenha se tornado inexplicavelmente mais lento, e caso alguns
processos ocupem constantemente mais de 90% da CPU, talvez seja o
momento de fazer alguma coisa.
Via: Tecmundo
Antivirus - Curiosidades - Segurança - Vírus

AV-Comparatives divulga mais um relatório sobre os antivírus do mercado. (Fonte da imagem: Divulgação/AV-Comparatives)
Pelo menos duas vezes ao ano, a AV-Comparatives realiza estudos com
os programas antivírus mais populares do mundo, visando colocar à prova a
habilidade desses aplicativos em proteger o seu computador. A companhia
austríaca se tornou referência no ramo e, nesta quarta-feira (10),
divulgou um novo relatório completo de suas últimas análises.
Os resultados alcançados pelo instituto concluiram que 55% das URL
maliciosas coletadas seriam capazes de afetar negativamente o
funcionamento do Windows ou algumas de suas aplicações. O restante não
causou qualquer mal enquanto plugins, aplicativos e o sistema
operacional estavam atualizados, o que reforça a necessidade de manter
tudo sempre em dia para reduzir as chances de problemas no computador.
De todos os produtos analisados, apenas quatro deles foram capazes de
alcançar 100% de proteção contra amostras de malwares largamente
difundidos usados no teste. A AV-Comparatives ressalva, contudo, que
devido ao dinamismo da web, é possível que os desempenhos possam ser
alterados de mês em mês.
Os 22 aplicativos submetidos ao teste, todos com o banco de dados de vacinas atualizados, foram:
- Qihoo 360 Security 4.0;
- Tencent QQ PC Manager 4.0;
Teste do mundo real
A AV-Comparatives realiza um teste chamado “Teste de Proteção do
Mundo Real”, que pretende colocar os antivírus para enfrentar desafios
do dia a dia de uso, verificando como ele vai se comportar no seu
computador. Ele verifica a capacidade de identificar um problema assim
que ele acontece.
Foram realizados 422 testes ao longo de todo o mês de março e o
resultado foi totalmente positivo (100% de proteção automática, sem
qualquer interferência humana) com apenas quatro softwares: Emsisoft
Anti-Malware, F-Secure, G DATA e Kaspersky. Como aponta o gráfico
abaixo, todos os aplicativos tiveram pelo menos 90% de proteção
automática garantida.
(Fonte da imagem: Divulgação/AV-Comparatives)
Dos 22 analisados, o pior desempenho foi do AhnLab V3 Internet
Security (pouco mais de 90%), Tencent QQ PC Manager (quase 94% de
desempenho positivo) e o AVG (com pouco mais de 94%).
Outra ressalva feita pela AV-Comparatives dá conta de que o
desempenho registrado aqui pode mudar de acordo com o malware
enfrentado, afinal, por mais que os testes usem diversos tipos
diferentes de vírus e outros arquivos mal-intencionados, novas ameaças
podem surgir e também há aquelas que ficaram de fora desta análise.
Detecção de arquivos
(Fonte da imagem: Divulgação/AV-Comparatives)
Outro teste bem importante é o que mede a capacidade de um programa
antivírus em identificar um malware a partir do escaneamento do sistema.
O gráfico acima mostra a porcentagem de arquivos infectados que foram
ignorados pela varredura do antivírus, ou seja, quanto menor a taxa de
amostras não identificadas, melhor é a busca por problemas do
aplicativo.
Nesse sentido, os melhores desempenhos foram alcançados por G DATA
(0,1% de amostras ignoradas), Avira (0,4%) e F-Secure (0,5%); os três
piores foram Symantec (8,8% das amostras ignoradas), AhnLab (7,7%) e
ESET (2,5%).
Falsos positivos
(Fonte da imagem: Divulgação/AV-Comparatives)
Outra medida de desempenho de programas antivírus avalia a questão
dos falsos positivos, os arquivos saudáveis “confundidos” com malwares
pelo aplicativo. Os softwares da Microsoft (nenhum falso positivo),
Fortinet (apenas cinco) e Kaspersky e Sophos (ambos com seis falsos
positivos) obtiveram os melhores resultados.
A parte debaixo da tabela ficou com os softwares da Emsisoft (38
falsos positivos), Vipre (30) e Panda (28). Vale lembrar que, em março,
os testes realizados pelo instituto levaram em conta a utilização de 422
amostras infectadas.
Os melhores
Levando em conta os resultados publicados, podemos destacar como os
cinco melhores desempenhos nos testes da AV-Comparatives os seguintes
programas:
- G DATA Internet Security 2013
- F-Secure Internet Security 2013
- Avira Internet Security 2013
- Kaspersky Internet Security 2013
- BitDefender Internet Security 2013
Via: Tecmundo
Antivirus - Curiosidades - Segurança - Tecnologia - Windows
avast! Free Antivírus 8 traz mais uma opção de aplicativo para manter
o seu computador protegido contra vírus e outras pragas virtuais.
O principal objetivo do programa é prevenir contaminações na máquina
por meio das proteções em tempo real, além de tratar possíveis infecções
já instaladas no disco rígido.
O programa é completamente gratuito para o uso, mas é preciso
escolher a opção correspondente ao antivírus na hora da instalação (como
será explicado abaixo).
Instalação, itens extras e registro
Ao começar a instalação do programa, logo no início do processo, ele
pergunta se você deseja instalar o antivírus ou a suíte de segurança
(Avast! Internet Security). Para instalar o antivírus, clique no botão
“Instalar o avast! Free Antivírus”.

Em seguida, uma nova tela é exibida oferecendo a possibilidade de
você instalar o aplicativo do Google Drive no seu computador. Caso você
não queira realizar a ação, selecione a alternativa “Instalação
personalizada” e desmarque a opção “Sim, instalar o Google Drive”.

Feito isso, basta prosseguir com a instalação normalmente. Ao final, o
programa solicita que você registre o produto e é possível tanto
fazê-lo criando uma conta com o seu email ou o seu login do Facebook,
clicando na alternativa que esteja de acordo com o que você quer fazer.
Abrindo o programa
Ao entrar no programa, a tela principal é aberta, apresentando todos
os módulos de funções disponíveis no avast! Internet Security na forma
de botão. Por isso, você percebe que algumas delas estão desativadas no
antivírus (como o Firewall e o SafeZone). A partir dessa janela, você
pode acessar a análise por vírus, a ferramenta de atualização de
programas instalados e o setor de estatísticas.

Se você clicar na aba ao lado, “Segurança”, é exibido na tela o
estado do computador (em “Resumo”). Além disso, na alternativa
“Estatísticas”, você pode ver um gráfico das atividades exercidas pelos
módulos do programa, apenas selecionando aquele que você quiser ver.
Análise do computador em busca de infecções
A busca de vírus pode ser acessada tanto a partir da tela inicial,
como já citado, como na aba “Segurança”, por meio da alternativa
“Antivírus” (na opção “Escaneamento”). O programa oferece cinco tipos de
verificação. Por meio do “Escaneamento rápido”, você pode fazer uma
varredura apenas dos setores críticos do computador, tomando menos
tempo.
“Escaneamento completo do sistema” oferece a análise profunda do
computador. Esse procedimento costuma demorar um pouco mais, mas vale a
pena executá-lo de tempos em tempos para garantir a segurança da
máquina. Caso deseje, você também pode verificar apenas dispositivos de
armazenamento externos (pendrives e HDs externos, por exemplo), na opção
“Escaneamento da mídia removível”.

Da mesma forma, também é possível varrer apenas diretórios
específicos (em “Selecione uma pasta para escanear”) ou agendar a
verificação para quando o computador for reiniciado (por meio da opção
“Escaneamento ao reiniciar”). Independente da opção escolhida (com
exceção da última, que gera um agendamento), após clicar no botão do
processo, a análise é imediatamente iniciada.
O andamento da operação pode ser acompanhado em tempo real por meio
da exibição de uma barra de progresso e dos arquivos que estão sendo
rastreados. Ao final do procedimento, o programa exibe uma lista com os
resultados. Se houver alguma ocorrência, você pode selecioná-la e
solicitar que o programa tome a ação necessária para resolver o
problema.
Atualização de programas e outras ferramentas
No setor de segurança, também está disponível uma ferramenta para
você atualizar os programas instalados no computador. Essa função é
acessada por meio do botão “Software Updater” e, logo ao clicar no botão
citado, você pode observar que o aplicativo monta uma lista com todos
eles.

Caso você deseje atualizar a lista, basta clicar no botão
“Escaneando” para que ele realize uma nova verificação. Em cada item
você pode observar o seu estado (atualizado ou não) e, sempre que houver
alguma atualização pendente, é possível clicar em “Corrigir”. Isso faz
com que você acesse a página do desenvolvedor da aplicação e possa
baixar a versão mais recente do programa.
Este aplicativo também conta com ferramentas adicionais que podem ser
encontradas por meio do botão “Ferramentas”. Ali, você encontra e baixa
um aplicativo para fazer o bloqueio de sites suspeitos (uma espécie de
função para montar uma “lista negra”) e atalhos para baixar outras
ferramentas da avast!.
Quarentena e relatórios
Caso você queira observar os arquivos que foram identificados como
suspeitos e mandados para a imunização, basta acessar a aba “Manutenção”
e clicar em “Quarentena”. De tempos em tempos, é bom acessar este setor
do aplicativo, pois a cada dia surgem novas soluções para pragas
virtuais mais antigas, podendo já haver uma forma de descontaminação
disponível no aplicativo.

Outra função interessante que pode ser encontrada no setor de
manutenção são os relatórios (em “Logs de escaneamentos”). Ali, você
pode visualizar uma lista com as atividades de análise realizadas pelo
programa, além de abrir os registros para ler os resultados obtidos na
verificação.
Via: Baixaki
Antivirus - Segurança - Tecnologia
A AVG lançou nesta semana a mais nova versão do seu popular antivírus gratuito para Windows, o AVG Anti-Virus Free 2013.
A nova versão traz suporte oficial para o Windows 8 e uma nova interface inspirada pelo estilo Metro, que também é otimizada para telas sensíveis ao toque.
Além da nova interface, que também ficou mais organizada, o novo AVG Anti-Virus Free 2013 traz melhorias em seu mecanismo de detecção de malwares, melhorias no desempenho durante a verificação do sistema, menor consumo de recursos do PC, detecção de arquivos com base em sua reputação e mais.
O AVG Anti-Virus Free 2013 está disponível para download aqui.
A nova versão traz suporte oficial para o Windows 8 e uma nova interface inspirada pelo estilo Metro, que também é otimizada para telas sensíveis ao toque.
Além da nova interface, que também ficou mais organizada, o novo AVG Anti-Virus Free 2013 traz melhorias em seu mecanismo de detecção de malwares, melhorias no desempenho durante a verificação do sistema, menor consumo de recursos do PC, detecção de arquivos com base em sua reputação e mais.
O AVG Anti-Virus Free 2013 está disponível para download aqui.
Via: Baboo
Antivirus - Segurança - Tecnologia - Vírus
A
Panda Security disponibilizou uma nova versão do seu antivírus gratuito
'Panda Cloud Antivirus'. O antivírus é baseado em computação em nuvem
(cloud computing) e utiliza uma tecnologia proprietária chamada
Collective Intelligence para poder detectar vírus, rootkits e outras
ameaças. Graças à nova tecnologia, o programa identifica novos malwares
quase em tempo real.
O Panda Cloud Antivirus é gratuito para uso pessoal e está disponível para download aqui. O Panda Cloud Antivirus Pro, que é pago, é voltado para pequenas e médias empresas.
Tanto a versão gratuita como a versão Pro são compatíveis com o Windows 7 (32 e 64 bits), Windows Vista (32 e 64 bits), Windows XP (32 bits) e Windows 8 (32 e 64 bits).
A versão 2.0.1 traz apenas correções de bugs e pequenas melhorias.
O Panda Cloud Antivirus é gratuito para uso pessoal e está disponível para download aqui. O Panda Cloud Antivirus Pro, que é pago, é voltado para pequenas e médias empresas.
Tanto a versão gratuita como a versão Pro são compatíveis com o Windows 7 (32 e 64 bits), Windows Vista (32 e 64 bits), Windows XP (32 bits) e Windows 8 (32 e 64 bits).
A versão 2.0.1 traz apenas correções de bugs e pequenas melhorias.
Via: Baboo
Antivirus - Segurança - Software - Vírus
A
Panda Security disponibilizou uma nova versão do seu antivírus gratuito
'Panda Cloud Antivirus'. O antivírus é baseado em computação em nuvem
(cloud computing) e utiliza uma tecnologia proprietária chamada
Collective Intelligence para poder detectar vírus, rootkits e outras
ameaças. Graças à nova tecnologia, o programa identifica novos malwares
quase em tempo real.
O Panda Cloud Antivirus é gratuito para uso pessoal e o Panda Cloud Antivirus Pro, que é pago, é voltado para pequenas e médias empresas.
Tanto a versão gratuita como a versão Pro são compatíveis com o Windows 7 (32 e 64 bits), Windows Vista (32 e 64 bits) e Windows XP (32 bits).
A versão 2.0 traz melhorias na proteção off-line, melhorias no mecanismo de detecção de malwares, novo mecanismo de análise com base no comportamento dos arquivos, suporte oficial para o Windows 8, nova interface, melhorias no desempenho durante a verificação do sistema e mais.
Download: Panda Cloud Antivirus 2.0
Changelog completo
O Panda Cloud Antivirus é gratuito para uso pessoal e o Panda Cloud Antivirus Pro, que é pago, é voltado para pequenas e médias empresas.
Tanto a versão gratuita como a versão Pro são compatíveis com o Windows 7 (32 e 64 bits), Windows Vista (32 e 64 bits) e Windows XP (32 bits).
A versão 2.0 traz melhorias na proteção off-line, melhorias no mecanismo de detecção de malwares, novo mecanismo de análise com base no comportamento dos arquivos, suporte oficial para o Windows 8, nova interface, melhorias no desempenho durante a verificação do sistema e mais.
Download: Panda Cloud Antivirus 2.0
Changelog completo
Via: Baboo
Antivirus - Segurança - Software - Vírus
Até mesmo grandes empresas estão vulneráveis ao vazamento de informações (Fonte da imagem: ShutterStock)
Muitos imaginam que a segurança de sistemas computacionais evolui à
medida que outros avanços tecnológicos acontecem. Infelizmente, não é
bem assim. Não são raros, por exemplo, sistemas online com graves falhas
de segurança. Apenas para citar um caso recente, mais de 6 milhões de
senhas do LinkedIn foram roubadas.
Muitas vezes, descuidos básicos, como a falta de atualização da
plataforma em que funciona o site, torna qualquer rede um alvo fácil
para os script kiddies, por exemplo, crackers
inexperientes que baixam programas da internet voltados para a invasão
de computadores. Em outras situações, razões ideológicas podem levar
verdadeiros gênios a quebrar a segurança de empresas.
Não faltam motivações para invadir sistemas.
Seja qual for o caso, o fato é que isso gera muita dor de cabeça para
administradores de redes e técnicos especializados em segurança. E, como
milhões de senhas de serviços foram “roubadas” nos últimos meses, a CNN preparou uma lista com os piores vazamentos de dados dos últimos dez anos. Quer saber quem está na relação? Confira!
1. PlayStation Network: 77 milhões de pessoas sem acesso
Em abril de 2011, jogadores do mundo todo quase tiveram um ataque de
nervos ao saber que a PlayStation Network — serviço da Sony que fornece
conteúdo digital e partidas multiplayer — estava fora do ar. Porém, a
frustação se transformou em empolgação quando grupos de hackativismo assumiram a autoria do ataque que levou a rede a ficar offline.

(Fonte da imagem: Reprodução/Sony)
A operação foi motivada pelo processo que a Sony moveu contra o jovem
George Hotz (Geohot), responsável pelo desbloqueio do Playstation 3. Na
ocasião, 77 milhões de pessoas ficaram sem acesso ao serviço da
empresa. Além disso, os dados de mais de 24 milhões de contas foram
roubados, contendo informações valiosas e que não estavam protegidas por
criptografia, como números de cartões de crédito, senhas e histórico de
compras. O prejuízo para a Sony foi de US$ 24 bilhões.
2. Epsilon: 60 milhões de emails vazados
A Epsilon é uma das maiores empresas do mundo a trabalhar com banco
de endereços de emails, que são vendidos para empresas que pretendem
divulgar seus produtos para possíveis clientes por meio da internet.
Obviamente, essas bases de dados são feitas com a permissão dos
detentores das contas, caso contrário, a prática poderia ser considerada
como spam.
Vazamento de dados é sinônimo de prejuízo (Fonte da imagem: ThinkStock)
De qualquer forma, o fato é que, em março do ano passado, muitos
clientes da Epsilon receberam emails falsos e que faziam parte de um
golpe para capturar dados particulares e presentes no serviço. Na
ocasião, esse ataque do tipo phishing
capturou cerca de 60 milhões de emails usados por mais de 100 clientes
da Epsilon. Agora, sim, é possível que essas pessoas tenham começado a
receber propagandas não solicitadas.
3. Nem a RSA escapa de ataques
Para quem não conhece, a RSA é uma empresa especializada em segurança
e criptografia fundada por três professores do Instituto de Tecnologia
de Massachusetts: Ron Rivest, Adi Shamir e Len Adleman. Pois saiba que
nem essa companhia, tida como referência no assunto, ficou livre do
vazamento de dados. Em março de 2011, foi a vez da RSA gastar tempo e
dinheiro para corrigir falhas de segurança.
Na ocasião, crackers invadiram os servidores da RSA e obtiveram
acesso a mais de 40 milhões de chaves de autenticação usadas por
funcionários para acessar redes corporativas e governamentais. Desde
então, a empresa já gastou mais de US$ 66 milhões (cerca de R$ 134
milhões) para monitorar e aumentar a segurança das informações de
clientes.
4. Gawker, punida por ser “arrogante”
Em dezembro de 2001, a Gawker Media, grupo responsável por muitos
sites de sucesso na internet, acabou sendo alvo de um grupo hacker
conhecido como Gnosis. Na data, os crackers liberaram um arquivo de 500
MB com login, senha e email de mais de 1,3 milhões de pessoas que se
cadastraram nas páginas mantidas pela empresa. A razão? “Fomos atrás da
Gawker por causa da sua arrogância absoluta”, explicou o grupo.
5. O caso AOL
Em 2006, a AOL liberou um arquivo com informações das pesquisas
respondidas por mais de 650 mil usuários do seu sistema de busca. A
divulgação desses dados foi intencional e realizada com o nobre
propósito de servir como base de dados para fins diversos, como estudos
acadêmicos.
Para manter o anonimato das pesquisas, dados de login foram
substituídos por números randômicos. Porém, a empresa não se deu conta
de que muitas dessas buscas continham números de documentos que poderiam
levar à identificação de seus donos. Na ocasião, o jornal The New York
Times foi capaz de identificar uma pessoa dessa lista facilmente, com a ajuda de um catálogo telefônico, e a CNN Money chegou a classificar essa mancada como um dos 101 momentos mais estúpidos do mundo dos negócios.
6. Vazamento monstro de informações
Monster.com é o maior banco de empregos da internet. Por isso, é de
se esperar que esse serviço tenha uma grande preocupação com a segurança
dos dados que hospeda, já que muitas pessoas cadastram seus currículos
diariamente nesse sistema online. Porém, não vivemos em um mundo
perfeito.
(Fonte da imagem: ShutterStock)
Mais de um ataque já comprometeu a privacidade dos dados armazenados
pelo Monster.com. Em agosto de 2007, o site passou por diversos
vazamentos de dados, perdendo informações de milhões de contas. Isso
levou o Monster.com a adotar uma nova política de segurança. Porém, não
adiantou muito: em 2009, crackers obtiveram informações de 4,5 milhões
de pessoas por meio de um ataque aos servidores da empresa.
7. Prejuízo de US$ 68 milhões para a Visa
A TJX Companies é um grupo varejista que está por trás de 2 mil lojas
de marcas, como TJ Maxx e Marshalls. Mas todo esse tamanho não foi o
suficiente para livrar a companhia de um dos maiores vazamentos de dados
de todos os tempos: em dezembro de 2006, informações de 94 milhões de
clientes foram parar nas mãos de desconhecidos. Entre as vítimas
estavam, inclusive, contas internacionais, contendo dados como números
de cartões de crédito e de débito.
Quase um ano depois, a operadora de crédito Visa calculou que o
prejuízo causado pela divulgação desses dados chegou à casa de US$ 68
milhões (cerca de R$ 138 milhões).
8. Até tu, Google?
Em dezembro de 2009, a Google informou que foi vítima de um ataque
virtual que partiu da China. Na verdade, ela não foi a única empresa a
ter sua segurança quebrada. Na mesma ocasião, empresas como Adobe,
Yahoo, Symantec e outras passaram pelo mesmo problema. No total, foram pelo menos 20 companhias do Vale do Silício visadas pelos crackers, e o ataque foi realizado com sucesso na maioria delas.
Na época, a Google afirmou que propriedades intelectuais foram
roubadas (códigos-fonte), mas não chegou a dar detalhes sobre o assunto.
Além disso, a empresa também disse que informações limitadas de duas
contas de usuário também foram acessadas pelos criminosos.
9. Cartões de crédito, os preferidos dos crackers
A empresa de processamento de cartões de crédito CardSystems Solution
cometeu um erro gravíssimo: a maioria das operações passava sem
criptografia alguma pelos seus servidores. Assim, depois de invadir e
monitorar os computadores da empresa, criminosos tiveram acesso a mais
de 40 milhões de números de cartões da Visa e Mastercard, com direito a
nomes de seus proprietários e os respectivos dígitos verificadores de
todos eles.
(Fonte da imagem: ThinkStock)
Depois de tanta exposição, empresas como Visa e American Express
cancelaram seus contratos com a CardSystems Solution, que acabou sendo
comprada pela Pay By Touch e, posteriormente, fechou as portas de vez.
Pelo menos, com essa empresa, ninguém precisa se preocupar mais.
Via: Tecmundo
Antivirus - Internet - Segurança - Vírus
Uma
atualização defeituosa disponibilizada para o Avira Antivirus Premium,
Avira Internet Security, Avira Small Business Security Suite, Avira
Endpoint Security e Avira Professional Security causou pane em PCs com
Windows XP, Windows Vista e Windows 7 no mundo todo.
A atualização defeituosa eleva o número de versão do software para 8.2.10.64 e o do arquivo de definições para 7.11.30.24. O resultado desta atualização defeituosa é que o componente AntiVirProActiv passou a detectar processos críticos do Windows como se fossem malwares.
Entre os executáveis do Windows detectados incorretamente estão o explorer.exe, iexplore.exe, regedit.exe, rundll32.exe, wuauclt.exe, dllhost.exe e outros.
Ao detectar os processos incorretamente como se fossem malwares, o software da Avira os encerra e impede até mesmo a inicialização do Windows.
A atualização defeituosa também está identificando outros softwares da Microsoft (como Office e o Works) e de terceiros como Google Talk, Opera, OpenDNS Updater e outros incorretamente como se fosse malwares.
Basicamente, qualquer arquivo executável no PCs está sendo identificado como malware.
A boa notícia é que a versão gratuita do software de segurança da empresa, o Avira AntiVir Personal, não inclui o componente afetado pela atualização defeituosa.
A Avira disponibilizou em seu site de suporte uma página de ajuda com instruções detalhadas para contornar o problema temporariamente. Os usuários podem adicionar os executáveis afetados à lista de exceções ou podem desativar o componente ProActiv.
A atualização defeituosa eleva o número de versão do software para 8.2.10.64 e o do arquivo de definições para 7.11.30.24. O resultado desta atualização defeituosa é que o componente AntiVirProActiv passou a detectar processos críticos do Windows como se fossem malwares.
Entre os executáveis do Windows detectados incorretamente estão o explorer.exe, iexplore.exe, regedit.exe, rundll32.exe, wuauclt.exe, dllhost.exe e outros.
Ao detectar os processos incorretamente como se fossem malwares, o software da Avira os encerra e impede até mesmo a inicialização do Windows.
A atualização defeituosa também está identificando outros softwares da Microsoft (como Office e o Works) e de terceiros como Google Talk, Opera, OpenDNS Updater e outros incorretamente como se fosse malwares.
Basicamente, qualquer arquivo executável no PCs está sendo identificado como malware.
A boa notícia é que a versão gratuita do software de segurança da empresa, o Avira AntiVir Personal, não inclui o componente afetado pela atualização defeituosa.
A Avira disponibilizou em seu site de suporte uma página de ajuda com instruções detalhadas para contornar o problema temporariamente. Os usuários podem adicionar os executáveis afetados à lista de exceções ou podem desativar o componente ProActiv.
Via: Baboo
Antivirus - Segurança - Windows
O
avast! AntiVirus é um dos mais populares softwares do tipo para
Windows.
Ele protege o computador do usuário contra vírus, trojans e
outras ameaças.
A versão para o Mac OS X é baseada na versão 7 para Windows e protege Mac do usuário durante a navegação na Web (inclui proteção contra phishing e script maliciosos), também verifica os arquivos que chegam por e-mail e mais.
O avast! Free Antivírus for Mac é compatível com o Mac OS X 10.5.x (Leopard), 10.6.x (Snow Leopard), 10.7.x (Lion) e está disponível para download aqui.
A versão para o Mac OS X é baseada na versão 7 para Windows e protege Mac do usuário durante a navegação na Web (inclui proteção contra phishing e script maliciosos), também verifica os arquivos que chegam por e-mail e mais.
O avast! Free Antivírus for Mac é compatível com o Mac OS X 10.5.x (Leopard), 10.6.x (Snow Leopard), 10.7.x (Lion) e está disponível para download aqui.

Via: Baboo
Antivirus - Apple - Mac - Segurança
A Microsoft lançou nesta semana a versão final do Microsoft Security Essentials v4.0, seu popular antivírus gratuito para Windows.
Disponível para Windows XP (32 bits), Windows Vista (32 e 64 bits) e Windows 7 (32 e 64 bits), o Microsoft Security Essentials v4.0 oferece proteção contra vírus, trojans e outras ameaças.
A versão 4.0 traz correções de bugs, melhorias no desempenho durante a verificação do sistema, novo mecanismo de detecção de malwares e mais.
Requisitos de Sistema
Disponível para Windows XP (32 bits), Windows Vista (32 e 64 bits) e Windows 7 (32 e 64 bits), o Microsoft Security Essentials v4.0 oferece proteção contra vírus, trojans e outras ameaças.
A versão 4.0 traz correções de bugs, melhorias no desempenho durante a verificação do sistema, novo mecanismo de detecção de malwares e mais.
Requisitos de Sistema
- Sistemas Operacionais Suportados: Windows 7 (x86 e x64); Windows Vista (x86 e x64); Windows XP (apenas x86)
Windows XP
Download: Microsoft Security Essentials v4.0 - x86 (Português | Brasil)
Download: Microsoft Security Essentials v4.0 - x86 (Português | Brasil)
Download: Microsoft Security Essentials v4.0 - x64 (Português | Brasil)
Download: Microsoft Security Essentials v4.0 - x86 (Inglês | EUA)
Download: Microsoft Security Essentials v4.0 - x64 (Inglês | EUA)

Via: Baboo
Antivirus - Segurança - Software - Tecnologia - Vírus
(Fonte da imagem: Reprodução/iStock)
O Duqu é uma variação do temido vírus Stuxnet,
responsável por um ataque ao programa nuclear do Irã. Esse
desmembramento foi descoberto em outubro do ano passado, quando invadiu
um número específico de empresas na Europa.
Recentemente, uma análise minuciosa em seu código revelou que essa praga foi escrita com uma linguagem de programação desconhecida – o que dificulta o entendimento de como ela funciona e qual a melhor maneira de combatê-la.
Agora, investigadores da Symantec publicaram no blog oficial da
empresa que foi identificado uma nova versão do Duqu. Dessa vez, os
autores desse malware deixaram vestígios de que estão se preparando para
um novo ataque.
De acordo com a publicação, o novo arquivo malicioso, que teria sido
compilado no dia 23 de fevereiro, possui mudanças no algoritmo de
criptografia, no certificado de seus drivers e em trechos de seu código
que burlam a sua identificação por parte dos sistemas de segurança. Sem
acesso a detalhes de como esse vírus foi desenvolvido, os especialistas
não sabem exatamente o que significam tais alterações – o que é um tanto
quanto assustador.
Via: Tecmundo
Antivirus - Pesquisa - Segurança - Vírus
A empresa de segurança Kaspersky Labs descobriu um novo malware que não instala nenhum arquivo no PC da vítima.
Descrito pelos pesquisadores da empresa como um malware “único” e “muito raro”, ele injeta a partir da Web uma dll criptografada diretamente na memória do processo javaw.exe.
Este modo de operação indica que tanto o Windows como o Mac OS X são afetados por ele, além de tornar mais difícil sua detecção pelos antivírus já que ele é executado dentro de um processo confiável.
Depois que a dll é injetada com sucesso na memória do processo javaw.exe, o malware tenta enganar o UAC (Controle de Conta de Usuário) do Windows. Com isso, o Trojan-Spy.Win32.Lurk será baixado, instalado e se conectará a uma botnet.
Esta tentativa de instalação é a principal tarefa do malware, já que viver na memória RAM significa que ele será removido caso o computador seja reinicializado antes que ela seja concluída.
A injeção da dll só é possível graças a uma vulnerabilidade no Java, a CVE-2011-3544. Ela já foi corrigida pela Oracle em 2011, mas muitos usuários não costumam instalar as atualizações para o Java assim que elas são disponibilizadas.
De acordo com a Kaspersky, o malware é servido através de anúncios maliciosos presentes em sites russos. A empresa de publicidade já foi contatada para removê-los.
Descrito pelos pesquisadores da empresa como um malware “único” e “muito raro”, ele injeta a partir da Web uma dll criptografada diretamente na memória do processo javaw.exe.
Este modo de operação indica que tanto o Windows como o Mac OS X são afetados por ele, além de tornar mais difícil sua detecção pelos antivírus já que ele é executado dentro de um processo confiável.
Depois que a dll é injetada com sucesso na memória do processo javaw.exe, o malware tenta enganar o UAC (Controle de Conta de Usuário) do Windows. Com isso, o Trojan-Spy.Win32.Lurk será baixado, instalado e se conectará a uma botnet.
Esta tentativa de instalação é a principal tarefa do malware, já que viver na memória RAM significa que ele será removido caso o computador seja reinicializado antes que ela seja concluída.
A injeção da dll só é possível graças a uma vulnerabilidade no Java, a CVE-2011-3544. Ela já foi corrigida pela Oracle em 2011, mas muitos usuários não costumam instalar as atualizações para o Java assim que elas são disponibilizadas.
De acordo com a Kaspersky, o malware é servido através de anúncios maliciosos presentes em sites russos. A empresa de publicidade já foi contatada para removê-los.
Via: Baboo
Antivirus - Curiosidades - Segurança - Vírus
O
Cavalo de Tróia Duqu continua dando dor de cabeça para os especialistas
de segurança. Segundo a Kaspersky, parte do código-fonte que compõe o
programa foi escrito em uma linguagem de programação jamais vista. Eles
conseguem entender o que o malware faz, mas não conseguiram ainda descobrir como.
Uma vez que o Duqu infecta um sistema, ele se comunica com um servidor de Command and Control (C&C) para saber que procedimentos deve executar. Ainda que boa parte do Cavalo de Tróia tenha sido escrita em C++ e compilada com Microsoft’s Visual C++ 2008, a parte responsável pela comunicação não contém referências a nenhuma função padrão ou criada por usuários da linguagem. Tampouco aparenta similaridades com Objective C, Java, Python, Ada, Lua ou qualquer outra conhecida. Por enquanto, o código está sendo chamado de Duqu Framework e sabe-se apenas que é orientado a objetos.
Analistas sugerem que há um pesado investimento por trás da criação do Duqu e que a criação de uma linguagem exclusiva para ele pode ter sido obra de algum governo. Ainda que o malware tenha atingido a internet a partir de setembro do ano passado, a Kaspersky alega que seu alvo principal era o programa nuclear iraniano.
A vulnerabilidade explorada pelo Duqu foi corrigida pela Microsoft no final do ano passado, mas sistemas não atualizados ainda estão em risco.
Uma vez que o Duqu infecta um sistema, ele se comunica com um servidor de Command and Control (C&C) para saber que procedimentos deve executar. Ainda que boa parte do Cavalo de Tróia tenha sido escrita em C++ e compilada com Microsoft’s Visual C++ 2008, a parte responsável pela comunicação não contém referências a nenhuma função padrão ou criada por usuários da linguagem. Tampouco aparenta similaridades com Objective C, Java, Python, Ada, Lua ou qualquer outra conhecida. Por enquanto, o código está sendo chamado de Duqu Framework e sabe-se apenas que é orientado a objetos.
Analistas sugerem que há um pesado investimento por trás da criação do Duqu e que a criação de uma linguagem exclusiva para ele pode ter sido obra de algum governo. Ainda que o malware tenha atingido a internet a partir de setembro do ano passado, a Kaspersky alega que seu alvo principal era o programa nuclear iraniano.
A vulnerabilidade explorada pelo Duqu foi corrigida pela Microsoft no final do ano passado, mas sistemas não atualizados ainda estão em risco.
Via: Código Fonte
Antivirus - Microsoft - Segurança - Sistemas - Software - Vírus
A AVAST Software lançou nesta semana uma nova versão do seu antivírus gratuito para Windows, o avast! Antivirus v7.0.
A versão 7.0 traz o suporte para verificação de arquivos com base em sua reputação, assistência remota, melhorias na proteção durante a navegação na Web, novo instalador, suporte para o Windows 8 e mais.
Além do Windows 8, o avast! Antivirus v7.0 é compatível com o Windows XP, Windows Vista e Windows 7.
A versão 7.0 traz o suporte para verificação de arquivos com base em sua reputação, assistência remota, melhorias na proteção durante a navegação na Web, novo instalador, suporte para o Windows 8 e mais.
Além do Windows 8, o avast! Antivirus v7.0 é compatível com o Windows XP, Windows Vista e Windows 7.
Download: avast! Antivirus v7.0 final*
Antivirus - Segurança - Windows
O chefe de
pesquisas da F-Secure afirmou numa entrevista que, se os usuários de
smartphones não prestarem atenção na segurança de seus dispositivos, o
sistema móvel Android pode se tornar 'o novo Windows XP'.
Mikko Hypponen, que trabalha na F-Secure desde 1991 e atualmente é o chefe de pesquisas contra novos malwares, declarou que as fraquezas na segurança do sistema do Google para smartphones e tablets se tornarão cada vez mais evidentes, conforme sua popularidade aumenta.

Popularidade do Android provavelmente atrairá criminosos virtuais
De acordo com Hypponen, o fato do Android ser um sistema totalmente aberto o torna suscetível a diferentes riscos e traçou um paralelo com o Windows XP, lançado em 2001 pela Microsoft. "O Windows XP tem uma segurança fraca porque é o sistema mais usado", segundo o pesquisador. "Temo que o mesmo se repita com o Android".
Hypponen também lembrou que a maior parte das falhas de segurança num smartphone exige a interação dos usuários ao confirmar a execução de um programa ou permitir o acesso a dados pessoais. Por isso, o conhecimento e a atenção dos usuários são essenciais para a segurança virtual de seus aparelhos.
Mikko Hypponen, que trabalha na F-Secure desde 1991 e atualmente é o chefe de pesquisas contra novos malwares, declarou que as fraquezas na segurança do sistema do Google para smartphones e tablets se tornarão cada vez mais evidentes, conforme sua popularidade aumenta.

Popularidade do Android provavelmente atrairá criminosos virtuais
De acordo com Hypponen, o fato do Android ser um sistema totalmente aberto o torna suscetível a diferentes riscos e traçou um paralelo com o Windows XP, lançado em 2001 pela Microsoft. "O Windows XP tem uma segurança fraca porque é o sistema mais usado", segundo o pesquisador. "Temo que o mesmo se repita com o Android".
Hypponen também lembrou que a maior parte das falhas de segurança num smartphone exige a interação dos usuários ao confirmar a execução de um programa ou permitir o acesso a dados pessoais. Por isso, o conhecimento e a atenção dos usuários são essenciais para a segurança virtual de seus aparelhos.
Android - Antivirus - Celular - Segurança
A AVAST Software lançou uma nova versão do seu antivírus gratuito para Windows, o avast! Antivirus Free v6.0.1367.
Esta versão traz correções de bugs, melhorias na estabilidade, suporte para o Google Chrome, Mozilla Firefox e Adobe Reader no Script Shield, melhorias no plugin WebRep, novo engine antispam e mais.
O avast! Antivirus Free v6.0.1367é compatível com o Windows 7 (todas as edições), Windows Vista (exceto Starter) e Windows XP (com SP2 ou superior).
Esta versão traz correções de bugs, melhorias na estabilidade, suporte para o Google Chrome, Mozilla Firefox e Adobe Reader no Script Shield, melhorias no plugin WebRep, novo engine antispam e mais.
O avast! Antivirus Free v6.0.1367é compatível com o Windows 7 (todas as edições), Windows Vista (exceto Starter) e Windows XP (com SP2 ou superior).
Download: avast! Antivirus Free v6.0.1367*
*Gratuito apenas para uso não comercial.
Antivirus - Segurança - Sistemas - Windows
A Microsoft está procurando testadores para a nova versão do popular antivírus gratuito, o Microsoft Security Essentials.
A versão de testes será disponibilizada para um número limitado de testadores nas próximas semanas, mas ainda não existem informações sobre quando a versão final será lançada.
De acordo com um post publicado no Microsoft Malware Protection Center, a nova versão do Microsoft Security Essentials trará os seguintes novos recursos:
- Automatic malware remediation: o beta removerá certas infecções automaticamente.
- Melhor desempenho: a nova versão trará diversas otimizações para não impactar negativamente o desempenho do computador.
- Interface simplificada: a interface da versão de testes será mais simples e fácil de usar.
- Novo mecanismo de proteção: ele oferecerá novos recursos para detecção e remoção de malwares.
O Microsoft Security Essentials é um antivírus gratuito voltado para usuários domésticos e pequenas empresas com até 10 PCs.
Interessados no Microsoft Security Essentials Beta podem se cadastrar aqui, mas como o número de vagas é limitado, nem todos os usuários cadastrados terão acesso ao programa.
A versão de testes será disponibilizada para um número limitado de testadores nas próximas semanas, mas ainda não existem informações sobre quando a versão final será lançada.
De acordo com um post publicado no Microsoft Malware Protection Center, a nova versão do Microsoft Security Essentials trará os seguintes novos recursos:
- Automatic malware remediation: o beta removerá certas infecções automaticamente.
- Melhor desempenho: a nova versão trará diversas otimizações para não impactar negativamente o desempenho do computador.
- Interface simplificada: a interface da versão de testes será mais simples e fácil de usar.
- Novo mecanismo de proteção: ele oferecerá novos recursos para detecção e remoção de malwares.
O Microsoft Security Essentials é um antivírus gratuito voltado para usuários domésticos e pequenas empresas com até 10 PCs.
Interessados no Microsoft Security Essentials Beta podem se cadastrar aqui, mas como o número de vagas é limitado, nem todos os usuários cadastrados terão acesso ao programa.

Microsoft Security Essentials v2.1, a versão mais recente do antivírus da Microsoft
Antivirus - Downloads - Segurança - Windows
A CheckPoint lançou nesta semana o ZoneAlarm Free Firewall 2012, nova versão do seu popular firewall gratuito para Windows.
Além de ganhar uma nova interface, a versão 2012 também oferece 2 GB de espaço gratuito para que o usuário possa fazer o backup de seus arquivos na Web.
O ZoneAlarm Free Firewall 2012 monitora as conexões de entrada e saída, oferece proteção contra phishing, proteção contra roubo de identidade e mais.
Download: ZoneAlarm Free Firewall 2012
Além de ganhar uma nova interface, a versão 2012 também oferece 2 GB de espaço gratuito para que o usuário possa fazer o backup de seus arquivos na Web.
O ZoneAlarm Free Firewall 2012 monitora as conexões de entrada e saída, oferece proteção contra phishing, proteção contra roubo de identidade e mais.
Download: ZoneAlarm Free Firewall 2012





Antivirus - Downloads - Segurança - Windows
Pesquisadores
de segurança das empresas ESET e Sophos descobriram que os hackers
portaram um antigo Trojan criado originalmente para infectar o Linux
visando infectar o Mac OS X.
O Trojan, conhecido como Tsunami, se conecta a um canal de IRC para receber os comandos enviados pelos hackers. Estes comandos incluem instruções entupir os servidores com requisições, o que combinado com outros computadores infectados resulta em um ataque distribuído de negação de serviço (DDoS).
O Trojan também pode fazer o download de arquivos para a máquina comprometida, assim ele pode se atualizar automaticamente ou instalar malwares adicionais.
Outro detalhe é que ele pode executar qualquer comando definido pelos hackers, dando a eles o controle completo da máquina infectada.
Parte do código-fonte do Tsunami original:
O Trojan, conhecido como Tsunami, se conecta a um canal de IRC para receber os comandos enviados pelos hackers. Estes comandos incluem instruções entupir os servidores com requisições, o que combinado com outros computadores infectados resulta em um ataque distribuído de negação de serviço (DDoS).
O Trojan também pode fazer o download de arquivos para a máquina comprometida, assim ele pode se atualizar automaticamente ou instalar malwares adicionais.
Outro detalhe é que ele pode executar qualquer comando definido pelos hackers, dando a eles o controle completo da máquina infectada.
Parte do código-fonte do Tsunami original:
Antivirus - Mac - Segurança
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