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Malwarebytes Anti-Exploit é um aplicativo para prevenir a entrada de aplicações maliciosas no seu computador por meio de vulnerabilidades do sistema.

Aplicando um monitoramento constante dos programas abertos no computador, o software procura mantê-los protegidos contra ameaças.

Para isso, o programa mantém um sistema de proteção preventiva (em tempo real) para detectar todas as tentativas de abuso e impedi-las imediatamente. Vale apenas reforçar que esta aplicação ainda está em fase de desenvolvimento e testes (Beta) e pode nem sempre se comportar da maneira esperada, apresentando bugs.

Prevenindo vulnerabilidades

Normalmente, um antivírus é capaz de lidar bem com as pragas virtuais espalhadas pela internet. Porém, existem malwares que são focados em explorar vulnerabilidades previamente conhecidas nos aplicativos e atacá-las antes que a “fraqueza” seja divulgada e atualizada nas bases de dados dessas ferramentas.

Esse tipo de ataque é conhecido como “zero-day attack” (ataque do dia zero em uma tradução livre), pois ele ocorre no “dia zero” de ciência do problema. Para prevenir a entrada de softwares maliciosos que se aproveitam desse tipo de problema, o ideal é instalar um programa como o Malwarebytes Anti-Exploit.
Interface do programa
Com ele, você garante o monitoramento de uma série de aplicativos no seu computador, como os navegadores e os componentes que funcionam em conjunto com eles, por exemplo.

Proteção total

Logo após instalar o programa, como um padrão, ele imediatamente ativa a proteção do seu computador. O aplicativo permanece ativo em segundo plano e, para acessar o seu painel de ferramentas, basta clicar com o botão direito do mouse no ícone presente na Bandeja do sistema e escolher a alternativa “Show Malwarebytes Anti-Exploit”.

A interface do programa está dividida em abas para que você possa visualizar mais facilmente as informações disponíveis. Na primeira guia, “General”, você pode observar o número de aplicativos protegidos, quantas tentativas de ataque foram bloqueadas e a quantidade de arquivos enviados para a quarentena. Nela, também é possível parar a proteção clicando em “Stop Protection”.
Acesso pela Bandeja do sistema
A segunda aba, “Shields”, traz uma lista com todos os programas para os quais o Malwarebytes Anti-Exploit oferece suporte. Já em “Logs” você pode visualizar o histórico de atividades do aplicativo, exibindo os softwares protegidos no seu computador. Por último, “Exclusions”, provavelmente serve para montar uma “lista branca” no computador, mas, aparentemente, a função ainda se encontra desativada.

Via:
Baixaki
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Vírus poliglota é propagado pelo Skype


  É bom tomar cuidado com links para fotos em que você esteja "hilariante"! (Fonte da imagem: Reprodução/Kaspersky)

Há uma nova ameaça à tranquilidade das prosas via Skype. Se antes era relativamente fácil identificar frases emitidas por usuários algures como vírus em potencial — digamos, frases que começam com “Hi there!” —, a coisa deve ficar um tanto mais complexa agora. Isso porque a ameaça recentemente descoberta pelo Kaspersky Lab é “poliglota”, sendo capaz de detectar idiomas antes de disparar trechos convidando aos tradicionais links duvidosos.


E sim, o português está entre as línguas dominadas pelo vírus. Bem, não exatamente, considerando-se que alguns usuários do serviço têm encontrado frases como “Você olhar hilariante nesta foto (sic)”, por exemplo. Por trás de cada uma dessas frases — enviadas por alguém da sua lista de contatos —, há um link encurtado que conduz usuários desavisados a diversos sites de download, como o 4shared.

À tradução, segue-se um link cujo final inclui um “.png”, por exemplo, o que indica uma imagem, certamente tornando o ataque mais insidioso. Caso o usuário incauto baixe o arquivo e o execute, haverá mais um computador disparando as mesmas pérolas literárias — o que pode incluir também “Esta é uma foto muito legal da sua parte”.

5% das vítimas são do Brasil


De acordo com dados revelados pela Kaspersky, 526 do total de vítimas do novo vírus são do Brasil — uma fatia considerável de 5% de todos os computadores afetados.


“A fim de definir qual idioma será utilizado na disseminação dos links maliciosos, o worm possui uma função capaz de determinar a localização da vítima, partindo de uma lista de países e detectando o idioma do sistema operacional”, afirmou o analista Fabio Assolini, em publicação na última terça-feira. “Ele pode disparar mensagens em espanhol, russo, inglês, alemão e vários outros.”

Uma rede de zumbis no horizonte


De acordo com a Kaspersky, a razão última de existência da ameaça poliglota do Skype é a produção de uma enorme rede-zumbi de computadores — os quais passam a realizar ataques, enviar spams etc.


A empresa também adverte que algumas variantes também instalam geradores de Bitcoin no computador das vítimas — espécie de moeda corrente criptografada, a qual é produzida por qualquer usuário que utilize muito poder de processamento. Dessa forma, fica o alerta: caso o seu PC tenha se tornado inexplicavelmente mais lento, e caso alguns processos ocupem constantemente mais de 90% da CPU, talvez seja o momento de fazer alguma coisa.

Via: Tecmundo
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Instituto especializado aponta os melhores antivírus de março de 2013
AV-Comparatives divulga mais um relatório sobre os antivírus do mercado. (Fonte da imagem: Divulgação/AV-Comparatives)

Pelo menos duas vezes ao ano, a AV-Comparatives realiza estudos com os programas antivírus mais populares do mundo, visando colocar à prova a habilidade desses aplicativos em proteger o seu computador. A companhia austríaca se tornou referência no ramo e, nesta quarta-feira (10), divulgou um novo relatório completo de suas últimas análises.

Os resultados alcançados pelo instituto concluiram que 55% das URL maliciosas coletadas seriam capazes de afetar negativamente o funcionamento do Windows ou algumas de suas aplicações. O restante não causou qualquer mal enquanto plugins, aplicativos e o sistema operacional estavam atualizados, o que reforça a necessidade de manter tudo sempre em dia para reduzir as chances de problemas no computador.

De todos os produtos analisados, apenas quatro deles foram capazes de alcançar 100% de proteção contra amostras de malwares largamente difundidos usados no teste. A AV-Comparatives ressalva, contudo, que devido ao dinamismo da web, é possível que os desempenhos possam ser alterados de mês em mês.

Os 22 aplicativos submetidos ao teste, todos com o banco de dados de vacinas atualizados, foram:


  • Qihoo 360 Security 4.0;
  • Tencent QQ PC Manager 4.0;

Teste do mundo real

A AV-Comparatives realiza um teste chamado “Teste de Proteção do Mundo Real”, que pretende colocar os antivírus para enfrentar desafios do dia a dia de uso, verificando como ele vai se comportar no seu computador. Ele verifica a capacidade de identificar um problema assim que ele acontece.

Foram realizados 422 testes ao longo de todo o mês de março e o resultado foi totalmente positivo (100% de proteção automática, sem qualquer interferência humana) com apenas quatro softwares: Emsisoft Anti-Malware, F-Secure, G DATA e Kaspersky. Como aponta o gráfico abaixo, todos os aplicativos tiveram pelo menos 90% de proteção automática garantida.

Instituto especializado aponta os melhores antivírus de março de 2013
(Fonte da imagem: Divulgação/AV-Comparatives)

Dos 22 analisados, o pior desempenho foi do AhnLab V3 Internet Security (pouco mais de 90%), Tencent QQ PC Manager (quase 94% de desempenho positivo) e o AVG (com pouco mais de 94%).

Outra ressalva feita pela AV-Comparatives dá conta de que o desempenho registrado aqui pode mudar de acordo com o malware enfrentado, afinal, por mais que os testes usem diversos tipos diferentes de vírus e outros arquivos mal-intencionados, novas ameaças podem surgir e também há aquelas que ficaram de fora desta análise.

Detecção de arquivos

Instituto especializado aponta os melhores antivírus de março de 2013
(Fonte da imagem: Divulgação/AV-Comparatives)


Outro teste bem importante é o que mede a capacidade de um programa antivírus em identificar um malware a partir do escaneamento do sistema. O gráfico acima mostra a porcentagem de arquivos infectados que foram ignorados pela varredura do antivírus, ou seja, quanto menor a taxa de amostras não identificadas, melhor é a busca por problemas do aplicativo.

Nesse sentido, os melhores desempenhos foram alcançados por G DATA (0,1% de amostras ignoradas), Avira (0,4%) e F-Secure (0,5%); os três piores foram Symantec (8,8% das amostras ignoradas), AhnLab (7,7%) e ESET (2,5%).

Falsos positivos

Instituto especializado aponta os melhores antivírus de março de 2013
(Fonte da imagem: Divulgação/AV-Comparatives)


Outra medida de desempenho de programas antivírus avalia a questão dos falsos positivos, os arquivos saudáveis “confundidos” com malwares pelo aplicativo. Os softwares da Microsoft (nenhum falso positivo), Fortinet (apenas cinco) e Kaspersky e Sophos (ambos com seis falsos positivos) obtiveram os melhores resultados.

A parte debaixo da tabela ficou com os softwares da Emsisoft (38 falsos positivos), Vipre (30) e Panda (28). Vale lembrar que, em março, os testes realizados pelo instituto levaram em conta a utilização de 422 amostras infectadas.

Os melhores

Levando em conta os resultados publicados, podemos destacar como os cinco melhores desempenhos nos testes da AV-Comparatives os seguintes programas:



Via: Tecmundo
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avast! Free Antivírus 8 traz mais uma opção de aplicativo para manter o seu computador protegido contra vírus e outras pragas virtuais.
O principal objetivo do programa é prevenir contaminações na máquina por meio das proteções em tempo real, além de tratar possíveis infecções já instaladas no disco rígido.
O programa é completamente gratuito para o uso, mas é preciso escolher a opção correspondente ao antivírus na hora da instalação (como será explicado abaixo).

Instalação, itens extras e registro

Ao começar a instalação do programa, logo no início do processo, ele pergunta se você deseja instalar o antivírus ou a suíte de segurança (Avast! Internet Security). Para instalar o antivírus, clique no botão “Instalar o avast! Free Antivírus”.
Escolhendo o antivírus
Em seguida, uma nova tela é exibida oferecendo a possibilidade de você instalar o aplicativo do Google Drive no seu computador. Caso você não queira realizar a ação, selecione a alternativa “Instalação personalizada” e desmarque a opção “Sim, instalar o Google Drive”.
Cuidado com os extras
Feito isso, basta prosseguir com a instalação normalmente. Ao final, o programa solicita que você registre o produto e é possível tanto fazê-lo criando uma conta com o seu email ou o seu login do Facebook, clicando na alternativa que esteja de acordo com o que você quer fazer.

Abrindo o programa

Ao entrar no programa, a tela principal é aberta, apresentando todos os módulos de funções disponíveis no avast! Internet Security na forma de botão. Por isso, você percebe que algumas delas estão desativadas no antivírus (como o Firewall e o SafeZone). A partir dessa janela, você pode acessar a análise por vírus, a ferramenta de atualização de programas instalados e o setor de estatísticas.
Tela inicial
Se você clicar na aba ao lado, “Segurança”, é exibido na tela o estado do computador (em “Resumo”). Além disso, na alternativa “Estatísticas”, você pode ver um gráfico das atividades exercidas pelos módulos do programa, apenas selecionando aquele que você quiser ver.

Análise do computador em busca de infecções

A busca de vírus pode ser acessada tanto a partir da tela inicial, como já citado, como na aba “Segurança”, por meio da alternativa “Antivírus” (na opção “Escaneamento”). O programa oferece cinco tipos de verificação. Por meio do “Escaneamento rápido”, você pode fazer uma varredura apenas dos setores críticos do computador, tomando menos tempo.
“Escaneamento completo do sistema” oferece a análise profunda do computador. Esse procedimento costuma demorar um pouco mais, mas vale a pena executá-lo de tempos em tempos para garantir a segurança da máquina. Caso deseje, você também pode verificar apenas dispositivos de armazenamento externos (pendrives e HDs externos, por exemplo), na opção “Escaneamento da mídia removível”.
Escolha a análise
Da mesma forma, também é possível varrer apenas diretórios específicos (em “Selecione uma pasta para escanear”) ou agendar a verificação para quando o computador for reiniciado (por meio da opção “Escaneamento ao reiniciar”). Independente da opção escolhida (com exceção da última, que gera um agendamento), após clicar no botão do processo, a análise é imediatamente iniciada.
O andamento da operação pode ser acompanhado em tempo real por meio da exibição de uma barra de progresso e dos arquivos que estão sendo rastreados. Ao final do procedimento, o programa exibe uma lista com os resultados. Se houver alguma ocorrência, você pode selecioná-la e solicitar que o programa tome a ação necessária para resolver o problema.

Atualização de programas e outras ferramentas

No setor de segurança, também está disponível uma ferramenta para você atualizar os programas instalados no computador. Essa função é acessada por meio do botão “Software Updater” e, logo ao clicar no botão citado, você pode observar que o aplicativo monta uma lista com todos eles.
Atualizando os programas instalados
Caso você deseje atualizar a lista, basta clicar no botão “Escaneando” para que ele realize uma nova verificação. Em cada item você pode observar o seu estado (atualizado ou não) e, sempre que houver alguma atualização pendente, é possível clicar em “Corrigir”. Isso faz com que você acesse a página do desenvolvedor da aplicação e possa baixar a versão mais recente do programa.
Este aplicativo também conta com ferramentas adicionais que podem ser encontradas por meio do botão “Ferramentas”. Ali, você encontra e baixa um aplicativo para fazer o bloqueio de sites suspeitos (uma espécie de função para montar uma “lista negra”) e atalhos para baixar outras ferramentas da avast!.

Quarentena e relatórios

Caso você queira observar os arquivos que foram identificados como suspeitos e mandados para a imunização, basta acessar a aba “Manutenção” e clicar em “Quarentena”. De tempos em tempos, é bom acessar este setor do aplicativo, pois a cada dia surgem novas soluções para pragas virtuais mais antigas, podendo já haver uma forma de descontaminação disponível no aplicativo.
Relatórios
Outra função interessante que pode ser encontrada no setor de manutenção são os relatórios (em “Logs de escaneamentos”). Ali, você pode visualizar uma lista com as atividades de análise realizadas pelo programa, além de abrir os registros para ler os resultados obtidos na verificação.

 
Via: Baixaki
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A AVG lançou nesta semana a mais nova versão do seu popular antivírus gratuito para Windows, o AVG Anti-Virus Free 2013.

A nova versão traz suporte oficial para o Windows 8 e uma nova interface inspirada pelo estilo Metro, que também é otimizada para telas sensíveis ao toque.

Além da nova interface, que também ficou mais organizada, o novo AVG Anti-Virus Free 2013 traz melhorias em seu mecanismo de detecção de malwares, melhorias no desempenho durante a verificação do sistema, menor consumo de recursos do PC, detecção de arquivos com base em sua reputação e mais.

O AVG Anti-Virus Free 2013 está disponível para download aqui.

 
 
Via: Baboo
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A Panda Security disponibilizou uma nova versão do seu antivírus gratuito 'Panda Cloud Antivirus'. O antivírus é baseado em computação em nuvem (cloud computing) e utiliza uma tecnologia proprietária chamada Collective Intelligence para poder detectar vírus, rootkits e outras ameaças. Graças à nova tecnologia, o programa identifica novos malwares quase em tempo real.

O Panda Cloud Antivirus é gratuito para uso pessoal e está disponível para download aqui. O Panda Cloud Antivirus Pro, que é pago, é voltado para pequenas e médias empresas.

Tanto a versão gratuita como a versão Pro são compatíveis com o Windows 7 (32 e 64 bits), Windows Vista (32 e 64 bits), Windows XP (32 bits) e Windows 8 (32 e 64 bits).

A versão 2.0.1 traz apenas correções de bugs e pequenas melhorias.



Via: Baboo
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A Panda Security disponibilizou uma nova versão do seu antivírus gratuito 'Panda Cloud Antivirus'. O antivírus é baseado em computação em nuvem (cloud computing) e utiliza uma tecnologia proprietária chamada Collective Intelligence para poder detectar vírus, rootkits e outras ameaças. Graças à nova tecnologia, o programa identifica novos malwares quase em tempo real.

O Panda Cloud Antivirus é gratuito para uso pessoal e o Panda Cloud Antivirus Pro, que é pago, é voltado para pequenas e médias empresas.

Tanto a versão gratuita como a versão Pro são compatíveis com o Windows 7 (32 e 64 bits), Windows Vista (32 e 64 bits) e Windows XP (32 bits).

A versão 2.0 traz melhorias na proteção off-line, melhorias no mecanismo de detecção de malwares, novo mecanismo de análise com base no comportamento dos arquivos, suporte oficial para o Windows 8, nova interface, melhorias no desempenho durante a verificação do sistema e mais.

Download: Panda Cloud Antivirus 2.0
Changelog completo


 
Via: Baboo
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Até mesmo grandes empresas estão vulneráveis ao vazamento de informações (Fonte da imagem: ShutterStock)

Muitos imaginam que a segurança de sistemas computacionais evolui à medida que outros avanços tecnológicos acontecem. Infelizmente, não é bem assim. Não são raros, por exemplo, sistemas online com graves falhas de segurança. Apenas para citar um caso recente, mais de 6 milhões de senhas do LinkedIn foram roubadas.

Muitas vezes, descuidos básicos, como a falta de atualização da plataforma em que funciona o site, torna qualquer rede um alvo fácil para os script kiddies, por exemplo, crackers inexperientes que baixam programas da internet voltados para a invasão de computadores. Em outras situações, razões ideológicas podem levar verdadeiros gênios a quebrar a segurança de empresas.

Não faltam motivações para invadir sistemas. Seja qual for o caso, o fato é que isso gera muita dor de cabeça para administradores de redes e técnicos especializados em segurança. E, como milhões de senhas de serviços foram “roubadas” nos últimos meses, a CNN preparou uma lista com os piores vazamentos de dados dos últimos dez anos. Quer saber quem está na relação? Confira!

1. PlayStation Network: 77 milhões de pessoas sem acesso

Em abril de 2011, jogadores do mundo todo quase tiveram um ataque de nervos ao saber que a PlayStation Network — serviço da Sony que fornece conteúdo digital e partidas multiplayer — estava fora do ar. Porém, a frustação se transformou em empolgação quando grupos de hackativismo assumiram a autoria do ataque que levou a rede a ficar offline.

(Fonte da imagem: Reprodução/Sony)

A operação foi motivada pelo processo que a Sony moveu contra o jovem George Hotz (Geohot), responsável pelo desbloqueio do Playstation 3. Na ocasião, 77 milhões de pessoas ficaram sem acesso ao serviço da empresa. Além disso, os dados de mais de 24 milhões de contas foram roubados, contendo informações valiosas e que não estavam protegidas por criptografia, como números de cartões de crédito, senhas e histórico de compras. O prejuízo para a Sony foi de US$ 24 bilhões.

2. Epsilon: 60 milhões de emails vazados

A Epsilon é uma das maiores empresas do mundo a trabalhar com banco de endereços de emails, que são vendidos para empresas que pretendem divulgar seus produtos para possíveis clientes por meio da internet. Obviamente, essas bases de dados são feitas com a permissão dos detentores das contas, caso contrário, a prática poderia ser considerada como spam.

 
Vazamento de dados é sinônimo de prejuízo (Fonte da imagem: ThinkStock)

De qualquer forma, o fato é que, em março do ano passado, muitos clientes da Epsilon receberam emails falsos e que faziam parte de um golpe para capturar dados particulares e presentes no serviço. Na ocasião, esse ataque do tipo phishing capturou cerca de 60 milhões de emails usados por mais de 100 clientes da Epsilon. Agora, sim, é possível que essas pessoas tenham começado a receber propagandas não solicitadas.

3. Nem a RSA escapa de ataques

Para quem não conhece, a RSA é uma empresa especializada em segurança e criptografia fundada por três professores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts: Ron Rivest, Adi Shamir e Len Adleman. Pois saiba que nem essa companhia, tida como referência no assunto, ficou livre do vazamento de dados. Em março de 2011, foi a vez da RSA gastar tempo e dinheiro para corrigir falhas de segurança.

Na ocasião, crackers invadiram os servidores da RSA e obtiveram acesso a mais de 40 milhões de chaves de autenticação usadas por funcionários para acessar redes corporativas e governamentais. Desde então, a empresa já gastou mais de US$ 66 milhões (cerca de R$ 134 milhões) para monitorar e aumentar a segurança das informações de clientes.

4. Gawker, punida por ser “arrogante”

Em dezembro de 2001, a Gawker Media, grupo responsável por muitos sites de sucesso na internet, acabou sendo alvo de um grupo hacker conhecido como Gnosis. Na data, os crackers liberaram um arquivo de 500 MB com login, senha e email de mais de 1,3 milhões de pessoas que se cadastraram nas páginas mantidas pela empresa. A razão? “Fomos atrás da Gawker por causa da sua arrogância absoluta”, explicou o grupo.

5. O caso AOL

Em 2006, a AOL liberou um arquivo com informações das pesquisas respondidas por mais de 650 mil usuários do seu sistema de busca. A divulgação desses dados foi intencional e realizada com o nobre propósito de servir como base de dados para fins diversos, como estudos acadêmicos. 

Para manter o anonimato das pesquisas, dados de login foram substituídos por números randômicos. Porém, a empresa não se deu conta de que muitas dessas buscas continham números de documentos que poderiam levar à identificação de seus donos. Na ocasião, o jornal The New York Times foi capaz de identificar uma pessoa dessa lista facilmente, com a ajuda de um catálogo telefônico, e a CNN Money chegou a classificar essa mancada como um dos 101 momentos mais estúpidos do mundo dos negócios.

6. Vazamento monstro de informações

Monster.com é o maior banco de empregos da internet.  Por isso, é de se esperar que esse serviço tenha uma grande preocupação com a segurança dos dados que hospeda, já que muitas pessoas cadastram seus currículos diariamente nesse sistema online. Porém, não vivemos em um mundo perfeito.

 
(Fonte da imagem: ShutterStock)

Mais de um ataque já comprometeu a privacidade dos dados armazenados pelo Monster.com. Em agosto de 2007, o site passou por diversos vazamentos de dados, perdendo informações de milhões de contas. Isso levou o Monster.com a adotar uma nova política de segurança. Porém, não adiantou muito: em 2009, crackers obtiveram informações de 4,5 milhões de pessoas por meio de um ataque aos servidores da empresa.

7. Prejuízo de US$ 68 milhões para a Visa

A TJX Companies é um grupo varejista que está por trás de 2 mil lojas de marcas, como TJ Maxx e Marshalls. Mas todo esse tamanho não foi o suficiente para livrar a companhia de um dos maiores vazamentos de dados de todos os tempos: em dezembro de 2006, informações de 94 milhões de clientes foram parar nas mãos de desconhecidos. Entre as vítimas estavam, inclusive, contas internacionais, contendo dados como números de cartões de crédito e de débito.
Quase um ano depois, a operadora de crédito Visa calculou que o prejuízo causado pela divulgação desses dados chegou à casa de US$ 68 milhões (cerca de R$ 138 milhões).

8. Até tu, Google?

Em dezembro de 2009, a Google informou que foi vítima de um ataque virtual que partiu da China. Na verdade, ela não foi a única empresa a ter sua segurança quebrada. Na mesma ocasião, empresas como Adobe, Yahoo, Symantec e outras passaram pelo mesmo problema. No total, foram pelo menos 20 companhias do Vale do Silício visadas pelos crackers, e o ataque foi realizado com sucesso na maioria delas.

Na época, a Google afirmou que propriedades intelectuais foram roubadas (códigos-fonte), mas não chegou a dar detalhes sobre o assunto. Além disso, a empresa também disse que informações limitadas de duas contas de usuário também foram acessadas pelos criminosos.

9. Cartões de crédito, os preferidos dos crackers

A empresa de processamento de cartões de crédito CardSystems Solution cometeu um erro gravíssimo: a maioria das operações passava sem criptografia alguma pelos seus servidores. Assim, depois de invadir e monitorar os computadores da empresa, criminosos tiveram acesso a mais de 40 milhões de números de cartões da Visa e Mastercard, com direito a nomes de seus proprietários e os respectivos dígitos verificadores de todos eles.

 
(Fonte da imagem: ThinkStock)

Depois de tanta exposição, empresas como Visa e American Express cancelaram seus contratos com a CardSystems Solution, que acabou sendo comprada pela Pay By Touch e, posteriormente, fechou as portas de vez. Pelo menos, com essa empresa, ninguém precisa se preocupar mais.

 
Via: Tecmundo
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Uma atualização defeituosa disponibilizada para o Avira Antivirus Premium, Avira Internet Security, Avira Small Business Security Suite, Avira Endpoint Security e Avira Professional Security causou pane em PCs com Windows XP, Windows Vista e Windows 7 no mundo todo.

A atualização defeituosa eleva o número de versão do software para 8.2.10.64 e o do arquivo de definições para 7.11.30.24. O resultado desta atualização defeituosa é que o componente AntiVirProActiv passou a detectar processos críticos do Windows como se fossem malwares.

Entre os executáveis do Windows detectados incorretamente estão o explorer.exe, iexplore.exe, regedit.exe, rundll32.exe, wuauclt.exe, dllhost.exe e outros.

Ao detectar os processos incorretamente como se fossem malwares, o software da Avira os encerra e impede até mesmo a inicialização do Windows.

A atualização defeituosa também está identificando outros softwares da Microsoft (como Office e o Works) e de terceiros como Google Talk, Opera, OpenDNS Updater e outros incorretamente como se fosse malwares.

Basicamente, qualquer arquivo executável no PCs está sendo identificado como malware.

A boa notícia é que a versão gratuita do software de segurança da empresa, o Avira AntiVir Personal, não inclui o componente afetado pela atualização defeituosa.

A Avira disponibilizou em seu site de suporte uma página de ajuda com instruções detalhadas para contornar o problema temporariamente. Os usuários podem adicionar os executáveis afetados à lista de exceções ou podem desativar o componente ProActiv.


Via: Baboo
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O avast! AntiVirus é um dos mais populares softwares do tipo para Windows. 

Ele protege o computador do usuário contra vírus, trojans e outras ameaças.

A versão para o Mac OS X é baseada na versão 7 para Windows e protege Mac do usuário durante a navegação na Web (inclui proteção contra phishing e script maliciosos), também verifica os arquivos que chegam por e-mail e mais.

O avast! Free Antivírus for Mac é compatível com o Mac OS X 10.5.x (Leopard), 10.6.x (Snow Leopard), 10.7.x (Lion) e está disponível para download aqui.



Via: Baboo
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A Microsoft lançou nesta semana a versão final do Microsoft Security Essentials v4.0, seu popular antivírus gratuito para Windows.

Disponível para Windows XP (32 bits), Windows Vista (32 e 64 bits) e Windows 7 (32 e 64 bits), o Microsoft Security Essentials v4.0 oferece proteção contra vírus, trojans e outras ameaças.

A versão 4.0 traz correções de bugs, melhorias no desempenho durante a verificação do sistema, novo mecanismo de detecção de malwares e mais.

Requisitos de Sistema
  • Sistemas Operacionais Suportados: Windows 7 (x86 e x64); Windows Vista (x86 e x64); Windows XP (apenas x86)

Windows XP

Download: Microsoft Security Essentials v4.0 - x86 (Português | Brasil)
Download: Microsoft Security Essentials v4.0 - x86 (Inglês | EUA)
 
Windows 7 e Windows Vista

Download: Microsoft Security Essentials v4.0 - x86 (Português | Brasil)
Download: Microsoft Security Essentials v4.0 - x64 (Português | Brasil)
Download: Microsoft Security Essentials v4.0 - x86 (Inglês | EUA)
Download: Microsoft Security Essentials v4.0 - x64 (Inglês | EUA)

 
Via: Baboo
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(Fonte da imagem: Reprodução/iStock)

O Duqu é uma variação do temido vírus Stuxnet, responsável por um ataque ao programa nuclear do Irã. Esse desmembramento foi descoberto em outubro do ano passado, quando invadiu um número específico de empresas na Europa.

Recentemente, uma análise minuciosa em seu código revelou que essa praga foi escrita com uma linguagem de programação desconhecida – o que dificulta o entendimento de como ela funciona e qual a melhor maneira de combatê-la.

Agora, investigadores da Symantec publicaram no blog oficial da empresa que foi identificado uma nova versão do Duqu. Dessa vez, os autores desse malware deixaram vestígios de que estão se preparando para um novo ataque.

De acordo com a publicação, o novo arquivo malicioso, que teria sido compilado no dia 23 de fevereiro, possui mudanças no algoritmo de criptografia, no certificado de seus drivers e em trechos de seu código que burlam a sua identificação por parte dos sistemas de segurança. Sem acesso a detalhes de como esse vírus foi desenvolvido, os especialistas não sabem exatamente o que significam tais alterações – o que é um tanto quanto assustador.

 
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A empresa de segurança Kaspersky Labs descobriu um novo malware que não instala nenhum arquivo no PC da vítima.

Descrito pelos pesquisadores da empresa como um malware “único” e “muito raro”, ele injeta a partir da Web uma dll criptografada diretamente na memória do processo javaw.exe.

Este modo de operação indica que tanto o Windows como o Mac OS X são afetados por ele, além de tornar mais difícil sua detecção pelos antivírus já que ele é executado dentro de um processo confiável.

Depois que a dll é injetada com sucesso na memória do processo javaw.exe, o malware tenta enganar o UAC (Controle de Conta de Usuário) do Windows. Com isso, o Trojan-Spy.Win32.Lurk será baixado, instalado e se conectará a uma botnet.

Esta tentativa de instalação é a principal tarefa do malware, já que viver na memória RAM significa que ele será removido caso o computador seja reinicializado antes que ela seja concluída.

A injeção da dll só é possível graças a uma vulnerabilidade no Java, a CVE-2011-3544. Ela já foi corrigida pela Oracle em 2011, mas muitos usuários não costumam instalar as atualizações para o Java assim que elas são disponibilizadas.

De acordo com a Kaspersky, o malware é servido através de anúncios maliciosos presentes em sites russos. A empresa de publicidade já foi contatada para removê-los.


Via: Baboo
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Duqu usa linguagem misteriosa
O Cavalo de Tróia Duqu continua dando dor de cabeça para os especialistas de segurança. Segundo a Kaspersky, parte do código-fonte que compõe o programa foi escrito em uma linguagem de programação jamais vista. Eles conseguem entender o que o malware faz, mas não conseguiram ainda descobrir como.

Uma vez que o Duqu infecta um sistema, ele se comunica com um servidor de Command and Control (C&C)  para saber que procedimentos deve executar. Ainda que boa parte do Cavalo de Tróia tenha sido escrita em C++ e compilada com Microsoft’s Visual C++ 2008, a parte responsável pela comunicação não contém referências a nenhuma função padrão ou criada por usuários da linguagem. Tampouco aparenta similaridades com Objective C, Java, Python, Ada, Lua ou qualquer outra conhecida. Por enquanto, o código está sendo chamado de Duqu Framework e sabe-se apenas que é orientado a objetos.

Analistas sugerem que há um pesado investimento por trás da criação do Duqu e que a criação de uma linguagem exclusiva para ele pode ter sido obra de algum governo. Ainda que o malware tenha atingido a internet a partir de setembro do ano passado, a Kaspersky alega que seu alvo principal era o programa nuclear iraniano.

A vulnerabilidade explorada pelo Duqu foi corrigida pela Microsoft no final do ano passado, mas sistemas não atualizados ainda estão em risco.
 
 
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A AVAST Software lançou nesta semana uma nova versão do seu antivírus gratuito para Windows, o avast! Antivirus v7.0.

A versão 7.0 traz o suporte para verificação de arquivos com base em sua reputação, assistência remota, melhorias na proteção durante a navegação na Web, novo instalador, suporte para o Windows 8 e mais.

Além do Windows 8, o avast! Antivirus v7.0 é compatível com o Windows XP, Windows Vista e Windows 7.


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O chefe de pesquisas da F-Secure afirmou numa entrevista que, se os usuários de smartphones não prestarem atenção na segurança de seus dispositivos, o sistema móvel Android pode se tornar 'o novo Windows XP'.

Mikko Hypponen, que trabalha na F-Secure desde 1991 e atualmente é o chefe de pesquisas contra novos malwares, declarou que as fraquezas na segurança do sistema do Google para smartphones e tablets se tornarão cada vez mais evidentes, conforme sua popularidade aumenta.



Popularidade do Android provavelmente atrairá criminosos virtuais

De acordo com Hypponen, o fato do Android ser um sistema totalmente aberto o torna suscetível a diferentes riscos e traçou um paralelo com o Windows XP, lançado em 2001 pela Microsoft. "O Windows XP tem uma segurança fraca porque é o sistema mais usado", segundo o pesquisador. "Temo que o mesmo se repita com o Android".

Hypponen também lembrou que a maior parte das falhas de segurança num smartphone exige a interação dos usuários ao confirmar a execução de um programa ou permitir o acesso a dados pessoais. Por isso, o conhecimento e a atenção dos usuários são essenciais para a segurança virtual de seus aparelhos.


Via: Baboo

 



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A AVAST Software lançou uma nova versão do seu antivírus gratuito para Windows, o avast! Antivirus Free v6.0.1367.

Esta versão traz correções de bugs, melhorias na estabilidade, suporte para o Google Chrome, Mozilla Firefox e Adobe Reader no Script Shield, melhorias no plugin WebRep, novo engine antispam e mais.

O avast! Antivirus Free v6.0.1367é compatível com o Windows 7 (todas as edições), Windows Vista (exceto Starter) e Windows XP (com SP2 ou superior).
 

*Gratuito apenas para uso não comercial.


 



Via: Baboo




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A Microsoft está procurando testadores para a nova versão do popular antivírus gratuito, o Microsoft Security Essentials.

A versão de testes será disponibilizada para um número limitado de testadores nas próximas semanas, mas ainda não existem informações sobre quando a versão final será lançada.

De acordo com um post publicado no Microsoft Malware Protection Center, a nova versão do Microsoft Security Essentials trará os seguintes novos recursos:

- Automatic malware remediation: o beta removerá certas infecções automaticamente.

- Melhor desempenho: a nova versão trará diversas otimizações para não impactar negativamente o desempenho do computador.

- Interface simplificada: a interface da versão de testes será mais simples e fácil de usar.

- Novo mecanismo de proteção: ele oferecerá novos recursos para detecção e remoção de malwares.

O Microsoft Security Essentials é um antivírus gratuito voltado para usuários domésticos e pequenas empresas com até 10 PCs.

Interessados no Microsoft Security Essentials Beta podem se cadastrar aqui, mas como o número de vagas é limitado, nem todos os usuários cadastrados terão acesso ao programa.


Microsoft Security Essentials v2.1, a versão mais recente do antivírus da Microsoft
Via: Baboo

 



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A CheckPoint lançou nesta semana o ZoneAlarm Free Firewall 2012, nova versão do seu popular firewall gratuito para Windows.

Além de ganhar uma nova interface, a versão 2012 também oferece 2 GB de espaço gratuito para que o usuário possa fazer o backup de seus arquivos na Web.

O ZoneAlarm Free Firewall 2012 monitora as conexões de entrada e saída, oferece proteção contra phishing, proteção contra roubo de identidade e mais.

Download: ZoneAlarm Free Firewall 2012


  


Via: Baboo




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Pesquisadores de segurança das empresas ESET e Sophos descobriram que os hackers portaram um antigo Trojan criado originalmente para infectar o Linux visando infectar o Mac OS X.

O Trojan, conhecido como Tsunami, se conecta a um canal de IRC para receber os comandos enviados pelos hackers. Estes comandos incluem instruções entupir os servidores com requisições, o que combinado com outros computadores infectados resulta em um ataque distribuído de negação de serviço (DDoS).

O Trojan também pode fazer o download de arquivos para a máquina comprometida, assim ele pode se atualizar automaticamente ou instalar malwares adicionais.

Outro detalhe é que ele pode executar qualquer comando definido pelos hackers, dando a eles o controle completo da máquina infectada.

Parte do código-fonte do Tsunami original:
 
Via: Baboo





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